10 profissões que devem desaparecer nos próximos anos

Confira uma lista de profissões que devem desaparecer nos próximos anos. Pesquisas apontam como isso vai acontecer.

10 profissões que devem desaparecer nos próximos anos
Será que uma dessas profissões pode ser a sua?

Você consegue imaginar os nossos dias sem os carteiros, os taxistas e os agricultores? Parece improvável não é? Mas essas profissões estão em vias de serem extintas nos próximos anos. Com base em dados de uma pesquisa americana realizada pelo U.S. Bureau of Labor, as profissões aqui citadas irão sofrer gradativas reduções até se desaparecerem por volta do ano de 2025. Veja a lista abaixo.

Profissões em risco de extinção


1. Técnicos de produção da indústria têxtil

O número de vagas para esses setor tem sofridos quedas bruscas ano a ano. As máquinas da indústria têxtil tem-se modernizado cada vez mais em termos tecnológicos, substituindo o trabalho humano. A previsão é que 6.800 técnicos de produção da indústria têxtil estarão sem lugar no mercado em 2020.

2. Agente de viagens

Com os atuais motores de busca na internet e aplicativos oferecendo o serviço de planejamento de viagens gratuitamente, são cada dia mais raras as consultas às agências de viagens.

Com funções que agendam as passagens, estadias, os tickets a se comprar com antecêdência e até mecanismos que dizem quanto tempo se deve esperar para que os preços de um desses quesitos caiam, o agente de viagens na forma como conhecemos atualmente, tende a desaparecer. A queda nesse setor deve ser de 12% nos próximos oito anos.

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3. Carteiros

Como hoje em dia mandar cartas é algo raro e até as faturas e boletos bancários estão sendo gradualmente substitúidos pelo sistema eletrônico (email) ou débito automático, a demanda por esses profissionais deve cair 28% até 2022.

4. Trabalhador Rural

Os trabalhadores rurais tal como conhecemos hoje também entram na categoria que deve sumir devido aos avanços tecnológicos das máquinas. A colheita mecânica é mais rápida e traz maior custo benefício ao empregador substituindo a mão de obra humana. A queda esperada para esse setor até 2022 é de 19%. Por outro lado, percebe-se uma mudança na produção rural, os alimentos orgânicos começam a ganhar espaço no mercado de alimentos, o que deve trazer mudanças para os trabalhadores do setor.

5. Repórter de jornal impresso

Com o aumento das notícias online e a consequente queda no número de assinantes e anúncios publicitários nos jornais impressos, cada vez menos repórteres estão sendo contratados. Como grandes jornais deixaram de imprimir e optam por versões difitais, as equipes de jornalismos estão diminuindo drasticamente. A queda esperada no setor nos próximos anos é de 13%.

6. Trabalhador de impressão gráfica

Com a baixa no uso do papel e a crescente digitalização de todos os tipos de documento, o setor de impressão gráfica deve continuar a descrescer. Os profissionais mais afetados são aqueles, a exemplo da profissão citada acima, que atuam na impressão de jornais e revistas. Nos próximos anos a queda nas contratações deve ser de 5%.

7. Locutor de rádio

As notícias não são boas para aqueles que trabalham em veículos de comunicação. Com as mudanças no setor, o rádio continuará a ser afetado. A área, que já vem tendo descréscimo à muito tempo, continua em queda, que deve se acentuar quanto mais as pessoas se tornam ligadas ao mundo virtual.

A proliferação de programas de música como o Spotify, Itunes, Pandora, faz com que cada vez mais os ouvintes de rádio estejam focados no online. A extinção dessa profissão não é tida como certa, mas a redução de 2400 é prevista até 2022.

8. Taxistas

Supreso por ver os taxistas nessa lista? A profissão está na lista daquelas em risco de extinção devido à mudanças no mercado e na política de trânsito das principais cidades. Existem cada vez mais aplicativos para smartphone ( como o Uber e Lyft) que sugerem motoristas particulares e sites de caronas pagas que custam muito menos do que os superfaturados serviços de táxi.

Além disso, grandes e importantes cidades do mundo estão reorganizando o trânsito para que cada vez exista menos congestionamento nos centros proibindo a circulação de carros em certas vidas e dando prioridade a outro tipo de locomoção como a bicicleta, transportes públicos, etc. Paris e Barcelona já estudam essa medida e é uma tendência que deverá se expandir às demais cidades.

9. Cozinheiros/atendentes de restaurantes de fast-food

Até 2020, a previsão é de que 19 mil cozinheiros e atendentes das cadeias de restaurantes e lanchonetes tenham “sumido” do mapa do trabalho. O porquê?

Rotinas de trabalho exaustivas e baixos salários farão com que muitas pessoas procurem maior qualidade de vida em outros trabalhos, além do aumento do grau de instrução da população de uma forma geral, que terá condição de optar por carreiras mais promissoras. A tendência é que se torne um trabalho temporário para muita gente, e a rotatividade seja ainda maior do que já é atualmente.

10. Coletores de impostos e leitores de medidores

A mecanização vai tirar postos de trabalho, mais uma vez. A instalação de leitores de medidor automatizado, que é cada dia mais comum, irá substituir essa profissão que já se encontra em vias de extinção.

Até 2022 haverá queda de mais de 19 mil postos de trabalho desse tipo. Os coletores de impostos passam por exatamente a mesma situação, a tecnologia vai substituí-los. Para os próximos anos sugerem-se redução de 4% no número de profissionais contratados.

Áreas em ascensão

Para analisar quais profissões não estão ameaçadas de extinção é preciso ver quais habilidades as máquinas (ainda) não são capazes de executar.

  • Inteligência Social – As máquinas não têm capacidade de negociar, persuadir e cuidar. Isso é importante na coordenação de funcionários e no contato cara a cara com clientes. Então: relações públicas, advogados (e demais cargos jurídicos), terapeutas, fonaudiólogos, e organizadores de eventos estão a salvo.
  • Criatividade - As máquinas não possuem habilidade de interpretar e improvisar. Elas não têm imaginação nem sensações então as profissões que precisam dessas capacidades terão vida longa. Designers, escritores, desenhistas, coreógrafos, artesãos e desenvolvedores de softwares provavelmente não terão suas capacidades substituídas por máquinas.
  • Percepção e manipulação – As máquinas não têm capacidade de adaptar movimentos e esforços, em atividades aparentemente iguais mas que jamais ocorrem duas vezes do mesmo jeito. Então: os dentistas, arqueólogos, psicólogos, médicos, farmacêuticos e microbiólogos podem ficar tranquilos.

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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