5 absurdos permitidos pelas leis de trânsito no Brasil antigamente

As leis de trânsito no Brasil só passaram a ser encaradas com mais seriedade em 1998, quando começou a vigorar o novo Código de Trânsito Brasileiro.

5 absurdos permitidos pelas leis de trânsito no Brasil antigamente
Leis de trânsito no Brasil têm mudado para garantir a segurança

As leis de trânsito no Brasil não impediram que continuem a morrer mais pessoas em acidentes do que com câncer. Apesar de termos veículos mais seguros e regras pensadas para diminuir a mortalidade, falta uma maior fiscalização por parte das autoridades e uma melhor conscientização dos motoristas.

Foi a preocupação com o aumento das mortes em acidentes deste tipo que motivaram a renovação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997. No ano seguinte, as leis de trânsito no Brasil passaram a vigorar e são constantemente alteradas para acompanharem a nossa realidade da melhor forma possível. A legislação já existia desde 1941, mas estava totalmente desatualizada e desencontrada.

Leis de trânsito no Brasi: Antes podia tudo?

Há mais ou menos 20 anos, quando as leis de trânsito no Brasil não eram nada parecidas com as de agora, as coisas eram bem diferentes. A imprudência era constante. Mas, sem uma legislação adequada e clara, ficava difícil controlar a situação. Listamos 5 comportamentos absurdos que hoje são considerados perigosos e punidos com multa e até perda da CNH. Antes, não estavam previstos na legislação e, portanto, eram tolerados.

1. Andar sem cinto de segurança

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As atuais leis de trânsito no Brasil precisaram ser muito duras para fazer do uso do cinto de segurança um hábito. Antes da versão atual do CTB o uso do cinto de segurança era recomendado, mas não obrigatório, tanto que alguns veículos mais antigos nem contam com o acessório. Vale ressaltar que todos os ocupantes do veículo devem usar o equipamento, sob pena de multa no valor de no mínimo R$ 127, agravada para R$ 192 se um dos passageiros for uma criança. O motorista ainda perde 5 pontos na carteira.

2. Beber e dirigir

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Nos velhos tempos não havia bafômetro, nem vigilância apertada, mas não sobravam tragédias causadas pela combinação desastrosa entre álcool e direção. Uma das falhas mais graves nas antigas leis de trânsito no Brasil era não considerar crime esse tipo de infração que causou tantos estragos. Hoje, quem for pego embriagado ao voltante tem o carro retido, terá de pagar uma multa de R$ 957,70 e ainda pode ser detido, dependendo da quantidade de álcool que for detectada no sangue.

3. Pilotar sem capacete

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As leis de trânsito no Brasil eram fraquíssimas em muitos sentidos e fechavam os olhos a certas situações, como as da motos, por exemplo. O capacete é o principal item de segurança para quem pilota e anda em uma motocicleta, mas o seu uso não era obrigatório. Por isso, nas ruas era mais do que comum ver motociclistas e passageiros sem o item, além de acidentes gravíssimos. Apesar de muitos ainda ignorarem a norma, para o CTB, essa é uma infração punível com multa, suspensão do direito de pilotar e apreensão da CNH.

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4. Trafegar com mais passageiros do que o limite

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Lembra daquele carro que era que nem coração de mãe, sempre cabia mais um? Pois é, com as leis de trânsito no Brasil atualmente o “bondoso” dono desse veículo teria que pagar caro pela carona. Trafegar com excesso de passageiros, uns sentados no colo dos outros,era uma cena bem comum há uns anos atrás. Agora, quem for apanhado nessa situação paga uma multa de R$ 85,13 e perde 5 pontos na carteira.

5. Levar crianças no colo

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Quem viveu a infância até a década de 90 deve lembrar de como era divertido passear de carro, principalmente se fosse no colo do adulto que estava dirigindo. Isso que era alegria! Acontece que essa forma de entretenimento já custou muitas vidas e, por isso, as leis de trânsito no Brasil tornaram-se mais rigorosas no que diz respeito ao transporte de crianças. No carro, elas precisam usar assentos e cadeiras especiais até os 7 anos e meio de idade. Depois disso, podem andar no banco normal, mas sempre com o cinto de segurança. Falhar nesse quesito conduz a uma multa de R$ 191,54 e 7 pontos a menos na carteira.

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