Viajar não é para ricos. É para quem se planeja

Antecipe os pagamentos, use o Google Maps, guarde dinheiro e programe as férias. Viajar não é exclusividade de quem tem muito dinheiro. Saiba por que aqui.

Viajar não é para ricos. É para quem se planeja
Dicas para planejar a viagem e ficar descansado

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Viajar não é só privilégio de quem tem muito dinheiro. É para quem sabe aonde ir, como ir, o que comer e onde comprar. Antes era muito mais difícil fazer isso sem o auxílio da internet, e o jeito era apelar para os livrinhos de turismo que limitavam as escolhas e o conhecimento. Hoje já é uma questão de querer ou não se informar, já que tudo está disponível na internet. O Google Maps pode ser o maior aliado de quem quer saber os pontos turísticos e fazer um roteiro personalizado. Para quem aprende a pesquisar, uma viagem pode ser muito mais econômica.

Viajar = Planejar = Antecipar

O segredo está no planejamento. Não é só pagar a passagem e o hotel e achar que está tudo garantido. Assim como a aquisição de passagens aéreas com antecedência pode gerar muita economia para o viajante, garantir outras facilidades com antecedência também pode ser muito mais vantajoso quando comparado à compra num balcão. É o caso dos passeios, deslocamentos e transportes públicos. Deixar tudo pago é a solução ideal para o viajante que quer ir descansado e usar o dinheiro só para os comes e bebes.

1. Guarde dinheiro

Antes de tudo, o primeiro passo é juntar dinheiro para viajar. Já pensou que, se guardar R$ 100 a partir de janeiro, pode fazer uma viagem de ano novo em destinos nacionais espetaculares? E, ainda por cima, dá para contar com a junção do décimo terceiro e das férias para que seja ainda mais especial. Para quem quer um destino internacional nas férias, é preciso guardar mais e ter mais disciplina. Mas quem disse que não é possível viajar o mundo gastando pouco?

2. Programe as férias

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Condicionar as férias à alta temporada significa pagar muito mais até mesmo na comida. Para evitar os gastos excessivos e algumas furadas que podem estragar as suas férias, planeje para um período com menor movimento. Em julho é verão na Europa e a ida especialmente aos países do sul pode ser muito mais cara. Durante o verão brasileiro – inverno na Europa – o turismo europeu baixa os preços por conta do menor fluxo dos habitantes da União Europeia. Quem quer gastar menos pode conhecer o inverno do outro hemisfério e até ver a neve por preços muito mais justos.

3. Acompanhe o câmbio

Saber o que está acontecendo com a economia nacional e internacional não é só uma tarefa de investidores. Acompanhar todo o cenário econômico mundial é saber que os governos têm diretrizes até mesmo para forçar uma queda na cotação de moedas – e têm até datas para isso. É o caso do que aconteceu em 22 de janeiro deste ano: com a injeção de trilhões de euros na economia por parte da união europeia, a alta oferta da moeda naquele dia fez a cotação baixar de R$ 3,02 para R$ 2,89. Uma diferença de R$ 0,13 pode fazer muito pelo bolso dos viajantes. 

4. Compre a moeda antecipadamente

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E não é só verificar o câmbio e as manobras dos governos. Comprar moeda pode não ser uma roleta russa para quem está antenado. Não deixe para comprar nas casas de câmbio dos aeroportos: faça uma pesquisa das casas de câmbio mais baratas do Brasil e não deixe de considerar as taxas de administração para fazer a escolha mais vantajosa. A diferença de cotação entre uma casa de câmbio no aeroporto e uma na cidade pode ser de até R$ 0,30. Estipule uma data limite para comprar a moeda: no caso de não ter baixado num período, acompanhe todos os dias e aguarde uma queda descomunal para adquiri-la. Na última semana, por exemplo, o Euro comercial sofreu uma queda de R$ 0,20.

