Os 8 erros mais cometidos ao comprar um carro zero

Comprar um carro zero exige atenção à muitos detalhes para não fazer um mau negócio. Veja quais são os erros mais comuns ao comprar um carro novo e evite-os.

Os 8 erros mais cometidos ao comprar um carro zero
Conheça os erros mais comuns ao comprar um carro zero e fuja deles

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Comprar um carro zero quilômetros é a realização de um sonho para muita gente. Ir até a concessionária, conhecer os veículos e sair de lá com seu carro cheirando a novo mexe com a cabeça de muitos motoristas. Mexe tanto que muitos cometem erros que podem comprometer a realização desse sonho. Comprar um carro zero sem prestar atenção em detalhes importantes pode transformar esse período de satisfação num verdadeiro pesadelo e prejuízo. Saiba como fugir dos erros mais comuns ao comprar um carro zero e garantir a melhor compra.

8 erros que você não pode cometer ao comprar um carro zero

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1. Não pesquisar qual é o tipo de carro que você precisa

Muitos consumidores que resolvem comprar um carro zero, especialmente aqueles “de primeira viagem”, costumam escolher o veículo que acham mais bonito em detrimento daquele que lhe será mais útil. É preciso considerar que, antes de ser um acessório, o carro é um meio de transporte e que precisará se ajustar às suas necessidades. Não faz sentido você comprar um carro com vários lugares, carroceria e tração nas quatro rodas se você é solteiro e só anda dentro da cidade. Como também não é indicado comprar um carro compacto se você vai transportar diariamente seu cônjuge mais três filhos no banco de trás. Antes de se apaixonar por um modelo, pesquise primeiro o tipo de carro que vai atender as suas necessidades e facilite a sua escolha dentro da concessionária.

2. Comprar por impulso

Você já está interessado em comprar um carro zero e vê na televisão uma concessionária que está oferecendo taxa zero só até amanhã. “Vou correr para lá para garantir o meu!” pode ser um bom negócio, mas pode também não ser. Não ter tempo para ponderar e considerar todos os detalhes inerentes à compra de um veículo pode trazer prejuízos.  Muitas vezes concessionárias oferecem comprar carro sem entrada, mas chegando lá você descobre que é só para pagamentos em até 12 vezes ou em veículos mais caros. E o vendedor vai fazer o que? Tentar te convencer que você e a sua família merecem um carro mais caro, afinal, você tem que aproveitar a taxa zero. Cuidado!  A pesquisa e a ponderação de todos os detalhes antes de comprar um carro são necessárias.

3. Não considerar o valor total do financiamento

Você foi até a concessionária, escolheu o veículo, está satisfeito com a sua escolha, então é hora de falar sobre valores. Você vê as condições de financiamento, verifica que as parcelas do financiamento cabem dentro do seu orçamento – ou seja, junto com as demais parcelas que se tem que pagar no período, as parcelas de financiamento do veículo não ultrapassam 30% do seu rendimento – ótimo, vou fechar o negócio. Mas o problema é que muita gente não confere o quanto irá pagar no total após quitar todas as parcelas. O chamado Custo Efetivo Total (CET) deve ser observado, já que alguns planos tornam o preço final quase o dobro do anunciado. É importante que a parcela caiba em seu bolso, mas que o valor total do financiamento não seja abusivo. Se a intenção é economizar, é melhor optar por um carro que tenho o custo de financiamento mais baixo.

4. Achar que os custos de um carro se resumem às parcelas do financiamento

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Você está na dúvida entre dois modelos diferentes de carro, mas como quer economizar, resolve ficar com o modelo que oferece parcelas de financiamento mais barato. Nem sempre esse modelo ficará mais barato. Isso porque é preciso levar em conta outros fatores como: IPVA, custo do seguro, o custo das revisões, se um veículo tem fama de dar mais problema com maior frequência (e portanto você terá que gastar com oficina mecânica) etc. E outros custos também precisam ser contabilizados antes de comprar um carro zero: além dos impostos e do seguro, você também irá gastar mais dinheiro com combustível, estacionamento, lavagens, pedágios, revisões e manutenções, etc. Faça as contas e fique por dentro de quanto custa manter um carro por mês, em pormenores, para garantir que seu orçamento pode arcar com todas essas despesas.

5. Recusar o test drive

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Nunca recuse o test drive. A dirigibilidade deve ser um fator de peso na sua decisão de comprar um carro zero. E não há uma regra comum, um carro pode ter uma dirigibilidade perfeita para um motorista e muito ruim para outro. Tudo depende da sua altura, do formato do banco, da posição da coluna na direção,  disposição dos botões no painel, etc. Não se encante por um veículo antes de fazer o test drive, vale lembrar que você vai passar mais tempo dirigindo o carro do que admirando a beleza dele do lado de fora.

6. Oferecer seu usado na troca sem pesquisar

Muitas pessoas que querem comprar um carro zero pensam logo em trocar carro usado por novo, como entrada para aliviar o preço das parcelas do financiamento. Se a sua intenção é economizar dinheiro, essa não é a decisão mais sensata. As concessionárias vão oferecer o valor mais baixo possível pelo seu usado para tentar vendê-lo pelo preço mais alto possível (e assim obter o máximo de lucro). Portanto, eles irão desvalorizar o seu carro. Para quem não quer ter seu carro desvalorizado, a melhor saída é vender o seu carro em classificados online. Assim, você poderá encontrar um comprador para o seu usado que irá pagar um melhor valor por ele, e assim você dá esse valor como entrada. Dá mais trabalho, mais vai lhe render uma boa economia.

7. Não ficar atento aos equipamentos

Os equipamentos do carro é um capítulo de suma importância ao comprar um carro zero, por isso atenção. Primeiro, aquele carro completão que você viu no comercial pode conter alguns itens de série e outros itens opcionais do carro. Ao requisitar o carro completo, você irá ver o valor subir. Portanto, verifique quais equipamentos são de série pelo preço negociado e quanto a mais será adicionado ao valor do carro pelos equipamentos que você quer para ver se realmente vale a pena.  Segundo, é preciso ponderar quais e quantos equipamentos você irá colocar no seu carro: muita gente se empolga e acaba colocando coisas que nem mesma irá usar, e o vendedor vai te dar uma forcinha nisso. Lembre-se que a cada adicional que você coloca em seu carro, o vendedor ganha uma comissão, então ele vai te oferecer tudo: de garantia estendida, a rádio e película nos vidros. Coloque somente aquilo que você realmente precisa e pode pagar. Um benefício de se comprar equipamentos para o carro é que ele se torna mais valorizado na hora de vender o seu usado.

8. Negociar o preço a partir do valor de tabela

Tem gente que quer parecer bem informado diante do vendedor e, antes de se deslocar até a concessionária, dá uma olhadinha na tabela Fipe para verificar quanto vale o seu carro antes de negociá-lo. Não estamos desvalorizando essa ação, verificar quanto vale seu usado com o auxílio dessa tabela é sim interessante, mas não suficiente. Isso porque a maioria das concessionárias já costumam oferecer o veículo com o preço um pouco abaixo da tabela Fipe o que faz você pensar que está tirando a maior vantagem. Num momento econômico difícil como o que o país está vivendo, as concessionárias já contam que os clientes vão pedir desconto no valor do veículo, portanto, os preços ficam mais altos e você deve sim fazer uma barganha. Principalmente se o veículo que você vai comprar tem pouca saída no mercado ou se será lançado uma nova versão em breve, o vendedor não vai querer perder o negócio e pode conseguir abaixar o valor.

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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