Quando o intercâmbio dá errado...

Seja por um mês ou um ano, as chances de algo dar errado ou não sair como o esperado existem. Saiba como lidar com os erros e transforma-los em experiência.

Quando o intercâmbio dá errado...
Aprenda como lidar com os erros e transforma-los em boas experiências

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Seja por um mês ou um ano, as chances de algo dar errado ou não sair como o esperado existem. Adaptar-se é essencial, aprender a conviver e se comunicar, além de tirar um bom proveito do curso que estiver frequentando. São diversos os pontos a serem integrados no dia-a-dia e, manter a cabeça no lugar é muito importante para conseguir assimilar tanta novidade. Mas, e se algo dá errado? Não me dei bem com a família hospedeira, não me adaptei com a culinária local e o curso não é nada do que eu imaginava.

Nestes casos, é importante documentar os acontecimentos com fotos, comunicar os responsáveis pelo curso ou pelo intercâmbio, além de arquivar os emails enviados para a agência relatando os problemas encontrados. 

Os impasses mais comuns relatados por intercambistas

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1. Família

Na maioria dos casos, os intercambistas ficam hospedados em sistema de homestay, ou seja, moram em casas de famílias durante a estadia no país. Além da intenção de aprender um novo idioma, um intercâmbio é uma troca de cultura e costumes. Portanto, encontrar problemas com a sua nova família pode se transformar em um pesadelo, afinal, é para lá que você irá retornar e viver todos os dias, até o final do seu curso.

Para já se familiarizar com sua host family, peça à agência de intercâmbio o maior número de detalhes sobre eles. Se for possível, entre em contato com a família e converse com eles durante um tempo antes da viagem. Saiba a respeito de seus costumes e se condicione a adaptar-se ao estilo de vida deles, comunicando-os, caso seja necessário, algumas restrições que venha a ter (alimentares, religiosas, físicas, etc).

Havendo alguma situação grave com a nova família, na qual a situação se estenda além do suportável, veja se há possibilidade de se mudar de moradia. As agências não costumam trocar o intercambista de moradia a não ser que a situação seja mesmo preocupante. Incompatibilidades pessoais não costumam ser levadas em consideração para uma mudança, portanto, aprender a conviver e respeitar as diferenças é essencial.

2. Comida

Assim como a família, adaptar-se com um novo cardápio e costumes alimentares pode causar um certo desespero no intercambista após um certo tempo. A vontade de trocar tudo por um prato de arroz e feijão pode ser real para muitos viajantes. 

Principalmente para os intercambistas que possuem uma dieta mais restrita ou que são bastante seletivos com a comida, o sofrimento para se adaptar será ainda maior, afetando inclusive o organismo. Uma sugestão para que a hora de comer não se torne um pesadelo é oferecer-se gentilmente para acompanhar a sua host family na hora das compras no supermercado e sugerir ingredientes ou receitas que lhe agradem.

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3. Rotina

Família, alimentação, clima, amigos, idioma... infinitas são as mudanças na vida de um intercambista assim, do dia para a noite. Se você é apegado à rotina e qualquer imprevisto vira o seu humor de ponta cabeça, prepare-se para passar um aperto durante pelo menos o primeiro mês de intercâmbio.

Procurar se inteirar da rotina de sua nova casa pode ser um bom começo para começar a tratar tudo com mais naturalidade. Faça parte da família, ajude-os nas tarefas domésticas e questione-os acerca de alguma dúvida ou se precisar conversar.

As famílias inscritas nos programas de intercâmbio costumam ser habituadas com pessoas na mesma situação que você, portanto, com um tato para tratar da sua adaptação inicial. Com humildade e paciência, se aprende muito e, em pouco tempo, mudar de rotina passará a não te irritar mais.

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4. Ensino

Para os intercambistas que se aventuraram em busca de um curso específico ou para os jovens que viajaram para um ano de intercâmbio cultural, a questão do ensino se aplica. O curso pode não ser como o esperado e contratado e a escola pode não estar preparada para receber devidamente o jovem. É bom lembrar que, se quiser trocar de turma ou tiver problemas em relação ao curso, deve procurar o responsável, seja ele do curso, da instituição de ensino ou, na pior das situações, se houver algum tipo de desrespeito, agressão ou discriminação, deve-se comunicar à agência de intercâmbio para que lhe oriente sobre as atitudes a serem tomadas e quais os seus direitos. 

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5. Idioma

Você está a milhares de quilômetros de casa, com pessoas que nunca viu na vida e que não falam o mesmo idioma que você. Principalmente se o intercambista está realmente empenhado em aprender a nova língua, a recomendação é se manter o mais afastado possível de outras pessoas que tenham o mesmo idioma. Deste modo, a auto cobrança para aprender a se comunicar é ainda maior.

Porém, se o estudante não possui nenhuma familiaridade com o idioma, a experiência pode ser desesperadora durante um bom tempo, até que o aprendizado “na marra” faça efeito e ele possa rir de todas as situações depois.

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6. Saudade

Ah, a saudade. Antes de viajar, os preparativos e a empolgação não te deixam pensar sobre o quanto a saudade vai doer, principalmente se o seu programa de intercâmbio passar dos seis meses.

Aí então, você vai querer comer a comida da sua mãe, sair com seus amigos, ter a sua rotina e o seu cantinho de volta, mas é tudo por uma boa causa e terá muito mais significado quando estiver de volta. Com boas histórias para contar, aprendizados e um currículo de fazer inveja. Abrace a oportunidade e boa viagem!

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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