Fraudes e golpes na internet: veja os mais comuns e como se prevenir

Veja quais são e como fugir de golpes na internet. Criminosos aliciam usuários por meio da curiosidade, ou dando a entender que vão oferecer prêmios e descontos.

Fraudes e golpes na internet: veja os mais comuns e como se prevenir
As falsas promoções induzem a cair em golpes na internet

Nós vivemos atualmente na era digital e, assim sendo, os golpes na internet tornaram-se cada vez mais frequentes. A web é um mundo vasto e dificilmente controlável e devido a essa característica é passível de ser usada para fins maliciosos. Por isso surgiu a necessidade de aprender a identificar situações de fraudes e golpes e a preveni-las. Por vezes apenas o anti-virus não basta, é preciso também nos tornarmos mais céticos e mais desconfiados para conseguir filtrar aquilo que nos oferecem na internet. Os golpistas aliciam os usuários por meio da curiosidade, ou dando a entender que vão oferecer prêmios e descontos. Veja quais são e como fugir de golpes na internet.

Como proteger seus dados pessoais na internet

Os mais comuns golpes na internet

Compras em sites de vendas - Um estudo realizado pela Serasa Experian mostrou que os criminosos virtuais costumam fazer fraudes especialmente às quintas-feiras entre 1h e 5h da manhã. Eles normalmente usam endereços de email sem nome ou sobrenome, e outra evidencia é o excesso de compras em um único dia. Por isso é recomendado utilizar o boleto bancário como forma de pagamento quando for fazer compras de madrugada.

Redes sociais - O atrativo, na maioria das vezes, é oferecer algum prêmio e o usuário, confiando que irá se premiado, clica para concorrer. Basta um clique para abrir as portas a vírus ou malwares, cuja o objetivo é descobrir e partilhar informações pessoais. Os criminosos depois obrigam os usuários a assinarem serviços de mensagens com custo, contendo músicas, jogos e etc., ou vendem as informações para empresas interessadas em formar bancos de dados.

Cupons de desconto - Se vir alguma coisa na internet que “seja boa demais para ser verdade”, então provavelmente é mesmo mentira, ou seja, é muito provável que seja um golpe. Alguns hackers oferecem cupons de desconto através de páginas ficticias de empresas conhecidas. O usuário pensa que está acessando a página daquela empresa mas na realidade está sendo vítima de um dos golpes na internet. Para receber o cupom de desconto, o usuário tem que responder a um questionário e depois compartilhar - aumentando o grau de alcance do golpe. Em seguida é pedido que a pessoa envie os dados pessoais para poder receber o cupom de desconto, que nunca irá chegar.

Phishing - Uma mensagem atrai o usuário para uma página fictícia de alguma rede social, como o Facebook ou Twitter. Para atrair a atenção eles normalmente usam mensagens do tipo “alguém acaba de publicar uma foto sua”, e por curiosidade o usuário clica no link, é direcionado para uma imitação de página de rede social e introduz o email e a senha. Assim, os hackers retem a informação que precisam.

Mensagens de voz no WhatsApp - Nesse tipo de golpe, os usuários recebem um email informando que um dos contactos do WhatsApp deixou uma mensagem de voz e para acessá-la basta clicar no link. Ao clicar no link, que na realidade não é do aplicativo em questão, o usuário abre as portas para um virus malware que se irá instalar no equipamento. O próprio WhatsApp esclarece a situação na sua página oficial, informando que não envia mensagens de texto aos usuários a não ser que eles tenham previamente enviado alguma solicitação ao pedido suporte técnico.

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Notificações de envio de remessa - Esse golpe segue o mesmo sistema da fraude dos cupons de desconto. A pessoa recebe uma mensagem notificando o recebimento de uma encomenda. No entanto, os dados da empresa de envio de remessas são falsos e basta confirmar os dados do remente para não correr o risco de cair no golpe. Se você não está esperando uma remessa, não tem porque acreditar que irá receber algo.

Dicas para não cair em golpes na internet

  • Desconfie de tudo o que não conhece na internet – Seja cético, desconfiado e muito criterioso quando se trata de clicar em links, ou informar dados pessoais.
  • Cuidado com as falsas promoções – Alguns criminosos criam páginas fictícias que se passam por páginas de marcas famosas. Antes de clicar em algum link, procure saber se a marca possui alguma página oficial. Se realmente houver promoções a decorrer, com certeza vão estar publicadas na própria página e, assim, não há necessidade de acessar pelo link. Outra dica é reparar no URL da página promocional. As grandes marcas não cometem erros ortográficos e não têm endereços confusos ou quebrados.
  • Não clique em links desconhecidos que enviam para o seu email - Seja por curiosidade ou por achar que vai ter algum benefício, não clique. Abra emails de pessoas que conhece, ou newsletters autorizadas. Evite também as correntes sobre pedidos de oração ou morte de celebridades, ou qualquer outra coisa que implique preencher seu nome de usuário e senha.
  • Sempre que se cadastrar em algum site, evite usar como senha de acesso a mesma que você usa no email. Crie uma senha que sirva para todos os sites, fácil de decorar e que nunca coincida com a senha secreta de acesso ao seu email.
  • Tenha um bom anti-vírus e faça atualizações frequentes, conforme elas surgirem.
  • Cuidado com os emails recebidos de bancos - Não clique em endereços de sites bancários fornecidos por mensagens de email. Outra dica é não usar motores de busca para encontrar o site do banco.
  • Nunca acesse internet banking ou compre pela web a partir de um cibercafé ou de computadores públicos.

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O que acontece quando o virus é instalado no computador?

Recolhe dados que, posteriormente, serão vendidos, ou serão utilizados em fraudes, ou serão utilizados para enviar spam. Veja os dados que normalmente são recolhidos quando o vírus encontra-se instalado no computador:

  • Contatos do Outlook;
  • Senhas de webmail;
  • Senhas de rede social (Twitter, Facebook e etc);
  • Senha de acesso a mensageiros instantâneos (chats)
  • Serial do HD, nome da conta de usuário, IP da conexão (o serial do HD é necessário para falsificar o usuário em bancos que pedem o ‘cadastramento de computador’);
  • Se a pessoa se conetar ao site do banco ou cartão de crédito, todas as informações que fornecer serão coletadas se o vírus estiver em execução. 
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Poliana Oliveira Poliana Oliveira

Nasceu em Brasília, cresceu em Goiânia e vive há oito anos em Portugal. Formada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa. Trabalha na área de Marketing Digital. Adora cães, cinema, dança e viagens.

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