Quanto ganha um jornalista trabalhando no Brasil?

Você sabe quanto ganha um jornalista? Veja mais sobre essa versátil profissão que possui diferentes médias e pisos salariais por todo o país.

Quanto ganha um jornalista trabalhando no Brasil?
Veja quanto ganha um jornalista em suas funções a cada região do país

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Você sabe quanto ganha um jornalista? Profissão dinâmica e bastante versátil em suas atuações, forma responsáveis por pesquisar temas e matérias, sugerir pautas, redigir reportagens, entrevistas e artigos, além de recolher imagens e sons a serem divulgados em jornais, revistas, televisão, rádio e internet. Veja mais sobre os valores que remuneram a profissão.

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Quanto ganha um jornalista?

De acordo com dados fornecidos pela Catho e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), é possível saber quanto ganha um jornalista e acompanhar a evolução destas quantias com o passar do anos. Atualmente o profissional de jornalismo possui pisos salariais diferentes, consoantes a jornada de trabalho, atividade exercida, ao Estado ou cidade em qual atua.

A nível nacional, o Estado com maior piso salarial é Alagoas, pagando um mínimo de R$ 3.070,28 em várias empresas. Já em São Paulo, por exemplo, o piso é segmentado entre jornalistas que atuam na capital (R$ 2.719), no interior (R$ 2.235), Rádio e TV na Capital (R$ 2.100), Rádio e TV em municípios com mais de 80 mil habitantes (R$ 1.365) e Rádio e TV em municípios que não excedem os 80 mil (R$ 1.314). No entanto, a média salarial atual no Brasil é de R$ 2.017,64, apresentando uma queda de R$ 61,43 em 6 meses de acompanhamento da pesquisa. Este valor está dividido entre profissionais que recebem valores abaixo do piso (R$ 1.149) e outros que contabilizam as quantias máximas (R$ 3.500).

O salário de acordo com os estados

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Como observado anteriormente, o salário nesta profissão varia muito de acordo com a cidade, o Estado, a atividade e exercida e até mesmo relativamente ao número de habitantes do município de trabalho. Veja quanto ganha um jornalista em alguns estados brasileiros e como estes valores são contabilizados de acordo com a FENAJ:

Acre: piso único salarial de R$ 2.053,08;

Alagoas: também possui um único piso para todo o Estado, sendo ele de R$ 3.070,28, o maior do país;

Bahia: em jornada de 7 horas, o salário é de R$ 2.800,08; já com cinco horas, o valor cai para R$ 1.750;

Ceará: na atuação em jornais e revistas o salário é de R$ 1.727,79; assessores de imprensa ganham, em média, R$ 3.018,93; já profissionais de rádio e TV tem um salário de R$ 2.056,50;

Distrito Federal: jornadas de cinco horas em mídia impressa e eletrônica pagam, em média, R$ 2.247;

Espírito Santo: na rádio da capital o salário é de R$ 1.535,37; nas de outros locais, de R$ 1.316,75. Para jornalistas que trabalham na TV da capital, o salário é de R$ 1.807,05; em outras emissoras, de R$ 1.316,75. Quando se tratam de empregos em jornais da capital, o salário é de R$ 1.807,05; outros jornais, R$ 1.381,16. Por fim, jornalistas que trabalham em revistas da capital, ganham em média, R$ 1.443,94; em outros locais este valor cai para R$ 1.308,33;

Rio de Janeiro: no Rio o sistema de remuneração acontece de maneira um pouco diferente, baseando-se na carga horária e no número de habitantes referentes à área de atuação do jornalista. Em municípios com mais de 300 mil habitantes, redatores que trabalham 5 horas por dia ganham R$ 1.380,35; em jornadas de 7 horas, o valor sobe para R$ 2.065,54. No mesmo quesito de habitantes, os repórteres que trabalham 5 horas ganham R$ 1.117,53; os que trabalham 7, R$ 1.698,50;

Já em municípios com menos de 300 mil habitantes, os valores de 5 horas para redatores e repórteres são de R$ 1.368,80 e R$ 1.115,44, respectivamente. Para 7 horas de trabalho, vão para R$ 1.387,36 e R$ 1.267,38;

Goiás: no Estado de Goiás o piso é único, sendo ele de R$ 2.063,87;

Maranhão: no Maranhão o piso salarial também independe do local ou número de habitantes onde a profissão é exercida, sendo o valor de R$ 2.216;

Mato Grosso: piso salarial único de R$ 1.600,50;

Minais Gerais: segmentados entre Rádio, TV e Produtoras, os salários vão de R$ 1.836 a R$ 1.987 como piso;

Pará: no Estado do Pará as categorias de jornalistas são divididas entre A, B e C atuantes na capital ou no interior. Para a categoria A é pago um piso salarial de R$ 2.178,56 na capital e R$ 1.524,98 no interior; na categoria B, o piso é de R$ 2.713,01 na capital e R$ 1.899,11 no interior. Já a categoria C ganha o equivalente a R$ 2.860,97 na capital e 2.002,68 no interior;

Paraíba: neste Estado o piso salarial é único, contabilizando os R$ 1.649,20;

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Paraná: o Paraná estipula um único piso salarial para jornalistas que atuam em jornais, revistas, rádios e TV, sendo este valor de R$ 2.963,60;

Pernambuco: neste caso, jornalistas de jornais, rádio e TV da região metropolitana do Recife que trabalham 5 horas por dia ganha R$ 1.500,00; já os mesmos profissionais que atuam fora da metrópole ganham R$ 1.200;

Piauí: no Estado o piso salarial é único e tem reajuste de anuênio de 2% em cima do salário de R$ 1.157,40;

Rio Grande do Norte: também com piso único, o salário base do Estado é R$ 1.370;

Rio Grande do Sul: profissionais que atuam em jornais, revistas, rádio e TV na capital ganham o piso de R$ 2.127,24; já no interior, este valor cai para R$ 1.811,40;

Santa Catarina: jornalistas que trabalham em jornais e revistas têm o piso salarial de R$ 2.090 no Estado;

São Paulo: o piso é segmentado entre jornalistas que atuam na capital (R$ 2.719), no interior (R$ 2.235), Rádio e TV na Capital (R$ 2.100), Rádio e TV em municípios com mais de 80 mil habitantes (R$ 1.365) e Rádio e TV em municípios que não excedem os 80 mil (R$ 1.314);

Sergipe: em rádio, TV e jornais o piso salarial é de R$ 1.365,56;

Tocantins: para todas as categorias o piso é único, com valor de R$ 2.063,87;

Onde estudar jornalismo

De acordo com o ranking de 2015 lançado pelo índice Folha RUF, algumas faculdades possuem destaque em relação aos cursos de jornalismo. Escolher uma boa instituição é fundamental para ter representatividade no mercado de trabalho e receber salários compatíveis ao reconhecimento acadêmico. Veja as posições das cinco melhores nas categorias públicas e privadas.

Universidades Privadas:

4º Faculdade Cásper Líbero (FCL)

5º Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)

7º Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

9º Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)

12º Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

Universidades Públicas:

1º Universidade de São Paulo (USP)

2º Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

3º Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

4º Universidade de Brasília (UNB)

5º Universidade Federal da Bahia (UFBA)
 

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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