9 coisas que desaprendi viajando

Tanto quando aprender, viajar é desaprender e deixar de lado hábitos desnecessários para se reinventar.

9 coisas que desaprendi viajando
Um guia para abandonar hábitos desnecessários

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Muitas pessoas dizem que viajar é um constante aprendizado e que só a partir desses momentos únicos é que passamos a nos reconhecer melhor. Pode até ser esta uma verdade, mas com certeza eu mais desaprendi viajando do que qualquer outra coisa. Viajar definitivamente faz parte da famosa arte do desapego e, na medida em que praticamos viagens pelo mundo, nos tornamos especialistas.
 

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O que eu tive que desaprender

Aqui vai uma lista do que desaprendi viajando, elaborada com base naquilo que originalmente não precisamos, mas insistimos em ter/fazer. Viajar é essencial para renovar os ares e mudar ideias, sonhos e planos. Talvez as maiores decisões de mudança surjam depois de uma viagem.

1. Ter preguiça

Investir numa viagem é saber que a preguiça tem que ficar em casa. Nada de enrolar mais cinco minutos ou não visitar um ponto porque é longe. Lembre-se que onde você está longe de casa e talvez não volte lá tão cedo. Esse é um dos arrependimentos que guardo da minha primeira viagem e uma das coisas que desaprendi viajando.

2. Comprar souvenires no free shop

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Andar (muito) é um pré-requisito para qualquer viajante ou mochileiro que quer conhecer o máximo de cada lugar que visita. O fato é que a lembrança de um lugar está nas ruas, e não no aeroporto. Então, por que cargas d’água comprar lembrancinhas no free shop? São atraentes, mas muito mais caras do que ou souvenires da rua. Fuja do “Estive em X, lembrei-me de você” e visite o comércio local para achar lembranças simples e espetaculares.

3. Fazer grandes malas

A minha mala ultrapassou os 12kg, cobraram excesso de bagagem e enviaram para o porão. Mais meia hora esperando a bagagem aparecer na esteira, com o risco de ser arremessada para todo lado, sujar e quebrar. Tudo isso atrasa e torna cansativa a viagem. Nada melhor do que sair do avião com a malinha nas costas, a postos para aproveitar o que o destino oferece.

4. Ser dependente

Um valor importante que desaprendi viajando: depender dos outros. Numa viagem ao Rio de Janeiro, conheci um bar ao lado do hostel em que nem o garçom falava a minha língua, e fiz amigos incríveis por lá. Tudo porque uma amiga não quis sair à noite e eu decidi aproveitar. Se você foi em grupo e alguém não quer sair à noite porque não tem vontade, saia sozinho. Vá conhecer outras pessoas e aproveitar o intercâmbio de culturas que só uma viagem oferece.

5. Ter medo

“Não volto sozinha de madrugada”. Esquece isso. Se você vai viajar sozinho, para a Europa por exemplo, além de contar com infra-estrutura para voltar ao hostel de madrugada, ainda tem a segurança de andar pelas ruas à noite sem ser incomodado. Lisboa, por exemplo, é um local onde é possível andar pelo centro às tantas da madrugada e se sentir seguro.

6. Ter celular

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Outra coisa que desaprendi viajando: viajar pra fora significa não ter o seu pacote de dados no bolso. Use o celular para tirar fotos e não sofra por não poder se comunicar com os outros o tempo todo. Aprenda a estar sozinho para se conhecer melhor e tire o vício de estar conectado o tempo todo. Fale com os amigos quando chegar ao hostel e você vai ver que o mundo não acabou nesse meio-tempo.

7. Dirigir

Há 7 meses fora de casa, já me faz confusão pensar de que lado é a embreagem e enquanto dormia já tive sonhos em que eu dirigia. E saber que não preciso do carro é o primeiro passo para entrar em forma e, quem sabe, na volta, ser menos preguiçosa.

8. Gastar os olhos da cara

Uma mão na roda para quem viaja tanto no Brasil, quanto no mundo afora é o Couchsurfing. Já conhece? São pessoas que oferecem um lugarzinho em suas casas para os viajantes. Pesquise grupos no FB a respeito e aprenda a viajar pelo mundo gastando pouco. Existem também os hostels que trocam estadias por um part-time na recepção ou em pequenas reformas no estabelecimento: Worldpackers é o nome do site. Vale visitar. Além de poupar o seu dinheiro, você pode conhecer várias pessoas do mundo todo.

9. Ser infeliz

Se você pensa que não precisa viver assim, é porque não precisa mesmo e essa é a coisa mais valiosa que desaprendi viajando. Viajar não é só passear. É conhecer outras culturas e estilos de vida e mais do que isso, conhecer a si mesmo. Michael Loffle, 26, combateu a depressão com uma viagem, tirando fotografias belíssimas ao redor do mundo. Conhecendo a si mesmo, é muito mais fácil reconhecer as suas virtudes e talentos e dar a volta por cima quando aquele trabalho ou curso parece não fazer sentido e tomar atitudes para mudar o cenário.

 
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Gabriela Ventura Gabriela Ventura

Natural de São Paulo, estudante de Publicidade e Propaganda na USP. Não tem hobbies fixos nem rotina, é apaixonada pelo imprevisto. Foi fazer intercâmbio em Lisboa e... estendeu a estadia por tempo indeterminado.

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