Portabilidade bancária: como funciona

Como a portabilidade bancária dá oportunidade ao cliente de fazer transferências de saldos ou dívidas entre instituições e quais os benefícios.

Portabilidade bancária: como funciona
Veja quais são as vantagens da portabilidade bancária

O processo de portabilidade bancária transfere seus recursos de uma instituição para outras sem qualquer cobrança para o participante. As duas situações onde podemos usar o benefício da portabilidade bancária são: transferência de saldo de conta-salário para conta corrente e transferência de saldo devedor para outra instituição bancária.

Saiba o processo da portabilidade bancária

A portabilidade de transferência de saldo de conta-salário para conta corrente acontece em decorrência de vínculo empregatício, o consumidor se vê obrigado a ser titular de conta-salário em determinado banco. Nesse caso, ele poderá solicitar que seu salário seja transferido para uma conta-corrente em um banco e isso será automático, do qual seja correntista, sem precisar fazer essa transação todos os meses.

Quando o cliente tem saldo negativo em um banco, tais como: empréstimo, financiamento, dentre outras, ele terá então direito a recorrer à outra instituição bancária, a qual pagará sua dívida de origem, passando a ser credor. O valor e prazo da nova operação contratada por pessoas físicas, para fins da portabilidade, não pode ser superior ao valor do saldo devedor e ao prazo remanescente da operação original a ser liquidada.

Não há desvantagens no recurso da portabilidade bancária do saldo devedor, mas nem sempre temos vantagem quando trocamos um banco na portabilidade bancária, sendo necessário fazer as contas e negociar com os bancos. Obviamente, temos vantagem em poder trocar o crédito de um banco para outro buscando um custo menor para ele.

Atualmente, foram definidas novas regras da portabilidade bancária de financiamento imobiliário com Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Isso quer dizer que o financiamento de sua casa própria pode ser mudado de um banco para outro, mesmo se tiverem usado recursos do FGTS. A vantagem seria conseguir uma taxa de juros menor.

Se o consumidor tiver um valor devedor em uma instituição e desejar transferir essa dívida para outro lugar, deve, primeiramente, pesquisar aquele que lhe oferece uma melhor situação. Assim que transferido o saldo devedor para o outro banco, ele quitará sua dívida e passará a ser cobrado os valores na forma ajustada. O consumidor não precisa manter qualquer contato com o primeiro banco, no caso, o credor originário.

Todo banco é obrigado a acatar a retirada do seu financiamento, entretanto as instituições não são obrigadas a pegar esse processo em andamento. A dica é analisar a disponibilidade junto aos bancos, estudar todos os detalhes e ter a certeza de que tudo será aceito antes de dar andamento à transferência.

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Elisabete Machado Elisabete Machado

Brasileira, natural de São Paulo, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e Pós-graduada em Fundamentos da Cultura e das Artes pela Universidade Estadual Paulista. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa.

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