Estas foram as categorias que tiveram maiores aumentos de salário em 2016

Pesquisa mostra que os pisos salariais de diversas categorias ficaram mais próximos do salário mínimo, a crise é responsável pelas perdas

Estas foram as categorias que tiveram maiores aumentos de salário em 2016
Maiores aumentos de salário foram para cemitérios e agências funerárias

As categorias que mais conseguiram aumento de salário em 2016 foram os trabalhadores de cemitérios e agências funerárias. O levantamento foi realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e mostra que foram poucas as categorias que conseguiram elevação real, acima da inflação, no ano que termina. A pesquisa contempla convenções e acordos firmados nos 12 meses, até novembro.

Depois dos trabalhadores de cemitérios e agências funerárias, a categoria que mais conseguiu aumento de salário em 2016 foram os profissionais de confecções. Seguidos de perto por trabalhadores do setor de bancos e serviços. Para quem trabalha em hospitais e serviços de saúde não houve ganho, mas também não foi registrado perda salarial.

Veja como enviar currículo por email corretamente 

Em novembro do ano passado, a liderança da lista de categorias que tiveram aumento de salário foi ocupada pelos trabalhadores da limpeza urbana e conservação. No entanto, diante da recessão a mesma categoria se viu desfavorecida, já que as prefeituras tiveram que conter os rombos das contas públicas e cortaram os aumentos de salários.

Perdas salariais

Quem se deu mal mesmo em 2016 foram os trabalhadores de empresas jornalísticas. A categoria teve as piores perdas salariais no ano, registrando uma queda de -3,8% em comparação com o ano anteriores. Aumento de salário foi um sonho para a categoria.

A queda do preço do petróleo no mercado mundial, junto com a crise na Petrobrás parece ter afetado a categoria. O pessoal que trabalha na extração e refino de petróleo teve segunda a pior perda salarial do ano. A queda foi de -2,0% em relação ao período anterior.

Acordos salariais

As quedas foram registradas pela pesquisa Fipe em diversos indicadores salariais. A folha de salários, por exemplo, que é estimada a partir do volume de depósitos vinculados ao FGTS

equivale a R$ 98,5 bilhões, cifra 1,9% menor que em setembro de 2015 (R$100,4 bilhões).

O valor anualizado da folha salarial de setembro/2016 é de aproximadamente R$ 1,18 trilhão. Esta é a massa salarial anual do setor coberto pela CLT, que não inclui os rendimentos dos funcionários públicos estatutários e dos trabalhadores informais.

Dos 618 acordos coletivos com redução salarial negociados entre janeiro/2015 e novembro/2016, apenas 165 utilizaram o Programa de Proteção ao Emprego – PPE. Em novembro ninguém recorreu ao programa.

Categorias com maiores e menores aumentos de salário nos últimos 12 meses

  • Cemitérios e agências funerárias +0,4%
  • Confecção/ vestuário +0,2%
  • Bancos e serviços financeiros +0,2%
  • Hospitais e serviços de saúde 0,0%
  • Agronegócio da cana - 1,1%
  • Refeições coletivas -1,3%
  • Indústria do vidro -1,3%
  • Extração e refino de petróleo -2,0%
  • Empresas jornalísticas -3,8%
(Fonte: MTE/Mediador. Elaboração Fipe)


Veja também:

Como se sair bem numa entrevista de emprego por skype 

Foto no currículo, colocar sim ou não? 

Evite os erros mais comuns enviados em currículos: veja quais são 

As perguntas decisivas numa entrevista de emprego: saiba como responder 

O que vestir para trabalhar 

Gostou? Compartilhe!
Eduardo Pinheiro Eduardo Pinheiro

É jornalista e historiador, natural de Goiânia. Tem interesse por jornalismo cultural, jornalismo digital, temas do cotidiano e assessoria de imprensa.

Na Web:

Receba mais informações como esta!

Receba a nossa newsletter

Ao submeter os seus dados receberá a newsletter, ofertas e publicidade enviado por e-konomista.com.br e pelos nossos Parceiros e aceita os Termos e Condições e a Política de Privacidade. Os dados submetidos serão compartilhados com os nossos Parceiros.

Enviar