Como financiar estudos no exterior

Uma graduação ou curso no exterior pode acontecer de forma muito mais simples quando se tem planejamento e foco. Veja como financiar estudos no exterior

Como financiar estudos no exterior
Aprenda a poupar e planejar-se para financiar estudos no exterior

O tempo não para, e quem tem fome por conhecimento, tem pressa para realizar sonhos e viver novas experiências. Isso se aplica especialmente a jovens e adultos que pretendem encontrar uma maneira de financiar estudos no exterior – afinal, o principal questionamento desse propósito está em como arcar com todas as despesas.

Visando orientar o estudante em mais essa jornada, aqueles que não possuem condições de conseguir determinada quantia com o auxílio dos pais podem conseguir a quantia de outras maneiras, seguras e que não comprometerão o orçamento do jovem ao retornar de viagem com dívidas.

Formas de financiar estudos no exterior

Ainda que seja possível pleitear uma bolsa, financiar estudos no exterior leva em consideração muito mais que apenas o custo do curso, mas gastos com alojamento, alimentação, transporte e lazer. Por isso, reúna todas as informações que puder sobre a sua viagem como duração, destino e outras circunstâncias pessoais, para então começar a planejar seu orçamento.

De acordo com a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Culturais (Belta), um curso de idiomas em outro país pode variar entre US$ 1.500 e US$ 16 mil, já uma graduação fica entre US$ 3.100 e US$ 70 mil. Já pensou em como se organizar?

Orçamento e prioridades

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Além dos bons momentos, há muito pelo que irá se arrepender durante o período da universidade – e isso é completamente normal entre todos os que já passaram pelo ensino superior. Entretanto, tenha cuidado para que más escolhas não tenham nada a ver com o orçamento necessário para financiar estudos no exterior.

Viaje com a garantia de ter como se sustentar, se alimentar com algo diferente de miojo durante os meses de estadia; dormir em um local confortável e condizente com a sua intenção de estudar.

Abra mão de luxos para poupar dinheiro, pense duas, três ou quantas vezes forem necessárias antes de gastar em itens supérfluos e que certamente trarão arrependimento logo na primeira fatura do cartão. Coloque seu sonho como prioridade e foque-se em realiza-lo com maestria.

Trabalho

Claramente, uma das afirmações de quem vai para o exterior estudar é a que trabalhará para pagar o seu sustento, lazer e materiais solicitados pela instituição de ensino. Não é uma má ideia mas sinceramente, não conte com isso.

Primeiramente você precisa confirmar se realmente pode trabalhar no país de origem, quais as melhores épocas para se conseguir um emprego e depois definir um plano B, caso não consiga encontrar uma vaga no exterior. Portanto, vá seguro de seu conforto sem depender ou não de um trabalho lá fora.

Financiamento estudantil

Cada vez mais instituições bancárias oferecem créditos estudantis e empréstimos para que os jovens e adultos possam realizar esse sonho. Entretanto, ainda que a opção parece ideal para conseguir viajar sem precisar esperar tanto por isso, especialistas afirmam e reafirmam que essa opção não é a mais adequada, já que o estudante pode retornar com dívidas de sua viagem. Prefira poupar e pagar à vista.

Poupança e planejamento

Agora que já tem grandes dicas sobre como financiar estudos no exterior, vamos a parte mais importante para quem deseja fazer um curso fora do país e não ter dor de cabeça nenhuma ao longo do caminho, quando ao assunto é dinheiro.

Antes de mais nada: antecedência. Educadores financeiros costumam sugerir um prazo de um ano antes da viagem para começar a se programar e iniciar um sistema de poupança – semanal, mensal, ou como achar mais conveniente.

Calcule o valor total do seu curso, estime com folga seus gastos com alimentação, transporte, hospedagem, material e não se esqueça das baladas e viagens ocasionais – sim, muitos se esquecem dessa parte e ficam com o orçamento desfalcado no meio do período letivo.

Para guardar toda a quantia que precisa, pense além da caderneta de poupança e procure investir em produtos bancários de renda fixa, como os títulos do Tesouro Direto – eles proporcionam segurança e rendimento maior que a poupança tradicional.

Agência ou tudo por conta?

Ao contrário do que muitos podem imaginar, viajar por intermédio de uma agência de intercâmbio costuma sair mais barato do que procurar todos os elementos componentes do pacote de maneira independente. Por outro lado, o pagamento com elas funciona quase que de maneira imediata – de 20% a 30% do total no ato do contrato e o restante 40 dias antes do embarque.

Se realmente quiser fazer tudo sozinho, vale procurar por passagens aéreas em períodos fora da alta temporada e através de sites estrangeiros. É possível ainda organizar sua estadia da maneira que achar mais conveniente, mas atente-se quanto ao custo das escolas, pois elas não costumam oferecer sistema de parcelamento.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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