Como sair das dívidas e limpar o nome em 2016

Veja como sair  sair das dívidas e começar o novo ano sem pendências financeiras. Aprenda dicas de como se organizar para sair do vermelho.

Como sair das dívidas e limpar o nome em 2016
Veja 7 dicas de como sair das dívidas e ter maior controle financeiro

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Este ano de 2015 não foi nada fácil para a economia brasileira, e infelizmente muitos brasileiros se endividaram, perderam emprego e viram seu rendimento mensal cada dia mais limitado. Mas precisamos nos adaptar às adversidades e ir à luta. Com o nome sujo fica mais difícil, certo? Veja dicas de como sair das dívidas e limpar o nome para começar 2016 se livrando desse problema.

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1. Descubra o tamanho do problema

Faça um mapeamento das suas dívidas. Veja quanto está devendo, a quem está devendo e quais são as taxas de juros de cada dívida. Ao fazer isso, você irá primeiro conferir se os valores que estão sendo cobrados são justos e estão dentro do contrato que você assinou. Isso irá te ajudar a ver se há cobranças indevidas, o que muitas empresas infelizmente fazem. Em segundo lugar, você irá organizar as suas dívidas de forma a pagar primeiro aquelas que têm os juros mais altos e evitar que essa bola de neve aumente cada dia mais.

2. Renegocie as suas dívidas

As empresas normalmente preferem não oferecer o renegociamento da dívida, pois é mais lucrativo para elas que você continue pagando a parcela mínima ou que aumente o prazo do pagamento a juros mais altos, pois assim lucram muito mais do que se você quitasse a dívida. Mas você deve tentar renegociar, pedir um melhor prazo e taxa para quitar esse problema. Se você tiver dúvidas de como fazer isso, procure especialistas ou órgãos de defesa do consumidor para ajudar. Renegociando a dívida, você verá que pode pagar menos do que os números altos analisados no mapeamento feito.

3. É preciso economizar

De acordo com os especialistas, sempre é possível poupar. Normalmente nosso dinheiro é empregado com 3 tipos de gasto: essencial, supérfluo e desperdício.

  • O gasto essencial é aquele que não conseguimos cortar, como o gasto com aluguel, com alimentação, com contas, etc. Mas é possível reduzir os gastos. Faça uma reunião em família, exponha o problema e peça a colaboração de todos para: economizar nas contas de água e luz, reduzir os gastos com alimentação (cobrando produtos de marcas mais baratas, por exemplo), reduzir o valor pago pela internet mensalmente (diminuindo o pacote pago), reduzindo gastos com faxineira (e colocar todo mundo para colaborar), etc.
  • Os gastos supérfluos precisam ser diminuídos ou cortados, dependendo do quanto você precisa economizar. Sua família não PRECISA de TV a cabo, de assinatura de Netflix, de Spotify, de sair para jantar fora com frequência, da cota no clube da cidade, dos gastos do pet shop, etc. É preciso frear o consumo e reduzir os itens de conforto e mordomia que tanto estamos acostumados quando há dívidas que precisam ser pagas.
  • O desperdício precisa ser cortado. O dinheiro que está sendo jogado fora pode fazer toda a diferença, e muitas vezes nem nos damos conta de quanto dinheiro é desperdiçado. Planos e pacotes de telefonia fixa e celular que você nem usa todas as vantagens e pode reduzir para algo mais simples que vai te atender de maneira semelhante. Aquela taxa de manutenção do seu banco que todo mês tira um pouco do seu dinheiro, você pode passar para outro banco com taxas mais baratas ou mesmo taxa zero, ou ver no mesmo banco uma conta que seja mais acessível. Aquele canal por assinatura que ninguém assiste. Aquela assinatura de jornal ou revista que ninguém está lendo. Ou mesmo no desperdício de comida, ao jogar comida no lixo estamos jogando também dinheiro, e você pode reduzir e até zerar o desperdício de comida: o seu bolso e o planeta agradecem.

