Qual a forma correta de passar por quebra-molas (lombada)

É possível inclusive um motorista lesado registrar queixa caso sofra avarias causadas por quebra-molas.

Qual a forma correta de passar por quebra-molas (lombada)
Os quebra-molas não podem ser instalados sem a devida autorização

O quebra-molas, ou lombada, como é conhecido em algumas regiões do Brasil, é um obstáculo físico de trânsito cujo objetivo é induzir os motoristas a reduzir a velocidade. Torna-se quase mandatório reduzir antes de passar por tal desnível na pista, sob pena de, no mínimo, fazer motorista e passageiros passarem por grande desconforto caso a velocidade não seja apropriada. No pior dos casos, como o próprio nome já deixa subentendido, pode haver danos na suspensão e amortecedores do carro em caso de excesso de velocidade ao passar por uma ondulação na pista.

Tratam-se de dispositivos bastante comuns nas ruas brasileiras, e sua instalação deve seguir as normas previstas em lei, conforme orienta o artigo 94 da resolução 39/38 do Contran, o Conselho Nacional de Trânsito. Seu texto deixa claro que é proibida a utilização de ondulações, exceto em casos especiais e nos padrões estabelecidos pelo órgão de trânsito. Quem contrariar as determinações do Contran pode receber multas e ser responsabilizado na esfera criminal por prejuízos materiais e até homicídio.

Passar por quebra-molas com as rodas viradas

De fato, quebra-molas em desacordo com a lei podem ser fonte de muitos prejuízos para os motoristas. Além de passar em baixa velocidade, de preferência em primeira marcha, o condutor precisa observar outros cuidados.

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Um deles é em relação ao posicionamento do veículo ao passar por uma lombada. É um erro achar que atravessar a ondulação “de lado” minimizará o impacto. O correto, principalmente para carros rebaixados, é passar de frente, com as duas rodas frontais ao mesmo tempo.

Danos causados por quebra-molas

Ao passar com o carro enviesado, o motorista estará sobrecarregando aquela suspensão que passar primeiro. Além disso, são forçados em seus limites os amortecedores e rolamentos. Fora a própria carroceria, que, ao passar em posição não natural por um quebra-molas, é submetida a um movimento de torção que pode empenar o chassis e romper pontos de solda.

Não menos importante, é fundamental reduzir a velocidade com a maior antecedência possível, evitando a todo custo frear bruscamente. Se a via não estiver com sinalização adequada, respeitar o limite de velocidade deverá ser o suficiente para dar tempo de visualizar um quebra-molas a uma distância segura.

Para motociclistas, além da redução da velocidade, outra medida recomendável é levantar no momento da passagem, como forma de suavizar o impacto para a moto e para o próprio condutor.

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