Como investir em ouro em 2016

Sempre um bom negócio, desde que com a experiência e o objetivo certo. Veja como investir em ouro e qual o perfil de investidor necessário para o sucesso.

Como investir em ouro em 2016
Conheça o perfil ideal e veja como investir em ouro este ano.

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Sempre um bom negócio, desde que com a experiência e o objetivo certo. Se busca por meios de como investir em ouro neste ano, saiba que, ainda que detenha a fama de alta rentabilidade, diversos fatores estão por trás do metal mais cobiçado do mundo, tornando-o sinônimo de risco nas mãos dos iniciantes no ramo dos investimentos. A curto e a médio prazo, os resultados deste investimento aparecem a indivíduos com muito conhecimento do mercado financeiro e um acompanhamento assíduo das cotações. Já a longo prazo, a proteção do capital contra as instabilidades econômicas se faz necessária, já que este é um investimento extremamente volátil. Saiba como investir em ouro e se este realmente é o melhor negócio para o seu perfil de investidor.

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Como investir em ouro?

No Brasil, existem diversas formas de se comprar e vender ouro. No entanto, a maneira mais segura e recomendada para os que pretendem ingressar neste ramo de investimento é por meio da Bolsa de Mercadorias e Futuro (BMF&F), a qual oferece uma série de garantias. A partir dela, o investidor deve procurar por uma corretora que esteja listada na Bolsa e, então, negociar os valores.

As transações são efetuadas por meio de contratos, sendo eles disponíveis em duas modalidades: cheios ou fracionários. O lote padrão (contrato cheio) inclui a quantia de 250g, enquanto os fracionários estão disponíveis em 10g e 0,225g, sendo estes de valores mais acessíveis, porém, com menor liquidez. 

Por meio da BM&F, além da compra à vista existem também os contratos nas modalidades futuro, termo e opção de compra e venda, mas elas são mais indicadas para investidores com mais experiência.

Como investir em ouro e leva-lo para casa?

Caso o investidor opte por levar o ouro físico para casa, ele deverá, juntamente de sua corretora, solicitar a retirada das barras junto à BM&F, indicando o banco de sua preferência. Os bancos em questão são diversas instituições financeiras credenciadas que mantem as barras de ouro sob custódia, garantindo a procedência e a qualidade da negociação, uma vez que todo o processo é atestado pela Bolsa de Valores.

Após a solicitação, o investidor deverá ainda financiar a custódia do ouro na instituição escolhida através do pagamento mensal de taxas que variam de 0,07% a 0,15%. No entanto, quando isso acontece, o ouro deixa de ter um padrão de negociação em ambiente sob a garantia da Bolsa, deixando de ser um ativo financeiro e passando a ter uma valor de produto, como qualquer outro.

Além do custo referente à custódia, o investidor também está sujeito a arcar com a cobrança sobre a taxa de corretagem, que geralmente fica na faixa dos 0,2% sobre o valor total envolvido na transação.

Outras formas de investir em ouro e leva-lo fisicamente consigo é por intermédio do mercado de balcão, no qual a mercadoria é vendida por fundidoras credenciadas pelo Banco Central. Existem ainda outras maneiras, como pela compra de joias, pelo mercado informal ou em um fundo de capital protegido. No entanto, nenhuma das anteriores oferece a mesma segurança que a compra direta pela BM&F.

Como funciona a cotação do ouro?

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A cotação volátil do ouro é feita em reais por grama, no entanto, está diretamente atrelado à cotação do metal na bolsa de Nova York, a qual é cotada em dólares por onça (aproximadamente 31g). Desta forma, além da atenção sobre os períodos de alta e baixa, os cuidados ao investir no ouro devem ser redobrados, principalmente pela questão de relação com a moeda americana.

Qual o perfil de investidor para o mercado do ouro?

Aumento aos finais de ano, em épocas de chuva onde o garimpo é dificultado ou em tempos de crise financeira global. Este são apenas alguns exemplos de períodos onde o ouro pode se valorizar, bem como o contrário pode trazer prejuízo. Investir no ouro é uma tarefa complexa e exige a dedicação do investidor experiente.

Carcada de volatilidade e incerteza, a aplicação em ouro não é tarefa indicada para qualquer tipo de investidor. Para obter sucesso e usufruir do real sentido da compra e venda do ouro – ter, em suas mãos, um porto seguro – é necessário que o investidor individual tenha a sensibilidade, a atenção e, principalmente, a experiência do mercado financeiro, para lidar com os altos e baixos do minério pois, para este tipo de investimento é importante aproveitar tempos de estabilidade para comprar e momentos de crise para vender. Há de se entender também que a valorização do ouro não é trajetória constante. 

Ao pequeno investidor que procura por geração de riquezas, perguntar-se sobre como investir em outro não trará o resultado esperado pois, segundo especialistas, a compra do ouro é direcionada aos interessados em construir uma reserva de valor. Neste caso, é indicado que o investidor opte pela compra de ações.

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As vantagens e desvantagens de se investir em ouro

Alta rentabilidade versus alta volatilidade: duas características que, mais uma vez, exigem um investidor experiente para o sucesso no mercado. Com a crise financeira e os maiores índices de inflação dos últimos tempos, o investimento no ouro torna-se imensa vantagem aos que pretendem ingressar nos negócios em busca da rentabilidade, pois é exatamente neste período em que o ouro tem sua valorização. 

Além da vantagem apresentada pelo cenário econômico em estado crítico, quando o ouro é negociado como ativo financeiro, ou seja, não foi levado fisicamente pelo investidor, o ganho de capital do ouro é isento de Imposto de Renda sempre que o valor total dos contratos não superarem os R$ 20 mil em um único mês, assim como ocorre com a tributação do imposto de renda em ações.

Por outro lado, entra a questão da volatilidade, colocando o investimento em risco. O ouro possui uma das maiores oscilações do mercado, em se tratado do ativo, com cerca de 16%. Desta forma, aos investidores que buscam por rentabilidade de forma especulativa, o ouro pode ser extremamente arriscado. Assim como as oscilações padrões do mercado, este tipo de investimento está sujeito à influência de diversos outros fatores políticos, econômicos e sim, climáticos, que podem colocar em risco o investimento.

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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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