8 empresas que apoiam funcionárias que são mães

O mercado de trabalho nem sempre favorece as mães, mas algumas empresas oferecem benefícios e acolhimento para que elas possam crescer profissionalmente

8 empresas que apoiam funcionárias que são mães
Algumas empresas oferecem licença estendida e outros benefícios

As mulheres sabem como é difícil adentrar ao mercado de trabalho sendo mãe. Não são raros os casos de patrões que reclamam quando elas precisam sair do trabalho por causa de filhos doentes ou que exigem jornadas longas sem se preocupar com a atenção às crianças.

Uma pesquisa realizada pela Catho em 2014 revelou que metade das 1.190 mulheres entrevistadas adiaram em até dois anos a volta para o mercado de trabalho. 23% demoraram mais de três anos para se recolocar e 14,4% afirmaram estar sem ocupação.

Empresas que apoiam as mães

A revista norte-americana Working Mother lista anualmente as melhores empresas para mulheres que são mães. São empresas que oferecem flexibilidade de horários, espaços disponíveis para cuidados com a criança, suporte financeiro e médico e outros benefícios que tornam o ambiente de trabalho mais acolhedor e confortável para o crescimento profissional das mamães.

Selecionamos dez das 100 melhores empresas listadas pela revista. A lista completa você confere através do site do levantamento.

1. Lego Systems

A fabricante de um dos brinquedos mais populares do mundo tem seus programas de gestão e liderança de treinamento formados por 41% de mulheres. O local de trabalho oferece acampamento livre, piqueniques de verão e parques temáticos para entreter as crianças enquanto os pais trabalham.

As mães têm direito a horários flexíveis e licença-maternidade de 26 semanas, inclusive em casos de adoção, nos quais recebem ajuda de custo. Academia de ginástica no local e planos de carreira que levam em consideração as metas familiares também somam pontos no acolhimento das mamães dentro da empresa.

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2. Unilever

A empresa luta pela paridade entre homens e mulheres no topo da empresa, e por isso todas as posições de gestão abertas devem ter equilíbrio de gêneros com visão de futuro. Em 2015 as mulheres passaram a representar mais de 50% do time de gestores.

Os funcionários têm flexibilidade para trabalhar em casa se necessário, desde que atendam às necessidades da empresa. Funcionárias gestantes contam com programa de gravidez saudável e ganham seis semanas de licença-maternidade pagas. Os pais tem descontos na matrícula de escolas conveniadas e podem participar de seminários para tirar dúvidas caso tenham filhos com necessidades especiais.

3. Monsanto

As mulheres formam 32% do time de empregados da empresa. Após dar à luz ou adotar um filho, elas tem direito a 12 semanas de licença-maternidade, dez delas integralmente pagas. A empresa também organiza eventos exclusivamente voltados para mães e reuniões de crianças com necessidades especiais.

4. Intel

O número de mulheres em cargos de vice-presidente sênior e corporativos aumentou significativamente desde 2014 e hoje elas representam 57% do quadro. Em todo o mundo são 5.500 mulheres trabalhando para a Intel, empresa que oferece massagens terapêuticas e centros de spa em algumas unidades.

A licença-parental é bastante generosa: mulheres que desejam adotar recebem ajuda de custo de US$ 15 mil e aquelas com dificuldades para engravidar e que fazem tratamentos de fertilidade tem direito a US$ 60 mil para as despesas.

5. Johnson & Johnson

No último ano, as mulheres ganhavam 50% de todas as promoções para altas posições dentro da empresa, sendo Sandi Peterson, uma das principais lideranças, mãe de dois filhos. A empresa oferece aos pais seis centros de cuidados infantis, com acesso a creches, postos de saúde, leitura de histórias, música, arte e contato com a natureza. Quando mais velhos, os filhos recebem aconselhamento para faculdade.

Os pais podem deixar os filhos nesses centros até mesmo em dias de folga, desde que combinem previamente com a empresa. Todos têm direito a nove semanas de licença depois do nascimento ou adoção de um filho.

Leia também: Gravidez no trabalho: direitos e deveres

6. Avon

Desde 2015 a empresa de beleza mantém uma política de trabalho flexível, a qual até 80% dos funcionários norte-americanos já aderiram para criar horários mais tranquilos.

Mulheres grávidas tem direito a dez semanas de licença antes do bebê nascer e podem voltar ao trabalho um mês depois com horário reduzido. Um programa de coaching para maternidade está sendo introduzido para que as mães não se sintam sozinhas, bem como um programa que mostra como os gestores podem ajudar as mães trabalhadoras.

7. Bayer

A empresa oferece, em um site corporativo, informações sobre cuidados com crianças e atendimento online para dúvidas sobre maternidade. Dentro da empresa existe uma sala para que mulheres amamentem seus filhos e o direito a licença-maternidade estendida, além da isenção de coparticipação no plano de saúde durante a gravidez para exames e consultas.

A empresa também fornece durante um ano uma pomada para assaduras fabricada por ela e o direito a uma vacina.

8. Pfizer

O conselho de liderança para mulher dentro da empresa, além de reuniões com outras mães, ajuda a sanar dúvidas sobre maternidade. A empresa mantém parceria com escolas para que os pais possam matricular os filhos e flexibilidade de horários, além da opção de home office.

O auxílio-creche vale até os seis anos da criança e caso a mãe precise viajar a trabalho tem direito a levar consigo o bebê e um acompanhante para ajudar.

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