Empresa paga R$1.600 a mais para funcionários dormirem pelo menos 7h por dia

Com base no monitoramento honesto de seus funcionários, a seguradora Aetna remunera os indivíduos que contabilizarem um mínimo de 7 horas de sono diárias.

Empresa paga R$1.600 a mais para funcionários dormirem pelo menos 7h por dia
A seguradora Aetna também remunera funcionários que pratiquem exercícios físicos

Baseado na confiança e na aposta de um melhor rendimento e felicidade no ambiente de trabalho, a seguradora norte-americana Aetna passou a remunerar seus funcionários com um bônus de exatos US$ 300 por ano com a seguinte condição: estes devem ter ao menos 7 horas diárias de sono.

Recompensa-se por noites bem dormidas

De acordo com relatório datado do ano de 2011 e realizado pela Academia Americana de Medicina do Sono, apenas nos Estados Unidos o trabalhador médio pode perder cerca de 11,3 dias de trabalho – ou US$ 2.280 de produtividade – todos os anos por falta de sono; o que contabiliza um total de US$ 63,2 bilhões em perda para a economia nacional.

Diante destes dados alarmantes e uma preocupação fundamental para o crescimento não só corporativo, a Aetna, seguradora fundada no ano de 1853 e sediada em Connecticut, Estados Unidos, adota desde o ano de 2009 um projeto que visa aumentar o empenho e produtividade de seus colaboradores a partir de uma recompensa por determinada quantidade em horas de sono.

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Contabilizando 12 mil funcionários em 2015 – em um total de 25 mil presentes na empresa –, a Aetna viu um aumento de 2 mil pessoas em um ano, interessadas em participar do projeto inserido como um laboratório vivo. De acordo com Kay Mooney, vice-presidente de benefícios a funcionários da empresa, o programa de sono é apenas um dos incentivos a hábitos saudáveis que a Aetna deseja conceder à sua equipe, a qual também é remunerada por realizar exercícios físicos.

Quanto ao monitoramento desde sistema, a empresa deposita totalmente sua confiança nos funcionários participantes, os quais poderão registrar suas 7 horas mínimas de sono em monitores de pulso conectados à rede de computadores da Aetna ou inserir esse registro manualmente, sem qualquer comprovativo extra. Tamanha confiança de que seus colaboradores estão dizendo a verdade pode inclusive ser conferida posteriormente, em horário laboral, uma vez que o projeto visa garantir a produtividade dos mesmos.

As consequências de noites mal dormidas

Além do quesito produção e disposição, pesquisadores da Universidade da Califórnia alertaram ainda no ano passado que indivíduos que possuem menos de seis horas de sono diárias têm quatro vezes mais chances de contrair gripe uma vez expostas ao vírus.

Aliada a essa questão, diversos líderes de empresas como a canadense Squeeze CMM, Palo Alto Software e o portal de notícias Huffington Post, após episódios de desmaios, dificuldades cognitivas e queda em suas capacidades de tomar decisões adotaram um estilo de vida mais regrado e cuidadoso quanto às horas de sono, trazendo o incentivo também para dentro da empresa e ao conhecimento de demais CEOs; resta o hábito servir como algo natural e mundial, onde a confiabilidade dos colaboradores e a flexibilidade e criatividade dos líderes tornará o ambiente corporativo muito mais leve e produtivo ao mesmo tempo.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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