Como liderar uma equipe no trabalho e ter sucesso

Chefes de primeira, segunda e terceira viagem ainda se perguntam como liderar uma equipe. Confira as dicas e evite dúvidas.

Como liderar uma equipe no trabalho e ter sucesso
Gestão de pessoas e processos e equilíbrio: a receita para ser o chefe perfeito

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Dividir tarefas, manter a motivação da equipe, manter a postura adequada e realizar as próprias tarefas são as atividades de um líder em uma empresa. Fora isso, ainda tem que arcar com as suas decisões e com as dos membros da sua equipe, e eventualmente decidir quem fica e quem sai. Pouca coisa é tão complicada e tão desgastante como liderar uma equipe quando se é um chefe de primeira viagem. E de segunda... e de terceira.

Como ser um bom chefe e alcançar seus objetivos

Como liderar uma equipe: a saga

De fato, o líder é a pecinha da engrenagem que vai engajar o movimento de todas as outras. É por isso que as responsabilidades são tantas. Muita gente comete erros ao liderar, e outros se esquecem de que, além de fazer o próprio trabalho, têm de coordenar rotinas e comportamentos de outras pessoas pelas quais se responsabiliza na companhia. Elaboramos dicas de como liderar uma equipe e que tipo de chefe você deve evitar ser.

O que evitar

Além das suas atividades diárias, o líder vai acumular tarefas relacionadas à equipe como um todo e questões de cada funcionário. Não é só ser bom no que faz: é preciso ser bom na gestão de pessoas e de processos – seus e alheios. Aqui vão as maiores gafes e clichês de como liderar uma equipe para que você evite.

1. Incorporar um papel

Muita gente, quando começa a ser chefe, quer incorporar o papel do bonzinho ou do carrasco. Mas pense bem: se você foi o escolhido para o cargo, foi por seus atributos e por ser quem é. Não precisa mudar a personalidade, basta ajustar o comportamento. Cobrar demais, humilhar, e expor funcionários não é legal, desmotiva a equipe e quebra a sinergia. Ser bonzinho não vai te fazer cumprir metas. Seja equilibrado.

2. Ser contraditório

Você não lida mais só com o seu trabalho e com as demandas do seu chefe. Agora que é o chefe, você lida com o seu trabalho, com a sua equipe e com o seu chefe. São muito mais pessoas envolvidas. Portanto, se você for contraditório entre o que diz e o que faz, a sua credibilidade vai sofrer com isso. Agora os seus atos e o que você diz são observados por mais pessoas.

3. Ser desorganizado

Papel pra todo lado, e-mails não respondidos, feedbacks não dados... É compreensível que um chefe fica sobrecarregado. Com mais notoriedade, chega mais responsabilidade. Mas é preciso manter tudo sempre em ordem para não perder o fio da meada, atrasar prazos e ser absorvido pela falta de organização. Além de tudo, é você quem dá o exemplo para o restante da equipe.

4. Ser centralizador

Com medo e desconfiança, muitos chefes de primeira viagem tendem a centralizar atividades e perdem muito mais tempo com um trabalho que poderia ser dividido do que com a gestão da equipe. Ou, pior: resolvem fazer tudo e acumulam horas-extra para dar conta do recado. Procure dividir as tarefas entre toda a equipe.

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5. Ser impessoal

Um erro fatal é tratar todos os funcionários como se fossem iguais. Conheça cada um, suas particularidades e habilidades para saber a quem delegar determinada tarefa de acordo com a especialidade. Um funcionário pode ser mais analítico e outro mais criativo. É fundamental conhecer as personalidades das pessoas com quem trabalha e os seus gostos, dando chance de que todo mundo se destaque no que é bom – e que você seja reconhecido como um bom chefe.

6. Ser tranquilão

O ambiente de trabalho pode às vezes criar um estresse entre os seus funcionários e eventuais desentendimentos. Há momentos em que o chefe tem que se meter nisso, como um pai resolve uma briga entre os filhos. Seja diplomático e resolva todo e qualquer climão que possa surgir nas baias. Do contrário, o ambiente fica pesado e a equipe toda é afetada por uma desavença que poderia ser resolvida pelo líder.

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7. Ser protetor

Somos humanos e quase sempre teremos mais afinidade com um ou outro colega de equipe, até quando somos chefes. O problema é quando a afinidade pessoal passa da porta da empresa. Não é nem um pouco legal proteger um amigo ou conceder benefícios, tarefas mais simples e elogios só para ele. Um bom chefe é justo.

8. Não dar feedbacks

Avaliar a equipe e a satisfação dos funcionários faz parte da gestão de pessoas do chefe. Dar feedbacks individuais e promover uma conversa coletiva periódica para entender onde melhorar deve estar na pauta de todo líder. É como discutir a relação de tempos em tempos e colocar as coisas nos eixos. Quem não ouve a equipe e os funcionários não sabe trabalhar em grupo.

9. Não orientar

É tarefa do chefe orientar o funcionário e a equipe quando existem dúvidas. Estar disponível para solucioná-las também é bom, mas, com uma agenda cheia, isso fica mais complicado. Quando pedir um projeto a toda a equipe, explique de forma a não restarem dúvidas, assim você poupa o seu tempo. Se estiver indisponível para solucioná-las, selecione o funcionário que entendeu melhor para ajudar os demais.

Encontrando o equilíbrio

Quando um funcionário abusa, não cumpre as tarefas, chega atrasado, faz horas de almoço ou até mesmo não apresenta o perfil desejado, quem tem que tomar as rédeas é o chefe. Se após um ou dois alertas o comportamento não mudar, é preciso ser, acima de tudo, justo e dar chance para quem quer dar tudo de si na companhia. Nessa hora é preciso ser decidido e fazer o que tem que ser feito.

Outro ponto é o tempo disponível para resolver dúvidas e problemas dos funcionários. Geralmente, o próprio líder tem reuniões com outros líderes que o chefiam para discutir assuntos numa perspectiva mais ampla do que a própria equipe. E isso toma tempo. Às vezes, não dá para dar toda a atenção, e é o funcionário que tem que entender quais são esses momentos e abordar o chefe em momentos mais oportunos.

É importante destacar que nem todos os problemas da equipe são culpa do chefe. Ele pode fazer um bom trabalho e cumprir todos os requisitos para liderar uma equipe, mas às vezes são os colegas que não estão motivados o suficiente.

O ideal para saber como liderar uma equipe é encontrar um equilíbrio: divida 25% do tempo para a gestão de pessoas, 50% para fazer o seu trabalho e gerir processos e outros 25% para lidar com os gestores. Quando um ou outro assunto demandar mais atenção, essa porcentagem pode ser manejada, mas é necessário sempre ter um tempo limite definido para criar uma disciplina e fazer a sua produtividade aumentar que forma que não seja ultrapassado.

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Gabriela Ventura Gabriela Ventura

Natural de São Paulo, estudante de Publicidade e Propaganda na USP. Não tem hobbies fixos nem rotina, é apaixonada pelo imprevisto. Foi fazer intercâmbio em Lisboa e... estendeu a estadia por tempo indeterminado.

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