Os 5 piores trabalhos no exterior para brasileiros

Na hora de escolher um país e um tipo de trabalho pense bem! Veja exemplos de piores trabalhos no exterior para brasileiros. Afinal, morar fora não é tão fácil como parece.

Os 5 piores trabalhos no exterior para brasileiros
Apesar da grana e qualidade de vida, alguns trabalhos no exterior para brasileiros não são fáceis

Na busca por um sonho, muitas pessoas procuram trabalhos no exterior para brasileiros. Conquistar um bom emprego em algum lugar do mundo é um desafio. Mas será que é possível encontrar uma boa oferta? Na hora de morar fora, é preciso estar preparado para as surpresinhas. Algumas propostas de trabalho podem não ser tudo aquilo que é prometido e, por isso, é preciso ficar atento.

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Trabalhos no exterior

Conheça 5 exemplos de piores trabalhos no exterior para brasileiros e pense bem antes de aceitar uma oferta de emprego. Mas atenção: a lista é de autoria do E-Konomista, e a análise é feita com base nos pontos negativos destes trabalhos no exterior. 


5- Telemarketing

Trabalhar como operador de telemarketing pode não ser cansativo fisicamente. Muitas empresas contratam um funcionário para trabalhar part-time ou seja, até 6 horas por dia. Mas lidar com um ambiente extremamente competitivo pode não ser uma tarefa fácil. Clientes estressados, chefe que cobra a cada ligação e, além de tudo isso, trabalhar com metas não é pra todo mundo. Se você tiver paciência para isso e precisa de um dinheiro extra – pois não se ganha muito, trabalhar como operador de telemarketing pode ser uma boa opção.

4- Garçom

Exemplo clássico de ofertas de trabalhos no exterior para brasileiros. Para quem procura ganhar algum dinheiro no exterior, geralmente o trabalho de um garçom é remunerado por hora e o valor depende do país e do horário de trabalho. Mas se você quer fazer disto um ganha pão, não é aconselhável procurar alguns países da Europa como Portugal e Espanha pois, geralmente, os clientes não deixam gorjeta – e são as gorjetas que fazem o dia render muito mais. A Alemanha, França, Estados Unidos e Inglaterra podem ser uma opção rentável.

3- Colaborador em empresa de fast-food

Passar o dia fritando hambúrguer e batata frita ou servindo clientes que exigem uma comida quase instantânea, não é tarefa fácil. Além de ter uma jornada de trabalho exaustiva e extensa, quem busca trabalhar em redes de fast-food precisa ficar atento a alimentação. Muitos restaurantes não oferecem ticket refeição, fazendo com que seus colaboradores comam o tipo de comida que é vendida no local, ou seja, nada saudável. O salário é pouco e o trabalho é muito, por isso pense bem antes de escolher trabalhar em locais de fast-food.


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2- Caixa de supermercado

Muita responsabilidade para pouco dinheiro. Geralmente é pago por hora de trabalho e o colaborador tem que estar disponível até nos fins de semana. Se você procura um dinheiro extra, pode ser uma boa opção. Mas lembrando que é preciso esta atento na hora de passar um troco a um cliente espertinho. Muitas vezes todo o dinheiro a menos no caixa é tirado do seu dinheiro. Será que compensa?


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1- Serviço de limpeza geral

Esse trabalho é bem difícil de ser feito. Depende de onde se trabalha, encontrar um ambiente extremamente sujo pode fazer parte do dia a dia. Pouco valorizado e remunerado, precisa ter estômago e muita força de vontade. Em alguns países é possível até ganhar um dinheiro suficiente se conseguir trabalhar em locais diferentes. Por isso, se aparecer alguma oportunidade, avalie bem antes de aceitá-la.

Vale a pena?

Trabalhar em "trabalhos secundários" no exterior para ajudar a se manter muitas vezes vale a pena. O salário mínimo de muitos países é maior do que no Brasil e por isso, uma jornada de trabalho pode render bastante dinheiro. Mas é preciso levar em consideração aspectos como segurança e saúde, afinal muitos trabalhos são dúvidosos e não vale a pena arriscar.


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Carolina Benevides Carolina Benevides

Jornalista brasileira, Carolina Santarosa é formada pela Universidade de Fortaleza desde 2011. Atualmente cursa o 2º ano do Mestrado em Ciências da Comunicação na Universidade do Porto. A profissional já trabalhou no marketing da Red Bull, foi Assessora de Comunicação da Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza e do North Shopping Fortaleza. Fez intercâmbio acadêmico nos Estados Unidos e atualmente mora no Porto (Portugal).

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