Brasileiros conseguem achar empregos no exterior?

Visando ganhos e qualidade de vida, brasileiros buscam empregos no exterior a oportunidade de dias melhores. Saiba driblar as dificuldades de contratação.

Brasileiros conseguem achar empregos no exterior?
Saiba identificar e driblar as dificuldades para conseguir um emprego.

Com a crise econômica e tantos fatores que descontentam e desanimam os brasileiros de continuar insistindo em melhores condições, muitos optam por emigrar, buscando empregos nos exterior em países mais desenvolvidos ou com alguma facilidade de adaptação, visando oportunidades para uma vida melhor.

No entanto, a busca nem sempre é satisfatória, uma vez que a rigidez dos processos de legalização podem ser um pesadelo para quem não tem um contrato de trabalho ou excelência acadêmica.

Qual a maior dificuldade em achar empregos no exterior

Em recente pesquisa realizada pela Catho, 79,2% dos brasileiros disseram que aceitariam propostas de empregos no exterior, percentual este que vem aumentando a cada nova edição desta mesma pesquisa. Porém, o fato aliado a uma série de dificuldades presentes em cada indivíduo pode inviabilizar esse desejo, onde quatro delas se sobressaem:

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Idioma: entre as maiores dificuldades encontradas pelos brasileiros em busca de empregos no exterior, sem dúvida, a não fluência no idioma do país de destino é a maior delas. Seja o inglês, o alemão, o espanhol, ou qualquer outra língua, ter um nível de proficiência ao menos avançado é essencial para ingressar em uma carreira profissional fora do Brasil.

Exigência de visto: Para os brasileiros que decidem emigrar e só então procurarem empregos no exterior, a regra é bastante clara, principalmente entre países europeus: sem visto de permanência, sem contrato de trabalho. Em muitos lugares, como é o caso de Portugal, imigrantes sem visto geralmente ingressam nos chamados “subempregos” e ainda assim apresentam certa dificuldade em conseguir um contrato por parte de seus empregadores – os quais podem ser multados pelo serviço de imigração por contratar um turista ou indivíduo “ilegal”.

Formação acadêmica: outro diferencial que é muito levado em consideração para a contratação de brasileiros no exterior é a formação acadêmica. Muitos países, como a Alemanha, o Canadá ou a Austrália, possuem carência em uma série de profissionais e por este motivo, lançam programas de incentivo a estrangeiros capacitados em tais setores.

Porém, setores relacionados às áreas da saúde e educação geralmente precisam de equivalência de diplomas para que este tenha efeito no país de destino.

Currículo: também entre as dificuldades, mas podendo ser facilmente corrigida, o formato de envio dos currículos também deve ser adequado à cada região. Entre o continente europeu, por exemplo, é comum a utilização do modelo Europass, o que acaba por filtrar e considerar apenas as candidaturas dentro deste molde de avaliação.

Visto de trabalho

Em casos onde o profissional possui uma qualificação diferenciada e o país de destino deseja realmente tê-lo em seu quadro de funcionários, geralmente este se encarrega em providenciar a parte burocrática referente ao visto de trabalho; isso costuma acontecer em políticas de incentivos canadenses, os quais se encontram em carência de profissionais de TI, por exemplo.

Saiba quais são os empregos no exterior para brasileiros

Já na Alemanha, esse visto pode vir mais facilmente para profissionais com proficiência no idioma e altamente qualificados em áreas em defasagem, como Engenharia, TI, Medicina, Ciências Naturais e Matemática. Neste casos, deve realizar o reconhecimento do diploma junto ao governo alemão e, se aprovado, receberá um visto provisório de 6 meses para que busque um emprego no país. Se conseguir dentro deste prazo, a empresa contratante será a responsável por tratar de todo o processo de legalização.

Em países como a Austrália, são oferecidas diversas modalidades onde o candidato pode manifestar seu interesse em imigrar e então ser submetido a testes de proficiência no idioma, além de uma avaliação acerca de sua formação profissional e relevância da mesma para o país. Caso aceito, o novo residente poderá estender o benefício a seus familiares.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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