Como não cair em armadilhas com juros do crédito pessoal

A facilidade do empréstimo encanta, mas é preciso ter atenção com os juros do crédito pessoal. Com taxas elevadíssimas, o cliente pode chegar a pagar até o dobro da quantia requisitada.

Como não cair em armadilhas com juros do crédito pessoal
Os juros do crédito pessoal podem virar uma grande dor de cabeça

Conseguir um empréstimo pode até ser muito fácil, mas os juros do crédito pessoal podem se transformar em uma grande dor de cabeça. Alguns bancos e financeiras praticam taxas muito altas. Em alguns casos, o valor pago representa duas ou três vezes mais do que aquele que foi pedido. Por isso é importante escolher corretamente o crédito pessoal, para não perder o controle finaceiro posteriormente.

 

Se você realmente precisa recorrer a essa modalidade, tenha bastante atenção. O melhor é fazer uma ampla pesquisa para conhecer os juros do crédito pessoal de várias instituições financeiras. Mesmo assim, algumas dicas valiosas podem ajudar nesta busca. Afinal, nada pior do que dor de cabeça por conta de dívidas, não é?

Dicas para crédito pessoal

 

Como não cair em armadilhas

Por lei, não há um valor máximo de juros do crédito pessoal. Cada instituição é livre para escolher as suas taxas. O Banco Central é responsável por fornecer uma média baseada nos valores praticados no mercado. Atualmente, este valor é de 5,85% ao mês, alguns bancos e financeiras praticam juros do crédito pessoal mais baixos e outros ultrapassam consideravelmente esse valor.

 

Sendo assim, como se precaver de uma dívida astronômica? Como já adiantamos, pesquisar exaustivamente é fundamental. Não mergulhe de cabeça na primeira taxa que lhe parecer amigável. Há uma grande variedade de juros do crédito pessoal e alguns são mais aceitáveis que outros, é uma questão de estar informado.

Para melhor avaliar o impacto dos juros do crédito pessoal, é preciso conhecer o CET (Custo Efetivo Total). Desde 2008, as instituições são obrigadas a divulgarem este valor, que explicita cada despesa incluída no crédito. Dessa forma, é possível saber o que se está a pagar. Além de avaliar os juros, fazer um comparativo do CET nas diferentes financeiras é a melhor maneira de saber aonde se pagará um preço mais justo.

 

Saiba a quem recorrer

O fato de não existir um valor máximo para juros do crédito pessoal torna muito subjetiva a constatação de que são abusivos. Como considerar juros demasiado altos se não há um teto que sirva de referência?

 

Mas nem por isso deixam de existir situações em que essas taxas fora do comum são identificadas e as instituições financeiras responsabilizadas. Tudo depende do caminho tomado pelo cliente.

 

Se acha que está a ser lesado nos seus juros do crédito pessoal, pode entrar em contato com o Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) do seu estado. É feito um registro da reclamação e um pedido de revisão dos juros. Existem mais duas opções de pedir a revisão: recorrer aos juizados especiais cíveis ou à Justiça comum.

 

A revisão pode ser solicitada mesmo depois que o contrato do empréstimo já tenha encerrado. Se, após uma perícia detalhada, ficar constatado que houve abuso nos juros do crédito pessoal, o cliente recebe em dobro as quantias que pagou a mais. No caso de contratos ainda em vigor, valor das parcelas é recalculado.

 

Fazer uma simulação

Nada melhor do que Acesse e simule. Afinal, a sua saúde finaceira é o que importa.


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