As 5 principais razões pelas quais as pequenas empresas fecham

Por que tantas pequenas empresas fecham todos os anos? Conheça os 5 principais motivos e saiba como evitá-los.

As 5 principais razões pelas quais as pequenas empresas fecham
Saiba porque as pequenas empresas fecham ainda no primeiro ano

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Montar o próprio negócio é o sonho de muitos brasileiros. Não ser mais funcionário e sim patrão faz com que muita gente junte dinheiro ou busque financiamentos para entrar no setor de comércio e serviço. Mas, esse é um investimento arriscado para quem não tem conhecimento em administração e experiência de negócios. Veja as principais razões para o fracasso das pequenas empresas brasileiras.

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Por que as pequenas empresas falem no Brasil


1. Falta de conhecimento em gestão

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE, 20% das pequenas empresas brasileiras fecham as portas antes de completar 1 ano de negócio. Dentre elas, 7% fecham por falta de lucro, 20% encerram o negócio por falta de capital e quase 50% dos pequenos empresários não sabem precisar se têm lucro ou prejuízo. Isso demonstra que os próprios donos das empresas não sabem como gerir o negócio e aplicar com inteligência financeira os seus recursos.  

A maioria dos pequenos empreendedores do Brasil não conhecem o mercado e não têm experiência na área. Além disso, não sabem como se diferenciar em um mercado tão competitivo. Para isso, é necessário ter conhecimento em administração e entender o setor que se trabalha para que os produtos e serviços consigam enfrentar a concorrência e ganhar o mercado. A dica do E-konomista é: antes de abrir o seu negócio, invista em capacitação. Pode tera certeza que esse será um dinheiro bem investido, pois irá te ajudar a desenvolver o seu negócio e fugir das dívidas.  

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2. Falta de planejamento

Grande parte dos microempreendedores do Brasil não se planejam ou fazem um planejamento a curto prazo do seu negócio. Muitos deles abrem as portas sem conhecer o mercado, sem ter um perfil de público bem estabelecido, sem conhecer os melhores fornecedores e mesmo sem saber quanto capital será preciso para que o negócio seja sustentável. Antes de abrir a pequena empresa, alguns até fazem a previsão, mas somente para os 6 primeiros meses, o que torna o negócio mais arriscado, pois é após o primeiro semestre que os problemas começam a aparecer: falta capital de giro, os custos de abertura do empreendimento precisam ser pagos e o lucro não é suficiente, começam a aumentar os juros do financiamento e o fim dessa estrada nós já sabemos: o encerramento do negócio.

Para que isso não aconteça é preciso pesquisar todas as variáveis que irão influenciar o seu negócio: saber quem é o seu cliente, ter uma visão global de mercado, saber quanto será preciso para o seu investimento e como você irá pagá-lo, qual o capital de giro necessário, etc. Não entende bem de gestão e finanças? Contrate ajuda especializada. É melhor investir em um profissional para lidar com a contabilidade e também estar protegido juridicamente para evitar posteriores problemas com a sua empresa. Uma empresa bem planejada irá encontrar o sucesso com muito mais facilidade.

3. Falta de comportamento empreendedor

Um bom empreendedor é aquele que consegue se antecipar aos fatos, prevê o que irá acontecer com o mercado e os anseios do seu público para então elaborar táticas de sobrevivência e crescimento da empresa. É preciso estar constantemente se renovando, buscando novas tecnologias e modernizar o seu negócio, pois os mercados parados no tempo, “a moda antiga” dificilmente conseguem crescer ou se manter abertos.

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Por último, o bom empreendedor precisa também ter metas e objetivos claros dentro da empresa. E convencer toda a equipe daquele objetivo (que seja alcançável, é claro) para obter o sucesso dentro do mercado. A ausência dessas qualidades empreendedores nas pequenas empresas tem feito com que muitas se estagnem ou fechem as portas antes do segundo ano de vida.

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4. Altas taxas de impostos

As pequenas empresas encontram na tributação brasileira uma barreira para o crescimento dos seus negócios. Muitos empreendedores do Brasil culpam os elevados impostos devidos ao governo como causa da sua dificuldade em manter suas empresas abertas.

É difícil mensurar quanto uma pequena empresa paga em impostos, visto a particularidade de cada negócio ou setor de investimento. No entanto, segundo Vinícius Machado, gestor de Projetos da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), este valor pode chegar a 40% do faturamento anual. Segundo o Doing Business, relatório de competitividade do Banco Mundial, uma empresa de São Paulo dedica 2.600 horas por ano para pagar impostos. A média dos países da América Latina é 365 horas.

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5. Mau momento para os negócios

Abrir um negócio sempre foi um investimento arriscado, em momentos de crise, esse risco pode se tornar ainda maior se o investimento não for feito de forma bem planejada e bem administrada. Somente de janeiro a junho de 2015, mais de 191 mil pequenas empresas fecharam as portas no Brasil representando 82,3% do universo de 232 mil abertas no mesmo período.  É verdade que a situação não está em seu pior cenário e a “mortalidade” das empresas no Brasil já esteve maior. Isso acontece porque alguns setores do mercado lucram com crise, mas é preciso ficar ainda mais alerta para investir no momento em que os consumidores têm apertado as contas e diminuido o consumo para enfrentar dificuldades financeiras.

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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