Qual o preço da pílula do dia seguinte?

Utilizado como um método contraceptivo de emergência, a pílula do dia seguinte deve ser administrada com cautela. Entenda seu funcionamento e custos.

Qual o preço da pílula do dia seguinte?
Saiba quanto custa e como funciona o método emergencial de contracepção

A pílula do dia seguinte é a solução de emergência - também conhecida como Plano B nos Estados Unidos - usada diante de imprevistos com os preservativos ou outros métodos contraceptivos, porém as dúvidas acerca do medicamente ainda são tão comuns quantos os mitos sobre a pílula; muitos ainda não sabem como é o seu funcionamento e até mesmo acreditam que se trata de um processo abortivo, o que não reflete a realidade.

Quanto custa uma pílula do dia seguinte?

Como se trata de um medicamento de emergência, a pílula do dia seguinte possui um custo relativamente acessível. O preço pode variar muito entre as marcas fabricadas e a localidade onde é vendida, porém apresenta um preço médio de cerca de R$ 15. Nestes moldes, entre as marcas mais conhecidas encontramos a Pozato com preço médio de R$ 15 para a caixa com 1 comprimido de 1,5 mg; a Postinor com preço médio de R$ 20 para a caixa com 1 comprimido de 1,5 mg; o Pilem, com média de R$ 10 para a caixa com 2 comprimidos de 0,75 mg; e o Diad com preço médio de R$ 7 para caixa com 2 comprimidos de 0,75 mg.

Como funciona

Existem diversos tipos de pílula do dia seguinte onde cada fabricante optar por um conjunto de compostos diferentes. Segundo pesquisas, as marcas mais conhecidas no Brasil são Postinor-2, Pilem, Pozato, Diad, Minipil2-Post e Poslov, sendo o composto mais usado por elas o levonorgestrel na dosagem de 0,75 mg.

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A pílula, em sua grande maioria, faz uso de hormônios capazes interromper o processo de reprodução por diferentes frentes biológicas. É o caso do levonorgestrel que se trata de um hormônio sintético semelhante a progesterona e pode ser habilmente utilizado como método contraceptivo de emergência, devido a sua capacidade de inibir a ovulação; não havendo óvulo a ser fecundado, não haverá a gravidez. Tal inibição da ovulação é um dos principais motivos para a necessidade de se administrar a pílula o mais rápido possível. Além disso, caso o óvulo já esteja presente na cavidade uterina, esse hormônio é capaz de impedir a fertilização do mesmo pelo espermatozoide e, no caso de ser tarde também para isso, a pílula ainda pode impedir que o óvulo se aloje na cavidade.

Diante de uma situação em que o medicamento seja necessário, este deve ser administrado o mais rápido possível, totalizando um prazo de 72 horas até que não seja mais possível reverter a fecundação. Como exemplo, se ingerida nas primeiras 24 horas, a eficácia é de 88%.

Assim que tomar a pílula do dia seguinte, a mulher deve esperar até a próxima menstruação (o que deve ocorrer cerca de uma semana após a ingestão) e então retomar o ciclo contraceptivo (no caso de anticoncepcionais orais).

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Cuidados e efeitos colaterais

É preciso lembrar que esse método não é 100% eficaz e também não deve ser usado constantemente. Como citado já em questões sobre o tema com o Doutor Dráuzio Varella, tratando-se de um mecanismo de alta dose hormonal, seu uso frequente pode causar uma série de reações adversas, como náuseas, alterações no ciclo menstrual, dor de cabeça e diarreia.

Ainda sob a recomendação de Varella, mulheres com distúrbios metabólicos – principalmente insuficiência hepática e tromboembolismo venoso – devem evitar ao máximo a ingestão deste medicamento.

Obs.: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a ajuda médica. Para mais informações procure um profissional.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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