Os carros antigos mais queridos do Brasil

Conheça os carros antigos mais queridos pelos brasileiros, as vantagens e desvantagens de se ter um clássico e as razões para tanta paixão por esses veículos.

Os carros antigos mais queridos do Brasil
Fusca, Opala e Maverick são os carros antigos nacionais mais cobiçados.

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Que os brasileiros são apaixonados por carros, não é novidade nenhuma. Mas a paixão por carros antigos no Brasil é um verdadeiro fanatismo, e ele vem crescendo em todo o país com cerca de 20 mil colecionadores e amantes registrados dessas máquinas cheias de estilo. De norte a sul, milhares de fanáticos, colecionadores ou não, procuram este tipo de veículos para comprar.

Mas qual seriam os carros antigos mais queridos no Brasil? Não é fácil responder essa questão, até porque cada apaixonado tem sua preferência. Entretanto, nós do E-konomista resolvemos dar uma mãozinha e listamos as preferências nacionais. Veja abaixo uma pequena, mas de respeito, lista dos carros antigos mais marcantes para os brasileiros. 

TOP 3 de carros antigos

1.Volkswagen Fusca


Não há dúvidas que o Fusca é o carro clássico mais querido do Brasil. Paixão nacional, o “besouro” da Volkswagen ainda faz sucesso nas ruas de todo o país. As primeiras unidades chegaram no país em 1950 e ele deixou de ser produzido em 1996, e ainda hoje mantém um legião de fãs.  

Além do modelo amigável que segundo os apaixonados pelo carro “parece que o carro sorri”, o Fusca é muito conhecido pela sua força e facilidade de manutenção. A resistência da suspensão nas precárias estradas do país e a facilidade com que os mecânicos resolviam eventuais problemas transmite tranqüilidade aos adeptos. 

Os primeiros Fuscas do Brasil chegaram com um preço alto, 540000 cruzeiros, equivalentes hoje a 39200 reais. Hoje em dia, os preços variam muito pela originalidade e boa conservação do veículo. Encontra-se modelos variando de R$5,5 mil e a R$80 mil reais aqui no Brasil.

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2. Chevrolet Opala


Clássico dos clássicos, o Opala é considerado até hoje como um dos grandes carros nacionais. Ele foi sucesso e produzido por 23 anos ininterruptos, até 1992.  A versão que mais arrebatou o coração dos antigomobilistas é a versão esportiva SS, sucesso de público e crítica nos anos 70. 

Nas décadas seguintes, ganhou a opção perua (Caravan) e uma versão mais luxuosa, chamada Diplomata. O Opala ficou mais quadradão nos anos 80 e sofreu uma última reestilização no começo da década de 90.

Dentre os fatores que levaram ao sucesso do carro estão o motor mais leve e econômico entre os nacionais grandes, sua confiabilidade e a simplicidade na manutenção. Os preços variam com a qualidade do carro e estão entre R$10 mil e R$80 mil. 

3. Ford Maverick


Para combater o Opala e disputar o segundo lugar na faixa dos carros médios (já liderado pela Volkswagen), a Ford lançou o Maverick em 1969. Ele foi o sonho dos adolescentes nos anos 70 e trouxe a mística dos V8 americanos esportivos para as ruas brasileiras. 

O ronco do motor do Marerick é inconfundível, mas o alto consumo de gasolina do veículo em um época em que o país enfrentava crise do petróleo atrapalhou a venda desse clássico. O preço varia mais pelas diferenças de modelo. O primeiro modelo mais barato sai a R$8 mil reais, já a versão esportiva GT pode chegar aos R$150 mil reais. 

Os amantes dos clássicos

Dizem que a paixão por carros antigos começa na infância, e tem influência de um pai, avô ou qualquer outra pessoa próxima que tenha paixão pelo seu clássico. Esses apaixonados por carros antigos (ou como eles preferem dizer, clássicos) são chamados de antigomobilistas. 

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Eles investem muito tempo e dinheiro na manutenção de suas jóias raras e normalmente seguem a norma: ou não as vendem por dinheiro algum, ou ganham um bom dinheiro com a venda deles. Isso porque, ao contrário de um automóvel 0km que perde cerca de 5% a 10% do valor logo que sai da concessionária, a venda automóvel antigo traz lucros, pois a cada ano que se passa ele se torna mais raro e valorizado. 

Em todo o país os colecionadores participam de encontros, exposição e feiras de automóveis onde circulam milhões de reais  todos os anos. Segundo a Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), hoje existem 120 Clubes de Carros registrados, que buscam conquistas como a placa preta e o calendário de eventos.

A placa preta

A nova legislação que entrará em vigor a partir de 2016 irá atrapalhar a tradição da placa preta em carros clássicos no Brasil. Segundo a lei, a partir do próximo ano, os carros em circulação deverão carregar a placa com fundo branco. O que irá diferenciar os carros clássicos dos comuns, será a cor da letra, que ficará gravada em prateado.

Segundo o presidente da FBVA, há hoje em dia no Brasil 17 mil carros clássicos circulando com a placa preta. Isso porque de 1998 a até 2001, essa placa era válida para carros com mais de 20 anos de fabricação;  depois o limite de "idade" foi aumentado para 30 anos ou mais.

Então, para se ter o direito de conduzir um veículo com placa preta o carro deve: ter 30 anos ou mais e ser filiado a um dos clubes de carro da FBVA. 

A originalidade

Para os antigomobilistas, o mais relevante num clássico não é o seu preço, mas sim a sua originalidade.  O valor que este carro adquire depende da marca, do ano de fabricação, do modelo,  da versão,  do estado de conservação e, principalmente, se as peças e pequenos detalhes são os originais desde a fabricação.  Quanto mais original, mais valorizado e mais caro é o veículo. 

Indústria que movimenta milhões de reais

A venda de carros clássicos no Brasil teve aumento significativo de 2012 até hoje. A paixão pelos carros sempre foi a mesma, o que possibilitou o aumento de circulação de dinheiro nesse setor foi a liberação para importar carros antigos de outros países. 

Inicialmente, a importação só era permitida para veículos novos, mas após apelos dos antigomobilistas junto ao Governo Federal, a importação de carros antigos foi liberada, desde que estes tenham mais de 30 anos de fabricação.  Hoje em dia qualquer apaixonado por carros clássicos pode adquirir modelos importados pagando a mesma carga de impostos de um veículo zero quilometro. 

Prós e Contras

Para os apaixonados pelo modelo, adquirir um carro clássico pode parecer só ter vantagens, e as mais evidentes são o estilo e a valorização do veículo. Mas a desvantagem inevitável é que esses carros, pelo tempo de circulação, irão precisar de manutenções mais frequentes do que carros novos e semi-novos. 

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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