Estudo afirma que pessoas inteligentes são mais preguiçosas

Pessoas que gostam mais de desafios mentais ficam confortáveis perdidas em seus próprios pensamentos e se mexem menos.

Estudo afirma que pessoas inteligentes são mais preguiçosas
Culpa pode ser de falta de tédio

Você é capaz de passar horas divagando sobre um tema e sem se mexer, deitado na cama ou no sofá, por exemplo? Talvez você seja umapessoa inteligente. Segundo uma pesquisa americana, há uma relação entre a atividade cognitiva e a atividade física: pessoas que usam mais o cérebro acabam se exercitando (fisicamente) menos.

Isso significa que se você é do tipo que ama desafios mentais, provavelmente tenha mais preguiça de ir à academia do que aqueles que gostam menos. Pelo menos durante os dias úteis.

Alta necessidade de coginição, baixo tédio

O estudo avaliou um grupo de voluntário para conseguir estabelecer seu estilo de pensamento. Após isso, eles foram separados em dois grupos: os que pensam mais e os que pensam menos, segundo a Escala de Cognição. O ranking avalia o quanto as pessoas gostam ou não de desafios mensais. Assim, os mais pensantes consideram divertido encontrar soluções lógicas para problemas complexos e têm uma tendência maior a viajar em seus pensamentos abstratos. Já do outro lado ficam as pessoas que não sentem um prazer especial em pensar demais. Em geral este segundo grupo prefere pessoas a pensamentos e tem mais facilidade para reconhecer emoções.

Depois de separados nos grupos, os participantes receberam pulseiras e tiveram suas atividades físicas monitoradas por 7 dias por meio da detecção dos movimentos.

Após uma semana, os cientistas concluíram que aqueles que apreciam mais atividades cognitivas fazem muito menos atividades físicas que os demais, levando em consideração corridas no parque ou sessões de musculação. Além disso, passavam menos tempo em pé e fazem até menos caminhadas para ir ao banheiro durante o dia.

Entre as explicações, de pesquisas anteriores, estaria que pessoas com baixa necessidade de cognição se entendiam mais facilmente e por isso vão atrás de novos ambientes para variar estímulos que recebem. Já os com maior necessidade de cognição não ficam entediados com tanta facilidade, pois conseguem se distrair internamente por mais tempo, e ficam parados.

Vale observar, no entanto, que no final de semana as coisas mudam. Os menos pensantes se exercitam mais em todos os dias da semana, mas aos domingos o nível de exercícios dos dois grupos era quase igual. Como os voluntários eram todos universitários, é possível que a fase da vida influencie esta parte do resultado.

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Redação E-konomista Redação E-konomista

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