Como é o guarda-roupa dos maiores executivos do mundo

Com definição minimalista e objetiva, veja como funciona o guarda-roupas dos maiores executivos do mundo e como a decisão auxilia financeira e psicologicamente.

Como é o guarda-roupa dos maiores executivos do mundo
Projeto 333 e capsule wardrobe são algumas das tendências.

Provavelmente, quando se ouve o termo executivo, há uma associação quase que automática com peças de vestuário como paletós, calças e sapatos sociais e conjuntos impecáveis em larga escala. Entretanto, uma tendência vem se firmando nos guarda-roupas dos maiores executivos do mundo, onde menos é mais e os armários livres de excessos podem ser recompensadores do ponto de vista financeiro e psicológico.

Enquanto vivemos em uma realidade onde a moda é descartável e acumulam-se peças utilizadas por uma ou duas vezes, grandes nomes como Mark Zuckerberg, idealizador do Facebook, ou mesmo o falecido Steve Jobs, fundador da Apple, já despertaram alguma curiosidade a respeito de seus vestuários; por que se vestem sempre da mesma maneira? A resposta é simples e seus benefícios já ultrapassam as fronteiras do mundo corporativo para fazer parte do dia-a-dia de pessoas “comuns”.

Minimalismo entre os maiores do mundo

Autor do livro The More of Less (traduzido literalmente como “O Mais do Menos”), Joshua Becker convence acerca do Projeto 333, cujo conceito implica se vestir com apenas 33 peças de vestuário a cada 3 meses.

Entre as iniciadas no projeto de Becker, Courtney Carver, uma ex-executiva de vendas, enxugou o guarda-roupas há seis anos e admitiu ter atribuído um novo sentido à palavra ‘suficiente’. Além disso, seus gastos anuais foram reduzidos em aproximados US$ 5 mil, uma vez que Carver passou a investir em peças de maior durabilidade e gasta apenas para substituir itens já gastos demais.

Basicamente, transformar seu guarda-roupas no chamado “capsule wardrobe" implica em um processo gradativo, onde eliminam-se as peças aos poucos, conforme o indivíduo vai se sentindo confortável com a situação. Aderir ao minimalismo ou nomeá-lo, como é o caso do Projeto 333 não deve ser encarado como um sacrifício; deve-se estar confortável com a situação e tornar essa libertação uma forma de se preocupar menos com a tomada de decisões, facilitando ainda o seu processo de desapego com outras questões alheias ao vestuário.

Para a psicóloga americana Jeniffer Baumgartner, também adepta do armário minimalista e autora do livro You Are What You Wear (traduzido como “Você é o que você veste”), dar poder às roupas para que elas comandem suas emoções é algo completamente nocivo. Além disso, reduzir o número de roupas no armário por auxiliá-lo a reduzir o cansaço provocado por uma tomada de decisões incessante – o que se agrava no caso dos executivos.

De acordo com Baumgartner, começamos pelo guarda-roupas, em seguida, passamos a fazer o mesmo com as tarefas dentro e fora de casa. Por fim, estamos eliminados compromissos desnecessários da agenda, atividades superficiais e até pessoas que nada acrescentam. Em suma, viver com o necessário é um estilo adotado pelos grandes executivos para que estes se foquem e produzam somente no que é importante – o que explica o sucesso destes indivíduos.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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