Saiba a hora certa para vender carro sem prejuízo

Referencial para veículo usados, a tabela FIPE não é a única medida para estipular o valor final para vender carro sem prejuízo, pesando também outros fatores.

Saiba a hora certa para vender carro sem prejuízo
Confira as dicas para vender carro sem prejuízo

Vender carro sem prejuízo é o objetivo de todo proprietário de um veículo usado. No entanto, é de conhecimento da maioria dos motoristas que um carro sofre depreciação no seu valor de venda quando está novo. Para carros de passeio, é estipulado pela Receita Federal um percentual de 20% todo ano, ou seja, anualmente, um carro perde um quinto do valor em relação ao período passado de 365 dias.

Obviamente, no cálculo do preço final de um veículo, não entra apenas o percentual de depreciação. São fatores como valor de manutenção, tipo de carro (popular ou de luxo) ou valor das peças e serviços os maiores influenciadores na composição do preço de revenda.

Afinal, dá para vender carro sem prejuízo?

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Sim e não. Sim, caso você seja um vendedor profissional e trabalhe com a revenda de usados. Nesse caso, é praxe reduzir automaticamente em 20% ou 30% o valor do carro em relação ao da tabela FIPE, que já conta com a depreciação anual sofrida.

Mas, se seu caso é uma venda particular, ou seja, apenas um proprietário querendo se desfazer de um carro usado, aí o que se pode fazer é minimizar as perdas. Não há lucro, mas é possível sim, vender carro sem prejuízo. A primeira observação a ser feita é se o custo de manutenção anual excede em 10% o valor do carro. Por exemplo, se seu carro vale R$ 20 mil e você gasta com peças e consertos mais de R$ 2 mil, talvez esteja na hora de conseguir um novo dono para ele, mas não sem antes fazer os reparos necessários para garantir uma desvalorização menor.

Aparência é muito importante

Para vender carro sem prejuízo, deve-se ter em vista que é certa alguma perda em relação ao preço de referência, que é o da tabela FIPE. Portanto, é necessário que o veículo esteja em perfeitas condições na hora da revenda. Isso começa com os cuidados com a pintura e lataria. Afinal, o primeiro detalhe que os compradores reparam (e você certamente também) no momento de avaliar um carro é o estado da pintura. Mossas, arranhões ou desgaste por maresia pesam muito negativamente.

Carros de luxo desvalorizam mais

No caso dos carro de luxo, a depreciação é ainda maior pelo seu elevado custo de manutenção. Tudo porque peças e serviços para esse segmento custam muito mais caro. Há modelos cujo valor de manutenção ultrapassam em até oito vezes o valor de um carro médio fabricado no Brasil. Nesse caso, vender carro sem prejuízo é quase impossível, recomendando-se, portanto, que o carro seja repassado após três anos de usado, ou quando marcar 50 mil km rodados.

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