Intercâmbio fora do Brasil já não é garantia de emprego na volta

Você certamente já ouviu falar da maravilha que é fazer um intercâmbio fora do Brasil. Mas será que, depois do retorno, a experiência garante um emprego?

Intercâmbio fora do Brasil já não é garantia de emprego na volta
Muita gente encara intercâmbio fora do Brasil como investimento na carreira, mas...

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Fazer um intercâmbio fora do Brasil é hoje um dos grandes objetivos de muita gente. A experiência em outro país atrai pela oportunidade de conhecer de perto uma outra cultura e, se for o caso, ganhar mais fluência no idioma local. Os intercambistas desenvolvem ainda muito jogo de cintura ao lidarem com as saudades e dificuldades que surgem quando se vai morar longe de casa.
 

Existe também quem faça intercâmbio fora do Brasil já pensando em colher os frutos. Uma ideia muito difundida é de que uma vivência internacional conta pontos a mais no currículo e sem dúvidas garante uma vaga de emprego. Mas isso será mesmo tão linear? Os empregadores realmente dão preferência a quem passou um tempo no exterior?


 

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Vantagens de um intercâmbio fora do brasil

Quem investiu em um intercâmbio fora do Brasil tem certeza que valeu cada centavo. Seja por 1 mês ou 1 ano, a experiência significa sair da sua zona de conforto e colocar a cara no mundo. Inegavelmente existirão momentos difíceis, como a gestão do dinheiro em um moeda estrangeira. O importante é como esses percalços serão convertidos em aprendizados que poderão ser usados na vida de ex-intercambista.
 

Veja também: Síndrome do regresso - o drama da volta do intercâmbio.

 

Língua afiada

intercâmbio fora do país

O que mais chama atenção dos recrutadores quando avaliam o currículo de quem fez intercâmbio fora do Brasil é a possibilidade de intimidade com uma língua estrangeira. Se alguém passou 6 meses em Dublin, por exemplo, espera-se que tenha um nível bacana de inglês e isso será levado em conta.

 

Trabalhou lá fora 

Depois são consideradas as competências que o candidato adquiriu enquanto esteve fora. Teve de integrar-se a um ambiente totalmente novo, adaptar-se a uma nova cultura. Experiências no mercado de trabalho também são bem avaliadas, mais ainda se o até então intercambista atuou na sua área de formação.

 

Isso tudo quer que dizer que um intercâmbio fora do Brasil é sempre um quesito a favor de quem o fez durante um processo seletivo, sem dúvidas. Mas engana-se quem pensa que é decisivo. Apesar de todos os pontos positivos, só a vivência internacional não vai te garantir um emprego assim que você descer do avião. Entenda por quê.


Leia mais: Cidades menos populares para fazer intercâmbio.

 

O outro lado da moeda

intercâmbio fora do país Felizmente o mercado de trabalho acompanha as tendências do momento. Ainda que muitas vezes pareça defasado, rapidamente o contexto muda e só resta aos candidatos acompanharem as transformações. Há alguns anos, fazer um intercâmbio fora do Brasil era privilégio de poucos. O investimento era bastante elevado e inacessível. Contudo, isso mudou e muita gente pode mergulhar de cabeça na aventura.


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Balização do intercâmbio

Isso significa também que cada vez mais currículos contam com esse “diferencial”. Portanto, enquanto você investe na carreira, a concorrência também faz o mesmo. Nessa hora, o que vai contar é o que mais você pode oferecer àquela empresa além da sua experiência no exterior.
 

É preciso que fique claro aos candidatos que o intercâmbio fora do Brasil não é o grande trunfo. Há alguns anos pode ter sido, mas não é mais. Não será apenas a experiência que vai te fazer ter uma carteira assinada e um bom salário, e sim um conjunto de fatores. Na maioria das vezes, os conhecimentos profissionais na área contam muito mais do que um tempo em outro país. Tudo isso depende também do perfil da empresa para qual estar a se candidatar.


Veja mais: Cidades para aprender inglês e fugir de brasileiros.

 

O que realmente conta

intercâmbio fora do país No final, o que conta mesmo para os empregadores é o que você pode acrescentar ao negócio, por que se destaca na multidão. Esse diferencial pode ser o intercâmbio? Sim, claro. Mas pode ser também uma infinidade de outras coisas, como trabalho voluntário, um curso especializado naquela área, experiência de trabalho no setor em outras empresas. Com vivência internacional ou não, é fundamental não acomodar-se ou estar à espera de ser apenas suficiente para a vaga. Proatividade e vontade para estar em constante aprendizado são mais do que importantes em qualquer situação.


 

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