8 problemas que só quem tem carro velho entende

Você ama seu carro velho, mas ele vive te dando dor de cabeça? Saiba quais são os problemas mais comuns nos carros antigos e as possíveis causas das visitas freqüentes ao mecânico.  

8 problemas que só quem tem carro velho entende
Quem tem ou já teve um carro velho sabe que ele pode dar alguns problemas

Quem tem um carro velho em casa sabe muito bem de todos os problemas que ele tem.  É certo que um carro mais antigo vai apresentar um número razoável de problemas que normalmente não aparecem em carros novos. Apesar dos carros antigos terem sido feitos para durar, após 10 a 15 de uso eles começam a apresentar problemas inevitáveis. Um probleminha aqui, leva no mecânico e fica tudo certo. Passam mais uns meses, outro aparece e lá vai o carro para a manutenção novamente. Seja porque você pegou amor pelo seu carro velho, ou porque não tem condição de comprar um novo, você sabe que mais cedo ou mais tarde vai ter que levar seu velho companheiro ao reparo novamente.

Carro velho, problemas comuns

Você sabe quais os problemas mais comuns aos carros velhos? Confira na nossa lista!

1. Problemas elétricos

O sistema elétrico de um carro velho acaba por apresentar problemas simplesmente por excesso de uso. A bateria começa a descarregar mais depressa do que deveria, a correia do alternador fica velha e pode arrebentar e o mau contato também é comum. É quase tradição ter um probleminha ou outro elétrico no carro velho: se os vidros são elétricos, pelo menos 1 dos 4 não desce, ou descem muito lentamente. Trava elétrica funciona quando quer, tem que ficar de olho. E o som do carro que precisa de uns tapinhas para pegar no tranco (devido ao mau contato) também é bem comum!

2. Vazamento de óleo

Você tira o carro da garagem e está lá aquela mancha de óleo no chão. Aquilo além de manchar o piso e deixar cheiro, ainda gera preocupação no dono do carro velho. Vazar óleo em carro velho é normal? Não, e a maioria das vezes a culpa é do motorista. As razões mais comuns para o vazamento é colocar óleo em excesso ou o tampão do cárter (reservatório de óleo) não estar bem apertado. É necessário verificar com freqüência se está tudo nos conformes. Se o nível estiver certo e o tampão bem encaixado, o reservatório pode estar rachado e você vai precisar trocar.

3. Problemas no motor

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Só de ouvir “problema com o motor” o dono de carro velho já tem arrepios. Se o motor pifar ou tiver um problema grave, é a morte do carro. Mas os problemas são muitos e uns são mais graves, outros nem tanto assim – e a substituição de uma peça ou outra pode salvar seu velho companheiro. Se o seu motor está falhando ou engasgando pode ser sinal de: combustível adulterado, tanque de combustível sujo, bicos injetores sujos ou entupidos, cachimbo desgastado, platinado velho, vela cansada, filtro do combustível entupido, carburador com acúmulo de sujeira e bomba de combustível com falhas.

4. Água baixando rápido

Ter que repor a água com muita freqüência ou perceber que o carro está “fervendo” são problemas comuns nos carros velhos. Os motivos podem ser muitos e os motoristas precisam tomar cuidado (e agendar mais uma visita ao velho amigo mecânico).  Pode ser que haja um vazamento na mangueira de retorno do radiador - o que além de baixar rápido a água do reservatório, faz com que bomba de água e válvula termostática trabalhem ‘a seco’, prejudicando peças.  Isso pode gerar super aquecimento e até fundir o cabeçote do motor. Para evitar isso, a manutenção, limpeza e uso de aditivo – que ajuda na retirada de sujeira evitando a corrosão de peças do sistema e contribui para lubrificar as mangueiras – são muito importantes.

5. Problemas na suspensão

A suspensão é a causa da maioria da “barulheira” que o carro velho faz ao andar. O mais comum é o barulho da suspensão da frente, até porque o peso do motor exige mais da suspensão dianteira. Os ruídos intermitentes estão relacionados a determinadas situações, como torções, subidas, valetas ou mesmo a combinação delas e são facilmente identificadas pelos mecânicos. Já quando o barulho vem da suspensão traseira, os problemas mais comuns são os amortecedores sem ação, molas quebradas, escapamento solto, folga na fixação do estepe e macaco, tampão traseiro dos alto-falantes.

6. Demora para pegar

problemas de carrovelho


A partida lenta também é um probleminha comum no carro velho. Aquele barulhão que ele faz na tentativa de pegar, com todo mundo fazendo pensamento positivo para o “possante” pegar no tranco é quase rotina para quem tem carro velho. Normalmente o problema está na bateria. Os parafusos podem estar frouxos, o alternador pode não estar carregando a bateria,  a bateria pode estar fraca, ou  ainda em casos de carros a etanol, os dias frios podem dar um pouco mais de trabalho para o motor pegar. É preciso paciência e fé que uma hora ele pega!

7. Consome muito combustível

É muito comum os carros velhos consumirem muito combustível. Não são todos, é verdade, mas a grande maioria é considerada como carros beberrões. Os motivos para isso são muitos:  a vela de ignição pode estar precisando trocar,  o filtro de ar está velho, o sensor de oxigênio está trabalhando mal, a bobina de ignição está com defeito. E em alguns casos não tem nada de errado, o carro é que bebe muito mesmo!

8. A porta e o vidro precisam de uma forcinha para fechar

Sabe quando você vai sair de um carro velho e o dono já diz: “pode bater”? É porque ela já está difícil de fechar normalmente. E quando a gente se esquece e fecha a porta com uma força normal, é preciso dar aquele esbarrão com os quadris na porta para ela “terminar de fechar”.  O trinco pode não estar funcionando bem por desgaste, pode haver problemas na borracha do carro ou um empenamento da porta. Isso pode ser facilmente consertado no mecânico. O vidro também precisa que você “segure ele” na hora de fechar, ou precise subir um pouco para pegar no tranco? Daí o problema deve ser elétrico.


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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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