Descubra como trabalhar e estudar fora do Brasil

Canadá, Estados Unidos, Austrália e Irlanda são destinos populares entre os brasileiros quando o assunto é trabalhar e estudar fora do país.

Descubra como trabalhar e estudar fora do Brasil
Conheça alguns bons destinos para trabalhar e estudar fora do país

Trabalhar e estudar fora do país parece ser ambição e sonho de muitos. Afinal, o que poderia ser melhor que ganhar conhecimento, ter uma experiência profissional no estrangeiro e ainda receber por isso? Bons destinos não faltam, principalmente para quem quer aprimorar a língua e ter experiências únicas para vida toda. 

 

Para os brasileiros, a ideia de trabalhar e estudar fora começa a ganhar força, principalmente entre os mais jovens. Isso porque muitas cidades fora do Brasil oferecem uma qualidade de vida maior por um custo menor em comparação às grandes metrópoles brasileiras. Confira abaixo alguns dos principais destinos

 

Destinos populares

 

Canadá

É um dos destinos mais procurados por quem deseja trabalhar e estudar fora do Brasil. Em 2014, o país alterou o seu programa de Estudo e Trabalho e proibiu as escolas de idiomas de fornecerem essa modalidade.


Agora é preciso estar inscrito em uma instituição vocacional a frequentar um curso de caráter profissional (cursos de línguas não são mais válidos para o efeito) e com duração superior a 6 meses. Seguindo essas regras, o estudante fica habilitado a conseguir uma permissão de trabalho de até 20 horas semanais.


Vagas Canadá 

 

 

Estados Unidos

Para trabalhar e estudar nos Estados Unidos é preciso ter acesso do F-1, visto destinado a estudantes do ensino superior, escolas de idiomas e Ensino médio. Com essa modalidade, é possível, tal como no Canadá, 20 horas por semana e ainda 40 horas por semana durante as férias.

 

Dessa forma, só é possível trabalhar para a instituição onde o estudante está inscrito (Trabalhar no Campus). O trabalho fora do campus só pode ser realizado depois de 1 ano de estudos e com a autorização do Serviço de Imigração dos EUA.


Cada instituição tem as suas regras e particularidades, mas no geral, elas são responsáveis pela distribuição das vagas aos alunos internacionais. As funções variam: baristas, auxliares de biblioteca, de limpeza, mentores de estudantes recém-chegados. Alguns trabalhos só estão disponíveis para aqueles com os melhores rendimentos no curso.

 

Austrália

A Austrália é outro país muito citado por quem decide trabalhar e estudar fora do Brasil. E com razão! A legislação é uma das mais flexíveis com os estrangeiros, que podem trabalhar até 40 horas por cada duas semanas estudadas.


Vagas Austrália 

 

 

Irlanda

Assim como nos EUA e no Canadá, o estudante está autorizado a trabalhar legalmente até 20 horas por semana na Irlanda. Essa regra é válida apenas para aqueles que possuem o visto conhecido como “stamp 2”, ou seja, irá frenquentar um curso de mais de 6 meses no país.


Vagas na Irlanda  

 

 

Cuidados e estratégia

A primeira preocupação fundamental para quem pretende trabalhar e estudar fora do país é estar devidamente legalizado para fazê-lo. Informe-se e faça tudo de acordo com a lei, por mais que isso demande tempo. Poupa problemas sérios no futuro.


Fala a língua do país de destino é um critério a ser levado em conta. Alguns empregos exigem fluência no idioma. Em outros casos, essa ainda é a oportunidade ideal para tornar-se praticamente um falente nativo.

 

É bem comum que os empregos para quem estuda sejam funções relacionadas com limpeza e/ou atendimento ao público, como vendedores de lojas. Se você tinha expectativas mais altas e ficou decepcionado com a oferta, pense que essa função aparentemente simples pode ser bem valiosa para o seu currículo e para as suas experiência de vida.


É importante estar atento ao valor do salário mínimo do país escolhido. Antes de aceitar uma oferta de trabalho, certifique-se que o pagamento vai de acordo com o que é estabelecido. Há empregadores que se aproveitam da condição desinformada de alguns estudantes internacionais para recrutar mão de obra barata.

 

Como preparar um currículo

Para trabalhar e estudar fora é primordial um bom currículo, adequado às normas e modelos vigentes do país escolhido.

 

  • Nos Estados Unidos e no Canadá, os currículos são bem resumidos, constando apenas informações e datas primordiais. Por esse motivo, é chamado Résumé. Não existe um modelo uniformizado, isso fica a critério do candidato. Algo muito valorizado nesses dois países são as cartas de referência, também chamadas cartas de recomendação. No caso de estudantes, podem pedi-las a professores.

  • A Austrália também não conta com um modelo específico de currículo, mas, contratriamente aos americanos e canadenses, as informações são cuidadosamente detalhadas. As datas devem ser precisas, além disso. Um currículo típico australiano conta com mais de 3 páginas. Não é necessário por fotografia, a menos que seja pedido, e é importante adicionar os idiomas que fala e interesses.

  • Na Irlanda, o Europass (modelo europeu de currículo) não é utilizado. Portanto, valoriza-se também um documento simples e direto. O seu objetivo ou cargo a que se candidata devem vir logo no topo. Também vale à pena adicionar uma carta de apresentação (cover letter).

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