5 coisas que fazem você ter vergonha de ser brasileiro

Após o fim do espetáculo das Olimpíadas, voltamos à realidade do Brasil caótico. Conheça os 5 motivos que nos fazem ter vergonha de ser brasileiro.

5 coisas que fazem você ter vergonha de ser brasileiro
O país do samba, futebol e carnaval acontece de verdade por debaixo da lona.

Caloroso e sempre de bem com a vida, o Brasil é o país do ame-o ou deixe-o, pois é impossível ficar indiferente a ele. Entretanto, ainda que se pareça com um pedaço do paraíso, alguns comportamentos estabelecidos no país ao longo da história fizeram com que muitos desenvolvessem a vergonha de ser brasileiro enquanto esperam por soluções, ou planejam sair do país.

5 coisas que te dão vergonha de ser brasileiro

Neste vasto território com potencial e recursos para se tornar uma das maiores economias do mundo, algumas características e comportamentos impedem esse crescimento, limitando e extorquindo também os que nele vivem, despertando o sentimento da vergonha de ser brasileiro.

1. Memória Curta

Quando o meme “Crime ocorre. Nada Acontece. Feijoada” ganhou a internet em 2014 por meio de um coreano que dizia odiar o Brasil, muitas pessoas aderiram a tal “pensamento” como forma de exprimir exatamente o que acontecia com a memória curta do povo brasileiro. Uma nação que não cobra e que não exige que o governo preste contas à população, apenas deixa estar.

Afinal, nada como o bom e velho pão e circo através de um jogo de futebol entre conflitos políticos, uma manobra da mídia para ocultar escândalos ou alguns poucos anos de ausência de um político corrupto para que todos se esqueçam do que aconteceu. Como resultado, o ficha suja se reelege, o dinheiro público continua sendo desviado, a saúde pública permanece em colapso, mas o Carnaval está chegando e logo o povo esquece – mais uma vez.

5 coisas que fazem você ter orgulho de ser brasileiro

2. O “Jeitinho”

Em um misto de cordialidade e malandragem, a Lei de Gerson e o complexo de Zé Carioca reúnem algumas das características do brasileiro que incomoda tanto os demais cidadãos que preferem manter distância desse comportamento, quanto os estrangeiros, que automaticamente generalizam todo um povo a uma só índole.

Ainda que esse estereótipo esteja aos poucos se perdendo, ainda é possível envergonhar-se e ser enganado por esse perfil desonesto. Para o malandro, só compensa se for levar vantagem e sua vida é baseada em armar altos trambiques para aplicar calotes ou burlar leis; só de ouvir a palavra trabalho, já diz estar cansado.

3. Corrupção

Egoísmo, ambição e desonestidade são características inerentes ao ser humano, o que justifica a corrupção nos quatro cantos do mundo. Mas já contabilizou quantos corruptos temos inseridos nos plenários e prefeituras brasileiras? Quantos escândalos (noticiados) que não deram em nada?

A começar pelo número absurdo e desnecessário de partidos e cadeiras para os parlamentares, a corrupção é uma das características que mais desperta o sentimento da vergonha de ser brasileiro. Em pesquisas recentes, resultados apontaram que o próprio brasileiro acredita que a corrupção está no sangue de nossa gente, tamanha a desesperança de solução para a índole ou por um milagre da reforma política.

4. Impunidade

Como consequência da corrupção, todos estamos cansados e amedrontados com a impunidade que começa nas falcatruas da política e se estende ao caos da segurança pública. Com muros cada vez mais altos e sistemas de segurança sofisticados, criminosos veem na impunidade uma oportunidade adicional de violência gratuita e assassinato, exponenciando os índices de latrocínio e outros crimes bárbaros.

Enquanto isso, em Brasília, condenados encontram jeitinhos em brechas constitucionais, a democracia é substituída por parlamentares que lá estão apenas pelo benefício das “costas quentes” e, mais uma vez, nada acontece.

5. Perde o amigo, mas não perde a piada

O tio do “pavê ou pacumê”, a criança que faz bullying na escola, o amigo da piada de humor negro, esse é o Brasil aos olhos do mundo; principalmente depois do comportamento durante as Olimpíadas, recheado de vaias desnecessárias e desrespeitosas.

Em um país onde tudo acaba em festa, mesmo quando não deveria, o controle desse frenesi em tirar sarro não necessariamente é uma vergonha, mas precisa ser dosado para não ultrapassar a linha do desrespeito e da falta de noção.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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