Março e Agosto são os meses do divórcio

Reparou que muita gente próxima a você costuma pedir divórcio ao mesmo tempo? O fim dos relacionamentos são mais frequentes em determinados meses.

Março e Agosto são os meses do divórcio
Estudo mostra que após as férias mais casais se separam

Se muitas vezes acabar um namoro já não é fácil, imagine só a terminar uma relação mais duradoura e estável como costuma ser o casamento. Pois uma pesquisa mostrou que março e agosto são os meses em que mais pessoas pedem o divórcio e existe uma razão para isso.

Divórcio após as férias

Se você parar para pensar, o que costuma acontecer um pouco antes de março e de agosto? Pois bem, são as férias escolares e as festas que reúnem a família. Muitos casais já estão desgastados, mas esperam que as datas festivas como Natal e Ano Novo e a viagem de férias passem, antes de anunciarem um divórcio.

Estas conclusões são de um estudo apresentado durante a conferência da Associação Americana de Socialogia, realizada em Seattle, nos Estados Unidos.

Para chegar a estas conclusões, pesquisadores da Universidade de Washington (EUA) analisaram pedidos de divórcio no Estado de Washington, entre 2001 e 2015. Com estes dados puderam verificar que os a maioria deles foi iniciada em março, seguida por agosto - meses que correspondem ao período de férias de inverno e verão no Hemisfério Norte.

Em dezembro e março, o número de pedidos de divórcio no estado teve aumento de 40%. De acordo com a autora do estudo, Julie Brines, o auge do número de separações em março pode ser um efeito atrasado das férias de inverno e do Natal. Já em relação a agosto, a autoria diz que muitos casais têm o costume de viajar nas férias de julho, e que esperariam passar este período para entrarem com o pedido.

“As pessoas tendem a encarar os períodos de férias com altas expectativas, apesar dos desapontamentos passados. Essa época representa um momento de antecipação de oportunidades para um recomeço, uma mudança, uma transição para um novo período de vida. É como um ciclo de otimismo, de certa forma. Se isso não acontece, o cônjuge que está infeliz se sente pronto para pedir a separação. É uma resposta ao que não aconteceu durante as férias.”, diz a autora.

Os autores do estudo destacaram também que mesmo considerando fatores sazonais, como desemprego e mercado imobiliário estes padrões permaneceram.

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Redação E-konomista Redação E-konomista

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