LER: principais sintomas de lesões por esforços repetitivos

A prática de atividades repetitivas podem desencadear uma séria de doenças musculares e nos nervos. Saiba quais são os sintomas LER. e como tratá-los.

LER: principais sintomas de lesões por esforços repetitivos
Saiba como a LER afeta as pessoas e quais são os tratamentos

Lesão por esforço repetitivo (LER) é uma síndrome causada pela prática de tarefas repetitivas. Ela afeta músculos, nervos e tendões e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. A prática de atividades cotidianas como digitar, fazer tricô, jogar tênis ou dirigir podem acarretar em graves lesões que causam dor, infamação e o comprometimento da região afetada.

Sintomas de LER

Os principais sintomas da síndrome são as dores nos braços e nos dedos, formigamentos nos membros afetados, dificuldade de movimentação, pouca sensibilidade e até mesmo falta de força. Entretanto alguns desses sintomas demoram anos para aparecer.

As mulheres se destacam no quadro da síndrome de LER. Aproximadamente 85% dos pacientes são do sexo feminino, na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Isso se dá porque muitas delas se submetem a uma maior canga horária de trabalho.

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A LER não está relacionada apenas as síndromes dos membros superiores e inferiores, e sim a atividades inadequadas no corpo todo, no caso de compressão mecânica da estrutura anatômica, quando passamos muito tempo em frente ao computador ou tocando um instrumento. Qualquer parte do corpo pode ser afetada pela doença, basta ser exposta a traumas contínuos. Ela também pode manifestar na coluna lombar, se a sobrecarregada, ou no tendão do calcâneo (tendão de Aquiles), em pessoa que correm longas distâncias.

Tratamento

O tratamento da LER se dá por meio de anti-inflamatórios para amenizar as dores causadas pela lesão. São utilizadas também terapia ocupacional, alongamento e acupuntura como alternativas, além do repouso da área afetada. No caso da acupuntura, são feitas aplicação de agulhas em pontos específicos, o que proporciona um relaxamento dos músculos e estimula o sistema onde se sente a dor.

Nas fases mais avançadas da síndrome, recomenda-se a aplicação de corticóides na área da lesão que podem ser também em forma de comprimidos. Além disso, podem ser feitas fisioterapias e intervenções cirúrgicas nos casos em que as dores se tornam constantes.

Mudança de hábito

Quando mudamos de hábito também ajudamos nosso corpo a recuperar áreas afetadas pelas lesões. Por isso, é importante manter as costas retas, apoiadas no encosto da cadeira e os ombros relaxados enquanto estiver trabalhando sentado.

Tente não deixar os punhos dobrados. Levante-se a cada meia hora ande e faça alongamentos; não deixe que a parte interna do joelho toque a cadeira, para não afetar a circulação sanguínea. Mantenha a planta dos pés no chão. Beba água ao longo o dia, pois além de hidratar, faz você se levantar da cadeira algumas vezes.


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Elisabete Machado Elisabete Machado

Brasileira, natural de São Paulo, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e Pós-graduada em Fundamentos da Cultura e das Artes pela Universidade Estadual Paulista. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural e Assessoria de Imprensa.

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