Pontos turísticos de Paris para visitar e não gastar nada

Paris low cost é possível? Conheça os principais pontos turísticos de Paris para visitar sem pagar nada.

Pontos turísticos de Paris para visitar e não gastar nada
É possível passear em Paris sem gastar nada

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Os pontos turísticos de Paris não acabam mais. São 426 parques, 26 museus e mais de 46 pontos históricos espalhados pela cidade, esperando para serem visitados. Não é difícil concluir que uma viagem de uma semana – e até mesmo de um mês – baste para conhecer a capital francesa. Mas isso significa que também dá para conhecer os pontos turísticos de Paris sem gastar nada além do transporte.

Pontos turísticos de Paris gratuitos

Aqui abaixo citamos só algumas das opções que o viajante tem para conhecer Paris com pouco dinheiro, e só listamos passeios gratuitos. Veja como conhecer os principais pontos turísticos de Paris sem gastar os olhos da cara – e ainda conhecer um lado B da cidade cheia de cultura que foge da famosa foto clichê na torre Eiffel.

Catedral de Notre-Dame

Quem já assistiu ao filme da Disney “O Corcunda de Notre-Dame” vai ver em cada canto da catedral um motivo para se lembrar do longa de animação. O filme é inspirado na obra original de Victor Hugo “Notre-Dame de Paris”. A arquitetura gótica da catedral data de 1.163 e o local onde está situada, na Ilê de Citê, é rodeado pelo Rio Sena, que também merece uma visita à sua margem.

Mercado de Pulgas Saint-Ouen

São vários mercados que juntos formam praticamente um labirinto. Cada um é especializado em um tipo de mercadoria. Biron, Dauphine, Rosiers, Paul Bert, Malik, Serpette e Vernaison são os nomes dos principais mercados de mobiliário e antiguidades. Fora desses mercados, é possível encontrar o mercado de pulgas de roupas e outros objetos a preços muito mais acessíveis. Mesmo que seja só para conhecer, a visita já vale muito a pena.

Campo de Marte

É uma das maiores áreas verdes de Paris, localizada entre o Colégio Militar e a Torre Eiffel. No século XVI, foi um extenso campo de plantação e pomares. No século XVIII, era o local de treinamento do exército francês. Depois da construção da Torre Eiffel, em 1889, o exército cedeu as terras a Paris, que revitalizou o parque sob o comando do arquiteto Jean-Camile Formigé.

Cemitério Père-Lachaise

O cemitério foi inaugurado em 1804 e foi alvo de críticas da população parisiense por ser muito distante do centro. Por isso, foram transferidos para lá os corpos de personalidades icônicas, a fim de apaziguar os ânimos da população e convencê-la de que o Père-Lachaise era uma boa opção. Entre as personalidades sepultadas no Père-Lachaise, estão Honoré de Balzac, Oscar Wilde, Marcel Proust, Amadeo Modigliani, Max Ernst, Auguste Comte, Pierre Bordieu, Édith Piaf e outros nomes famosos.

Basílica do Sacre Coeur + Montmartre

A basílica é o símbolo do bairro boêmio de Montmartre e está localizada no ponto mais alto da cidade. Ela foi construída com mármore travertino, extraído do Sena e Marne, o que lhe confere a cor branca inconfundível. A ideia da construção da igreja data de 1870. Durante a guerra Franco-Prussiana, a promessa de Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury à população era de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse às investidas do exército alemão. Depois de visitar a igreja, é legal conhecer o bairro de Montmartre, inspiração para o filme Moulin Rouge e ponto de encontro de artistas e intelectuais franceses a partir de 1860. Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec, por exemplo, eram frequentadores assíduos do bairro.

Parque de Buttes-Chaumont

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Paris tem mais de 426 parques e espaços verdes para visitar, mas a maioria dos turistas insiste em conhecer o Touilerie Jardin e o Parque de Luxemburgo. Fugindo um pouco desses passeios mais conhecidos, e num ponto mais afastado da cidade, está o Buttes-Chaumont, um parque diferente da conhecida simetria dos jardins franceses: ele é todo assimétrico nas suas formas. O local, há mais de 150 anos, já foi aterro sanitário e pedreira de extração de gipsita. Depois da revitalização, virou um lugar perfeito para sentar e observar Paris de longe, numa espécie de mirante.

Parque Monceau

Um dos parques mais aristocráticos da capital francesa, foi o local escolhido pela burguesia para construir os seus palácios ao redor. Depois das grandes reformas de Haussmann, o parque ganhou grandes portas de ferro dourado e um paisagismo que imita a arquitetura grega. Ainda hoje, é um privilégio viver perto do parque Monceau e passear por ali foge do circuito turístico comum, mas vale muito a pena.

Canal de St. Martin

Quem já assistiu a “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” deve se lembrar das cenas em que Amélie joga as pedrinhas no rio. Quem tem a memória mais afiada ainda, vai se lembrar de que o riozinho em questão era o Canal de St. Martin. Vale a visita.

Promenade Plantée

O Promenade Plantée é um parque suspenso, construído sobre a linha desativada de trem de Vincennes. O parque foi inaugurado em 1993 e tem 4,7km de extensão. O passeio começa perto da Ópera da Bastilha e acaba na entrada de Montempoivre. Às vezes suspenso, às vezes à altura do solo, o passeio também pode surpreender com túneis.

Arco do Triunfo + Champs-Élysées

O Arco do Triunfo foi construído em homenagem às vitórias de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Foi inaugurado em 1836 e tem gravado o nome de 128 batalhas e 558 generais. O Arco do Triunfo fica na praça Charles de Gaulle, entre a avenida de mesmo nome e a Champes-Élysées. Depois, vale o passeio pela Champs-Elysées, a segunda avenida com aluguéis mais caros de toda a Europa e as principais lojas do segmento luxo juntas.

Praça da Bastilha

A Bastilha marca a derrocada do Absolutismo na França. Foi construída por Carlos V e servia, inicialmente, como portal de entrada para o bairro de Sr. Antoine, mas aos poucos foi ampliado e se transformou numa fortaleza que protegia o leste de Paris e abrigava ali também um palácio. Depois da Guerra dos Cem Anos, a realeza francesa passou a utilizar a Bastilha como uma grande prisão estadual. A derrubada da Bastilha em 14 de julho de 1789 é o marco da Revolução Francesa.

Museus - Primeiro domingo do mês gratuito

Atenção à data da sua viagem. Se um dos seus dias em Paris calhar no primeiro domingo do mês, a maioria dos museus abre as portas aos visitantes de graça – isso também acontece em outros países da Europa. É claro que, se escolher os mais populares, sempre vai enfrentar grandes filas à porta. Clique aqui e acesse o blog Paris Lado B para saber quais são os museus gratuitos na cidade no primeiro domingo do mês.

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Gabriela Ventura Gabriela Ventura

Natural de São Paulo, estudante de Publicidade e Propaganda na USP. Não tem hobbies fixos nem rotina, é apaixonada pelo imprevisto. Foi fazer intercâmbio em Lisboa e... estendeu a estadia por tempo indeterminado.

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