Outro hábito que você deve manter para economizar é ficar de olho nas promoções. Seja no supermercado ou em itens de utilidade diária, comprar produtos que estão em oferta faz toda a diferença no seu orçamento no fim do mês. Sabe aqueles folhetinhos com os produtos em promoção da semana no supermercado? Fique de olho neles, a economia pode ser superior a 30% no fim do mês.

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4. Crie o hábito de anotar tudo que gasta

Você só vai saber direito com o que está gastando o seu dinheiro (e o que pode ser cortado ou reduzido em seus gastos) se anotar tudo que gasta. Parece chato, parece muito controlador (e é mesmo) mas é necessário e depois de um tempo você se habitua e isso se torna algo normal, de praxe.

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E isso vai te ajudar a perceber onde você está gastando mais dinheiro do que imagina. Você pode organizar os gastos numa planilha do Excel ou – o que é ainda mais fácil – utilizar aplicativos de controle financeiro. Clique aqui e conheça 5 aplicativos para te ajudar nessa tarefa.

5. Compre usando dinheiro e evite o parcelamento

Por mais que o cartão de crédito e as compras parceladas ajudem e muito a nossa vida, eles facilitam também o endividamento. Sempre que possível, pague em dinheiro. Os lojistas costumam preferir receber em dinheiro (já que não têm que pagar taxas à operadora da máquina de cartão) e podem fazer pequenos descontos para o pagamento em espécie. Tendo uma quantidade de dinheiro na carteira, você evita abusos e melhora o controle do dinheiro, ao passar no cartão nós perdemos a noção dos gastos.

O parcelamento é um vilão cotidiano. Nós estamos habituados a pensar somente no valor da parcela e pensar “essa parcela cabe no meu orçamento, afinal são só 30 reais por mês”. São 30 reais que, com juros, custam muito caro, principalmente se você não conseguir honrar o compromisso e pagar em dia. Portanto, se você está em processo de pagamento de dívidas: compre a vista e em dinheiro, nem que você precise juntar antes de pagar.

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6. Peça um empréstimo a juros baixos

Se a sua dívida é com cartão de crédito ou cheque especial, você deve estar pagando juros altíssimos, pois essas são as modalidades com os juros mais altos do mercado. Você já pensou que pode trocar esse juros altos por outro bem baixinho pedindo um empréstimo? Essa pode ser sim uma boa solução, pois você fica com uma dívida só (o que é mais fácil controlar o pagamento das parcelas) e ela vai diminuindo com o tempo, e não aumentando como acontece quando pagamos a parcela mínima do cartão de crédito. Quer saber como sair das dívidas pegando um empréstimo? Clique aqui e descubra. Assim, você vai ter maior facilidade para entrar 2016 com as contas arranjadas e ficar livre desse pesadelo de uma vez por todas.

7. Reorganize-se financeiramente

Tenha atenção para não cometer os mesmos erros novamente. Mantenha as medidas de equilíbrio financeiro aprendidas no período de economia para sair das dívidas. Não adianta nada você se controlar, pagar as dívidas e começar outras logo depois, de forma descontrolada. Você pode retomar o seu consumo e o seu conforto que foram cortados na época da economia, mas aos poucos, e com sabedoria, vendo o que é realmente importante para você (e se isso cabe em seu orçamento) e o que é dispensável.

Quitei a dívida, meu nome está limpo?

Se você quitou todas as dívidas, as empresas tem no máximo 5 dias para para retirar seu nome dos orgãos de proteção ao crédito. Para saber se o seu nome está limpo, você pode comparecer na agência do Serasa e do SPC mais próximas de você e verificar se o seu CPF já está ok. A Serasa só libera esse dado gratuitamente se você for pessoalmente até lá. Já o SPC permite, através do site do Boa Vista Serviços, a consulta online e gratuita. É preciso cadastro, e você deve fornecer os dados com muita atenção. O seu celular tem que estar correto (pois você vai receber um código de ativação do cadastro) e o nome da sua mãe precisa ser como está registrado na receita federal, se houver erro eles não permitem a consulta.

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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