Os 7 itens mais caros de um intercâmbio

Está fazendo as contas e já parou para pensar quais são os itens mais caros de um intercâmbio? Saiba para onde vai boa parte do seu investimento.

Os 7 itens mais caros de um intercâmbio
Itens mais caros de um intercâmbio são também os mais importantes

SAIBA QUANTO CUSTA O INTERCÂMBIO DOS SEUS SONHOScomece já a planejar








Quem pretende embarcar para um período de estudos fora do país, sabe que existem muitos custos envolvidos. Caso o candidato não seja bolsista, deve estar preparado para o investimento que não é propriamente barato. Entre os muitos gastos, os itens mais caros de um intercâmbio são justamente aqueles mais importantes. Economizar em alguns pode comprometer o resultado positivo da experiência.

 
TUDO SOBRE INTERCÂMBIO
Comece já a planejar o seu intercâmbio: veja quais são as melhores oportunidades e promoções. Cadastre-se e receba no email dicas e informações sobre estudar no exterior

Preparando o bolso: os itens mais caros de um intercâmbio

Quem considera levar uma vida de intercambista deve encarar a jornada como um investimento. E, como tal, é preciso saber para onde vai o dinheiro e o que não pode faltar nessa fase. Para ajudar quem está nesse momento com a calculadora em mãos, listamos abaixo dos itens mais caros de um intercâmbio e analisamos a importância deles no período de estudos fora do país.

 

1. Faculdade/Curso

Um dos itens mais caros de um intercâmbio é, certamente, aquele que motiva a viagem. Quem conseguir uma bolsa de estudos para estudar de graça, geralmente não precisa se preocupar com os custos de matrículas e aulas, mas os que vão por conta própria devem estar precavidos. Os que ambicionam estudar inglês fora do país podem ter que desembolsar de R$ 4.450 a R$ 125.000, dependendo da duração do curso, modalidade e destino. No caso das faculdades, a maioria dos ingressos são através de bolsas. Aqueles que não forem beneficiados por uma têm de ficar atentos então às taxas. Fora do Brasil, mesmo as universidades públicas são pagas. Na Universidade de Coimbra, em Portugal, por exemplo, um ano de licenciatura custa mais de R$ 30 mil.

Veja quanto custa fazer intercâmbio de 1 ano em 7 países

 

2. Passagem aérea

Outra despesa que costuma preocupar os intercambistas é a passagem aérea. Claro que existem sempre liquidações, descontos, mas nem sempre é possível desfrutar disso por conta da data de início das aulas. Existe ainda a possibilidade do destino não ser dos mais beneficiados nas promoções das companhias aéreas. Levando em consideração todas as condicionantes, o gasto pode ser de R$ 2.500 a R$ 17 mil.


A procura de passagens aéreas baratas? Cadastre-se e receba as melhores ofertas relâmpagos de passagens aéreas nacionais e internacionais. 


3. Seguro saúde

O terceiro entre os itens mais caros de um intercâmbio é aquele que muita gente acaba por não fazer. O seguro saúde é fundamental, apesar de não ser obrigatório em alguns países. Há quem decida abrir mão dessa despesa e confiar na sorte, o que não é muito adequado. Já pensou precisar de assistência há milhares de quilômetros de casa e ainda não ter cobertura de um seguro? Arriscado. Por esse motivo, é melhor preparar o orçamento, com saúde não se brinca. Há países, como a Irlanda, que disponibilizam um seguro governamental, onde é garantido acesso à rede de saúde pública. Os custos rondam R$ 657 e variam consoante o destino. Para Portugal, Itália, Cabo Verde, Espanha e Chile é possível beneficiar-se do PB-4, um acordo que oferece cobertura aos contribuintes do INSS e seus dependentes. Mesmo quem não tenha ligação à Previdência Social, pode vincular-se como contribuinte facultativo enquanto estiver no exterior. Nessas condições, paga-se, por mês, uma taxa relativa a 20% do valor do salário mínimo atual, ou seja, R$ 157,60.

A outra opção é investir em um seguro de saúde particular. A cotação levará em consideração a origem, destino, duração e tipo de intercâmbio. Para uma viagem de 6 meses, o valor raramente será menor de R$ 2 mil.


4. Moradia

E, claro, quem sai do país precisa de um teto durante o tempo em que estiver fora. Apesar das diversas opções, esse também é um dos itens mais caros de um intercâmbio. A primeira alternativa é pleitear abrigo no alojamento universitário. A disputa por vagas é grande e os valores variam de acordo com os serviços oferecidos, a época do ano e a quantidade de estudantes que vão dividir o quarto. A mensalidade pode rondar os R$ 400.

Quem sai do país para estudar inglês tem uma tendência a escolher a hospedagem em casa de família. É uma boa oportunidade de estreitar laços com a cultura e o idioma locais. Essa opção sai por em média R$ 2.550. Depois existe ainda a possibilidade de alugar um apartamento sozinho ou dividir com outros intercambistas. Dentre todas, essa escolha pode ser a mais cara, dependendo do destino. Os valores vão de R$ 430 a R$ 7.000, por mês.

Dica: Como achar lugar para morar durante o intercâmbio em 20 países

 

5. Itens de casa/inverno

Falando em casa, não dá para levar a sua do Brasil nas costas e vai ser preciso adequar o ambiente às suas novas necessidades. Ninguém espera que você vá se preocupar em comprar mobília, sabendo que a estadia será curta. Dependendo de onde você ficará também, esse talvez seja um ponto relevante. Por exemplo, se ficar em casa de família, obviamente não terá de gastar com panelas, pratos, copos e afins. Mas, ao alugar o seu próprio teto, essa pode ser uma despesa necessária. Se o destino for daqueles com inverno rigoroso, adicione às suas contas gastos com mantas, aquecedores e roupas adequadas para enfrentar a estação. Os valores podem ir de R$ 440 a R$ 3.500.

 

6. Alimentação

Pode não parecer, mas a comida é outro dos itens mais caros de um intercâmbio. Essa despesa constante deve ser colocada na ponta do lápis e considerada mesmo antes da viagem. Onde você vai comer? Se estiver em casa de família, a princípio, não será uma preocupação. Os restaurantes das universidades oferecem refeições baratas, em média R$ 4 o prato, e podem ser uma opção. A outra é fazer comida em casa. Comer sempre fora, por motivos óbvios, acaba por ser a escolha mais cara. Adicionando compras no supermercado, os gastos com alimentação, por mês, podem ir de R$ 300 a R$ 700.

 

7. Transporte

Por último, mas não menos importante, as despesas com transporte também estão entre os itens mais caros de um intercâmbio. Mesmo que você vá viver a alguns metros do local de estudo, certamente terá de fazer uso de transportes públicos por outros motivos. Se o uso for constante, vale à pena investir em passes mensais para ônibus ou metrô. O custo é bastante variável e pode ir de R$ 165 a R$ 300. Quem quiser investir em um veículo próprio, as bicicletas são uma opção. Usadas, custam entre R$ 350 e R$ 500.
 

Aprenda inglês online e garanta a sua vaga de estudos no exterior.


Veja também:

Gostou? Compartilhe!
Receba mais informações como esta!

Receba a nossa newsletter

Ao submeter os seus dados receberá a newsletter, ofertas e publicidade enviado por e-konomista.com.br e pelos nossos Parceiros e aceita os Termos e Condições e a Política de Privacidade. Os dados submetidos serão compartilhados com os nossos Parceiros.

Enviar