Como trabalhar no exterior

Trabalhar no exterior: quais são as opções para quem quer fazer uma carreira internacional ou apenas ter uma nova experiência? Conheça algumas oportunidades.

Como trabalhar no exterior
Saiba como estudantes ou profissionais podem trabalhar no exterior

Trabalhar no exterior: quais são as opções para quem quer fazer uma carreira internacional ou apenas ter uma nova experiência? Com diversos acordos entre países, facilidades ou isenções de vistos, programas de intercâmbio ou mesmo voluntariado, trabalhar legalmente no exterior vêm se tornando cada vez mais um sonho possível. Conheça algumas oportunidades para quem quer começar o ano de malas feitas e muita vontade de trabalhar.

Trabalhar no exterior legalmente

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Work Permit para setores em demanda

O tão sonhado Work Permit, ou permissão para trabalhar muitas vezes não é tão difícil de conquistar como parece. Diversos países se encontram em defasagem de profissionais em determinados setores como tecnologia ou saúde. Nestes casos, o interessado pode se candidatar à vaga e, se contratado, pode aplicar ao visto e trabalhar legalmente no país em questão.

É fato que grande parte dos países buscam contratar seus próprios cidadãos para trabalhos bem remunerados e/ou de nível acadêmico superior, porém, diante da escassez destes profissionais, existe a facilidade em conseguir um contrato de trabalho e, com isso, ter o Work Permit. Em alguns países, como a Nova Zelândia, é possível até mesmo se tornar residente permanente – e cidadãos, posteriormente – se for um profissional para setores que eles precisem.

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Au Pair

Possivelmente esta é a maneira mais utilizada para trabalhar no exterior legalmente, uma vez que os programas de Au Pair possuem muitas vantagens, entre elas, a economia. Os custos giram em torno de US$ 700,00 a US$ 900,00, por exemplo, para aqueles que desejam ir para os Estados Unidos.  Ao terminarem o programa, o reembolso é, em média, entre US$ 200,00 a US$ 500,00.

Através dos programas de Au Pair, diversas pessoas estão deixando o território brasileiro para trabalharem no exterior como babás. São brasileiros a caminho dos Estados Unidos, de países da Europa e Austrália, com garantia um emprego em uma casa de família, para cuidar das crianças. 

As empresas que costumam disponibilizar esse tipo de trabalho procuram programar a temporada em que o brasileiro irá permanecer no exterior. Já considerando o local em que irá trabalhar e se hospedar, a fim de evitar que o mesmo passe por alguma dificuldade.

Working Holiday Visa

Direcionado à jovens viajantes de 18 a 30 anos (35 em alguns locais), este é um tipo de visto que permite exercer atividades remuneradas por um determinado período dentro do país. Estes períodos podem ser de 6 meses ou até mesmo dois anos, dependendo das regras estabelecidas por cada país. Para os brasileiros, é possível aplicar trabalhar apenas na Nova Zelândia que, por ano, abre cerca de 300 vagas para brasileiros trabalharem no exterior.

Para aplicar-se ao visto, o jovem deverá comprovar meios de sustento enquanto procura por trabalho, cerca de $ 4.200,00 (dólares neozelandeses) e também possuir seguro de saúde ou viagem. Neste caso, os viajantes não podem levar filhos.

Trabalhar no exterior durante as férias

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WorldPackers

Disponíveis para trabalhar no exterior (em diversos países), os albergues cadastrados se dispõem a hospedar e oferecer, na maioria das vezes, uma ou duas refeições a quem se propuser trabalhar determinadas horas por dia. Os estabelecimentos são divulgados pelo portal WorldPackers e os serviços vão desde limpeza, até manutenção de redes sociais. Basta se candidatar, aguardar e fazer as malas. Os períodos de estadia variam de local para local, alguns permitindo que o hóspede fique poucos dias, enquanto outros pedem a estadia mínima de alguns meses.

WorkAway

Com as mais diversas opções de trabalho voluntário, o portal oferece vagas para trabalhar no exterior em fazendas, albergues e até mesmo ensinando um idioma ou cuidando de crianças. O viajante deverá arcar com os custos da passagem e visto, se necessários, e combinar com seu hospedeiro qual será a duração de estadia. As oportunidades ao redor do mundo podem ser consultadas aqui.

