Como está o empreendedorismo no Brasil?

Mercado digital é uma das grandes oportunidades para fazer bons negócios no país

Como está o empreendedorismo no Brasil?
Em 2013 foram abertas 2 milhões de novas empresas

Se há algo que marca o empreendedorismo no Brasil é a criatividade. Das barraquinhas de comida na rua, funcionando quase que 24h por dia, a franquia de “aluguéis de marido”, onde se presta serviços de manutenção de casas, são muitos os diferentes tipos de negócios que surgem aqui. Se tratando de uma nação que enfrenta uma grande desigualdade social, o ser criativo também nos negócios faz com que os profissionais que têm algum diferencial e uma tendência a serem inovadores se destaquem e consigam seu lugar ao sol não só em terras tupiniquins, mas também a nível mundial.

De camelô e puxadinhos a bilionários e donos de grandes empresas

Um dos maiores nomes do empreendedorismo no Brasil, o empresário Silvio Santos, quando camelô no Rio de Janeiro já se desdobrava entre as vendas de capinhas para proteger títulos de eleitor e os estudos de contabilidade. Foi dono de negócios que vão de bar a agência de publicidade e após uma longa trajetória de trabalho árduo, Silvio Santos acumulou uma fortuna estimada pela revista Forbes em 1 bilhão reais, sendo dono do 2º maior canal de televisão do Brasil, do banco Panamericano, dos cosméticos Jequiti, dos carnês do Baú, entre outros empreendimentos. 

Muitos empresários têm sucesso no Brasil por aproveitarem as oportunidades que o país dá por ser a quarta maior nação na internet, com 100 milhões de internautas. Fundada no Brasil em 2011 pelo francês Thibaud Lecuyer, os alemães Malte Huffmann e Malte Horeyseck e o brasileiro radicado na Europa Philipp Povel, a Dafiti é um e-commerce de venda de sapatos e outros artigos que obteve faturamento em torno de 800 milhões de reais em três anos. A exemplo da Dafiti, a Netshoes foi fundada pelo paulista Márcio Kum­ruian num espaço que não passava de um puxadinho ao lado da Universidade Mackenzie e já faturou seu primeiro bilhão vendendo calçados online. 

O tempo de “vida” das empresas brasileiras

O brasileiro, em geral, não teme arriscar e abrir um negócio próprio. Reflexo disso é que só em 2013 foram abertas 2 milhões de empresas no país, segundo dados da Serasa Experian. No entanto, nem tudo é animador e iniciar um negócio não se trata de uma tarefa fácil e nem sempre se tem sucesso. Segundo dados da Fundação Cabral, uma em cada quatro startups fecham no país antes dos quatro primeiros anos de existência, o que indica que é preciso mais do que vontade e um capital inicial para se ter sucesso em um negócio próprio.

Atualmente o empreendedorismo no Brasil passa por uma fase de estagnação no que diz respeito à abertura de novas vagas de emprego e investimentos. O fato dos impostos no país serem altos, o equivalente a 2.600 horas de trabalho, e a burocracia muito extensa podem gerar dificuldades. 

Caminho para o sucesso não é fácil, mas é impossível

Numa breve avaliação sobre o cenário atual do empreendedorismo no Brasil, é possível perceber que o brasileiro tem capacidade para ser inovador, o que é imprescindível para sobreviver dentro de um mercado competitivo, mas é preciso muita disciplina para seguir o planejamento e persistir diante às adversidades. Investir em formação por meio de cursos especializados também é um ponto essencial para renovar as ideias e manter o negócio aberto e lucrativo. 


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