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Prognóstico pessimista para a economia brasileira

Endividamento e inadimplência das famílias brasileiras, além de aumento da inflação e contenção de crédito travam crescimento e fazem índice de confiança  da economia brasileira cair.

Economia brasileira: índice de confiança em baixa
  • Queda na intenção de consumo das famílias brasileiras é reflexo da desaceleração da economia brasileira provocada pelo endividamento, inadimplência, inflação e retenção de crédito.

O panorama da economia brasileira dos últimos meses não mostra uma paisagem muito otimista. E os consumidores já começam a sentir a mudança dos ventos. 

 

Desde o mês de junho, as vendas no varejo brasileiro vêm sofrendo queda. E de acordo com dados da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo, em julho deste ano, a intenção de consumo das famílias teve a maior queda desde 2010. A intenção de consumo geral caiu 7,7%, enquanto a intenção de compra de bens de consumo duráveis caiu 11,1%.

 

Esta queda é explicada pelo alto endividamento das famílias brasileiras, pela contenção na oferta de crédito, pela inadimplência dos consumidores, e pela inflação, que atingiu uma taxa acumulada de 6,7% nos últimos 12 meses.

 

E não são apenas os consumidores que estão pessimistas. Os empresários também frearam os investimentos, e as concessões de crédito também estão mais dificultadas. Os créditos para compra de carros recuaram quase 6% em 12 meses.Todos estes fatores fazem o índice de confiança na economia brasileira cair, e com isso o mercado de trabalho mostra-se menos favorável e os juros tendem a subir.

 

Neste momento, a prioridade dos consumidores é poupar para pagar as dívidas. Agora, em vez de buscar crédito para comprar, os brasileiros começam a buscar linhas de crédito para pagar as dívidas contraídas nos últimos anos. Mas com o orçamento estrangulado, os consumidores já sentem a necessidade de usar auxílios financeiros para completar o orçamento doméstico e dar conta das despesas mensais, o que tem provocado também um aumento no uso do cartão de crédito e de cheques, dificultando o equilíbrio das finanças.

 

Ainda assim, os índices gerais de inadimplência estão caindo, apesar de ter havido um aumento no mês de julho e o volume de cheques sem fundo devolvidos pela segunda vez também ter sofrido um aumento de 2,03%. 

 

Embora o cenário não seja propriamente de recessão, mas sim de desaceleração da economia brasileira, é bom tomar precauções. O melhor que os consumidores têm a fazer neste momento é evitar a inadimplência para fugir dos juros, pagar as dívidas, e recuperar o crédito no mercado.  

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