5. Fique atento às promoções de passagens aéreas

O site Momondo.com tem uma ferramenta que permite verificar com rapidez os preços das passagens aéreas: dá para ver, num gráfico, as datas em que as passagens são mais baratas e fazer combinações de dias para que fique o mais barato possível. Entre um dia e outro pode haver uma variação de até R$ 500 entre os preços das passagens. Se você ainda não sabe, veja como comprar passagens aéreas maia baratas com essas dicas do E-konomista.

6. Escolha um hotel/hostel (ou não)

Sempre que for reservar um quarto, procure verificar a proximidade do estabelecimento com os seus pontos de interesse. Às vezes, o que o viajante economiza na estadia, acaba gastando com deslocamentos até os pontos turísticos. Para os aventureiros, dá para trocar a estadia em hostels pela ajuda com serviços do local, como pintura ou recepção. Para quem não quer gastar nada com a estadia (ou muito pouco), vale visitar os grupos do Facebook para viajantes de couchsurfing e procurar uma boa alma que o acolha por algumas noites. Mas é importante lembrar que tudo isso deve ser feito antes de viajar para evitar imprevistos e marações de última hora nada amigáveis para o bolso.

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7. Tenha um roteiro

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Seja para conhecer vários países ou um só, ter um roteiro é uma peça-chave. Pesquise os principais pontos do local e como otimizar a ida entre um lugar e outro para não andar às voltas e acabar gastando muito da sua energia e do seu dinheiro com transportes. Visite os blogs e sites com dicas de roteiro ou use até mesmo o Google Maps para saber como ir de um lado a outro do jeito mais fácil, marcando os seus pontos de interesse. Separe os dias para visitar os pontos mais próximos uns dos outros. Veja o que é possível fazer em 10 dias na Europa.

8. Informe-se sobre os transportes públicos locais

É essencial saber onde os transportes públicos podem te levar. Depois de usar o Google para definir os seus pontos de interesse e saber como ir de um lado a outro com transportes públicos, é hora de saber sobre a aquisição de um cartão de transportes. Na maioria das cidades europeias, é possível adquirir um cartão de transportes parecido com o Bilhete Único de São Paulo. Em Londres é chamado Oyster Card, em Lisboa chama-se cartão Viva, no Porto é o Andante e em Paris é o Visite. Todos estes cartões de passagens podem ser adquiridos até mesmo antes da viagem, nos sites dos transportes de cada cidade. É possível até mesmo pagar um preço fixo pela utilização ilimitada durante um período e ainda contar com uma promoção que oferece acesso a pontos turísticos mediante a aquisição do cartão. Vale conhecer mais sobre essas vantagens antes de chegar a algum lugar com a cara e a coragem. Veja qual o melhor transporte para viajar pela Europa: ônibus, trem ou avião.

9. Pague o deslocamento com antecedência

Deslocar-se do aeroporto para o centro da cidade não é tão caro se você adquirir uma passagem antes de viajar. Em Londres, existem vans que levam os passageiros dos aeroportos até o centro por preços muito mais acessíveis do que um táxi ou trem, deixando-os no centro da cidade. É o caso do Easybus, por exemplo, em que os bilhetes são muito mais baratos quando adquiridos com antecedência, a viagem é confortável e dá até para fazer amigos no trajeto. No caso dos deslocamentos entre cidades ou países, verifique o site raileurope, que integra os trajetos de trem de toda a Europa. Dá para adquirir um bilhete com viagens ilimitadas de trem por até três meses em roteiros personalizados, pagando com antecedência. E também existem tarifas especiais para viajantes com idade inferior aos 25 anos. 

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Gabriela Ventura Gabriela Ventura

Natural de São Paulo, estudante de Publicidade e Propaganda na USP. Não tem hobbies fixos nem rotina, é apaixonada pelo imprevisto. Foi fazer intercâmbio em Lisboa e... estendeu a estadia por tempo indeterminado.

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