Trabalhar no Campo

Aos que buscam férias no campo, existe o projeto WWOOF, que consiste em passar períodos voluntários em fazendas orgânicas por diversas partes do mundo, trabalhando em troca de alimento e abrigo. A estadia é negociada diretamente entre o viajante e o hospedeiro, sendo o período mais solicitado o de uma ou duas semanas, podendo se estender por até seis meses.

Serviços de Turismo

Algumas vagas temporárias também são oferecidas para brasileiros que buscam trabalhar no exterior. Pacotes para períodos nos setores de turismo, como hotéis, restaurantes, parques temáticos, estações de esqui, resorts e lojas são os mais procurados. Veja algumas dicas de como trabalhar no exterior em hostels.

Países para estudar e trabalhar no exterior

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Os principais países onde o Brasileiro tem permissão para trabalhar legalmente com visto de estudante são: Austrália, Irlanda e Nova Zelândia. Neste caso, conseguir um trabalho deve ser responsabilidade do estudante. Há os que encontram trabalho mais rápido, pois tudo depende da desenvoltura, flexibilidade e nível de inglês do estudante. Quanto melhor o inglês, costuma-se ser mais fácil encontrar um emprego. Veja os requisitos necessários para trabalhar e estudar nestes países:

Austrália

Para trabalhar na Austrália como estudante é preciso matricular-se em um curso com duração mínima de 14 semanas, sendo necessário emitir um visto de estudante ainda no Brasil. O país não exige nível mínimo de proficiência em inglês e permite que o estudante trabalhe legalmente até 20 horas semanais durante o curso. As cidades que aceitam este tipo de visto de estudo e trabalho são: Melbourne, Sydney, Brisbane, Gold Coast, Byron Bay, Sunshine Coast, Cairns, Whitsundays, Perth, Adelaide, Darwin e Hobart.

Canadá

Para trabalhar no Canadá, o sistema adotado para estudantes funciona um pouco diferente: primeiro ele estuda e depois trabalha. Se, por exemplo, o estudante estiver matriculado em um programa de 6 meses de duração, deverá estudar 3 meses e, somente após o fim do curso, terá a permissão para trabalhar durante os outros 3 meses finais. Sendo assim, o período de trabalho é igual ao dos estudos.

Nova Zelândia

Sem a exigência de níveis mínimos em inglês, para estudar e trabalhar na Nova Zelândia é preciso se matricular em um curso com duração mínima de 14 semanas, sendo necessária a emissão do visto de estudante no Brasil. São legalizadas 20 horas de trabalho semanais durante o curso, podendo se estender a tempo integral em período de férias, quando o curso tiver a duração de um ano ou mais. Estudantes de PhD e Mestrado de pesquisa têm ilimitados direitos de trabalho. As cidades que possuem este sistema de visto são: Auckland, Queenstown e Christchurch. 

Irlanda

Também sem exigências quanto a nível mínimo de inglês, basta matricular-se em um curso com duração mínima de seis meses, podendo obter visto de um ano – considerando 6 meses de curso + 6 de férias – no país e sem a necessidade de emitir qualquer visto no Brasil. Na Irlanda é permitido trabalhar legalmente por 20 horas semanais durante o curso e 40 durante as férias, principalmente nas cidades de Dublin, Cork e Galway.

África do Sul

Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural e aprimoramento do idioma, o visto que possibilita brasileiro estudar e trabalhar na África do Sul é o Cultural Exchange Visa, que pode ser emitido pelo consulado do país, no Brasil. Destinado a estudantes de 18 a 25 anos, o programa tem duração de até 12 meses. Neste caso, o estudante é responsável por encontrar seu próprio trabalho, não sendo garantido que o emprego será na área profissional de ocupação. É preciso fazer um curso de inglês na chegada ao país de pelo menos 4 semanas. Além destes, outros pré-requisitos são necessários, como por exemplo ter boa saúde, nível de inglês intermediário ou avançado e sentido de responsabilidade, pró atividade e comprometimento com o trabalho.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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