Efeito Trump divide Congresso sobre Bolsonaro e PEC 55

Após vitória de republicano nos EUA, deputado do PSC reforçou que pretende emplacar candidatura ao comando do Planalto.

Efeito Trump divide Congresso sobre Bolsonaro e PEC 55
Senado teve dia agitado por causa de eleições americanas

Após a vitória inesperada de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) reforçou sua intenção de se candidatar a disputa presidencial de 2018. O político publicou em sua conta do Twitter uma mensagem, ontem (9), logo após o anúncio do resultado final.

“Vence aquele que lutou contra ‘tudo e todos’. Em 2018 será o Brasil no mesmo caminho”, escreveu. Com a declaração, os parlamentares se dividiram em prós e contras, causando alvoroço nas redes sociais.  De acordo com a revista Exame, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho do parlamentar, afirmou que “as pancadas que Trump levou durante a campanha presidencial são similares as críticas feitas ao clã Bolsonaro”.

“Acredito que a vitória de Trump possa alavancar a candidatura do meu pai ao Planalto. Chegou a hora de derrotar nossos perseguidores e acabar com a vitimização na política e com o empoderamento das minorias, sustentado pela esquerda ”, reforçou Eduardo ao veículo.

Presidência é órgão que mais gasta com cartão corporativo

PEC 55 é aprovada em meio ao conflito

Ontem, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal votou o destino da PEC 55, antiga PEC 241, que controlará o teto de gastos públicos. Parecer favorável à proposta recebeu 19 votos favoráveis e 7 contrários. Mas o foco das conversas foi Donald Trump. 

O filho de Bolsonaro aproveitou o momento para fazer um desabafo sobre as acusações contra sua família: “Não vamos tolerar mais calúnias. Não estão sabendo lidar com a força da direita. A vitória de Trump e do Brexit (no Reino Unido) é um recado do mundo que está cansado da vitimização comum nas pautas da esquerda.”

Atento às discussões da ementa, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) falou aos jornalistas. “Eliminar, como pretende a PEC 55, a possibilidade do chefe do poder Executivo legitimamente eleito definir o limite de despesas de governo, significa retirar-lhe uma das principais prerrogativas de orçamento e gestão. É o impeachment do próximo presidente da República”, afirmou.

O primeiro turno no plenário principal está previsto para 29 de novembro.

Foto: Divulgação EBC

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Redação E-konomista Redação E-konomista

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