As 7 vilãs de novela mais amadas do Brasil

As vilãs de novelas brasileiras muitas vezes roubam as cenas dos mocinhos e se tornam destaque na dramaturgia. Confira quais são as mais amadas de todos os tempos.

 As 7 vilãs de novela mais amadas do Brasil
As 7 vilãs que foram ótimas na arte da maldade

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Vilãs de novelas que empurravam as inimigas da escada, que largavam bebês no lixão e que mandavam a gêmea assumir sua identidade enquanto iam curtir a vida adoidado. De todas as maldades incalculáveis das centenas de novelas já transmitidas no Brasil, algumas malvadas conseguiram um lugar cativo no coração dos telespectadores, sendo eternizadas por frases famosas e até memes da internet.



 
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As vilãs de novela que deixaram saudades

Por mais que você insista que não assite novelas, com certeza já ouvir falar de algumas dessas vilãs que fizeram sucesso em todo o país e, em alguns casos, são internacionalmente conhecidas. Confira e recorde as melhores vilãs das telinhas:
 

 

 

1. Odete Roitman (Vale Tudo - 1988)

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É claro que a vilã das vilãs e rainha da maldade em horário nobre não poderia ficar de fora dessa lista. A fama da vilã de Vale Tudo foi tamanha que praticamente todo mundo conhece a frase “quem matou Odete Roitman?”. A personagem, vivida por Beatriz Segall, era elitista, preconceituosa e má. Tal como uma vilã de estilo deve ser. Quando a novela foi ao ar pela primeira vez, a vilã foi morta, com três tiros e por engano (a assassina pensou se tratar de outra pessoa). Os treze dias de mistério sobre sua morte eternizaram a vilã como a mais conhecida das telenovelas brasileiras.


“Chinelo, chinelo... Que palavra horrível! Português é uma língua tão chinfrim.” - ROITMAN, Odete

 

2. Paolla Bracho (A Usurpadora - 1998)

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Tá certo, essa novela era do tipo “dramalhão mexicano” mas, mesmo com as várias reprises feitas pelo SBT, não tinha como não amar a gêmea mexicana, considerada por muitos a maior vilã da televisão latina, Paola Bracho. A novela conta a trama das duas irmãs, Paola e Paulina. Paulina era boazinha, bonitinha e certinha, cuidava da vovó Piedade e amava o Carlos Daniel. Já Paola, era linda, diva, gananciosa, malvada (ela chantageou a própria irmã assim que as duas se conheceram) e dona das melhores frases de efeito já escritas para uma novela.


“Eu detesto sentimentalismo barato.” - BRACHO, Paola.

 

 

3. Laura (Celebridade - 2003)

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A vilã má e invejosa vivida por Cláudia Abreu teve sua trajetória na novela marcada por uma obsessão com a toda poderosa Maria Clara Diniz (Malu Mader). Laura acusava Maria Clara de ter feito sucesso por uma música que foi, na verdade, escrita para sua mãe. A imersão no mundo de celebridades, roubos e fofocas se desenrola em toda a trama, onde os duelos entre Laura e Maria Clara atingem pontos extremos, até que um assassinato (“Quem matou Lineu Vasconcelos?”) encerra a rede de intrigas e fofocas, quando Laura e suas inseparáveis gargantilhas, num último suspiro, confessam que foi ela a assassina.


“Aí é só ouvir a palavrinha mágica... GRANA!” - PRUDENTE DA COSTA, Laura

 

 

4. Nazaré Tedesco (Senhora do destino - 2004)

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A ladra de bebês, que tinha como lugar cativo a escada assassina da sua casa (da onde ela empurrava todas as invejosas que atrapalhavam seu caminho), a vilã vivida por Renata Sorrah era dona de uma autoconfiança inabalável, de uma criatividade ímpar para apelidar as inimigas e de uma gargalhada malévola ao final de cada episódio de pura maldade. Nazaré ainda é amada pelos internautas, foi inspiração para outras vilãs e, mesmo com a sua morte no final de Senhora do Destino, ainda está viva nos nossos corações.


“Gente, será um crime ecológico excluir do planeta Terra a raça das songamongas?” - TEDESCO, Nazaré

 

 

5. Flora (A Favorita - 2009)

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Um homem assassinado, duas mulheres na vida dele. Uma enriquece com a herança originada pela viuvez e a outra vai parar na cadeia, acusada de homicídio. Essa era a história de Donatela (Cláudia Raia) e Flora (Patrícia Pillar). Mas será que foi tudo uma farça e, na verdade, a mulher errada foi parar na cadeia? Isso é o que Flora tenta contar para todas as pessoas, quando manipula toda a verdade até pegar toda a vida de Donatela, e até conseguir mandar a coitada da Donatela para a cadeia. Flora era uma psicopata, que nunca conseguiu o sucesso na carreira solo de cantora sertaneja. Fez muitas maldades, foi odiada e amada por todos e, com isso, ganhou seu lugar na lista de vilãs mais adoradas no Brasil.


“Que beijinho doce que ele tem. Depois que beijei ele nunca mais amei ninguém” - FAÍSCA E ESPOLETA (dupla sertaneja de Flora e Donatela, antes do assassinato)

 

 

6. Félix (Amor à Vida - 2013)

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Esse aqui não era uma vilã do gênero feminino, mas mesmo assim, entrou no cobiçado hall das vilãs mais amadas do Brasil. Por que isso? Félix, filho de um respeitado médico, proveniente de uma família tradicional de São Paulo, era invejoso, ganancioso e muito, muito maldoso. Embora sua vilania tenha assustado (jogar a sobrinha no lixo só para não dividir a herança é muita maldade no coração, né gente?), o vilão Félix acabou encontrando o caminho do arrependimento ao longo da trama, quando um outro lado foi mostrado ao público: o preconceito que ele sentia dada sua orientação sexual, a pressão da família para que ele vivesse segundo as “normas” sociais e o desprezo que ele sofreu por parte do pai a vida toda. Não justifica, mas explicou boa parte do comportamento, fazendo com que o vilão fosse ainda mais amado pelo público.


“Será que eu piquei salsinha na tábua dos Dez Mandamentos?” - KHOURY, Félix

 

 

7. Carminha (Avenida Brasil - 2012)

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Última, mas não menos importante. Boa parte do sucesso da novela Avenida Brasil se deve à loiríssima e malvada Carminha (Adriana Esteves) que durante a trama mentiu, abandonou uma criança no lixão, dançou na cama com o amante e apanhou com colher de pau quando a vingança da enteada Nina/Rita finalmente chegou. Teve um final trágico, mas poético: num ato de piedade, sua ex enteada e seu filho a deixam viva e ela volta a morar no lixão, que era um ponto em comum de vários personagens na novela.
 

“A culpa é da Rita” - TUFÃO, Carminha

 

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