Como enviar dinheiro para o exterior pagando menos taxas

Saiba como enviar dinheiro para o exterior e obter vantanges: pagando menos, tendo maiores facilidades ou sem fazer nenhum tipo de cartão novo.

Como enviar dinheiro para o exterior pagando menos taxas
Veja 4 diferentes formas de mandar dinheiro para o exterior

Quem mora fora do país ou faz viagens longas ao exterior precisa lidar com a tarefa não muito simples que é enviar e receber dinheiro. São muitas taxas, impostos, limites de remessa e burocracia, portanto o melhor é saber quais são as vantagens e desvantagens de cada método para escolher qual é o melhor para o seu caso. Veja no artigo como enviar dinheiro para o exterior de 4 formas diferentes.

Como enviar dinheiro para o exterior – veja as melhores opções

1. Correio – Vale Postal Eletrônico

Se você não sabe como enviar dinheiro para o exterior, pode escolhar a opção mais barata e mais confiável: enviar pelos Correios. O processo é simples: a pessoa dirige-se à agência dos Correios mais próxima  e informa o nome completo e endereço do beneficiário do dinheiro e paga em reais o valor a ser enviado. O câmbio para a moeda internacional é feito na hora e na frente do cliente. Depois, a pessoa vai uma agência do correio no país estrangeiro e tira o dinheiro com um documento com foto.

Quais são as condições?

Voce irá pagar uma taxa de R$35 aos Correios + 1,5% sob o valor total enviado.

Vantagens

Para quem quer saber como enviar dinheiro para o exterior pagando menos, essa é a opção mais barata. Além disso, a transação pelos Correios é confiável.

Desvantagens

Só é possível realizar a transação nos países que são conveniados com os Correios, são mais de 20, veja nesta lista quais são eles. O dinheiro pode demorar a chegar de 2 a 15 dias úteis, em média, depende de qual país a pessoa está.

2. Western Union

Quem é cliente do Banco do Brasil pode ir a qualquer agência do banco que tenha a função câmbio para enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo. É possível também ativar essa função através do internet banking. Se você não é cliente no Banco do Brasil, pode realizar a transação em agências da Western Union. A pessoa que está no exterior então vai à agência e retira o dinheiro em moeda local. 

Quais as condições?

 Você irá pagar o IOF (0,38% sob o valor transferido) + 5% e uma taxa de R$5 para transferências até R$2.500. Se você quiser transferir um valor mais alto do que R$2.500 a taxa é fixa, R$125 por transação.

Vantagens

É uma das opções que ofereces taxas mais baixas e a cotação da moeda estrangeira é justa.

Desvantagens

É preciso ter uma agência da Western Union na cidade onde a pessoa vai tirar o dinheiro. E se você não for cliente do Banco do Brasil, também é preciso ter uma agência da WU na sua cidade para fazer a transferência.

3. Cartão pré-pago (tipo VTM ou Cashpassaport)

Essa é uma das opções mais utilizadas por estudantes brasilerios em intercâmbio, por ser simples de utilizar – e ser as que os banco mais indicam. Você pede o seu cartão pré-pago no seu próprio banco e pode fazer recargas a partir da sua conta pela internet ou pelo telefone (ligação gratuita). É mais simples porque não depende de uma outra pessoa mandar o dinheiro para você, o dinheiro que está na sua conta vai diretamente para o seu cartão pré-pago.

Quais são as condições?

A cada vez que você recarrega você paga o IOF (6,38%) e alguns cartão cobram taxa de recarga. O VTM do Banco do Brasil, por exemplo, cobra R$40 a cada recarga. Daí é só usar o cartão no método débito. Para sacar dinheiro no exterior, você irá pagar uma taxa de $2,5 (na moeda local) a cada saque, lembrando que existe limite de saque, que difere em cada país.

Vantagens

É uma forma mais simples de fazer a transação entre as moedas e você não depende de ninguém, faz o câmbio de onde estiver e já tem o dinheiro disponível para usar.

Desvantagens

É o método que apresenta a pior cotação de câmbio entre todas, fica mais caro pela facilidade. O valor pago pelo saque também é alto. Por exemplo, se você vai sacar dinheiro em Portugal ou na Espanha, o limite de saque é de 200 euros por vez, e você vai pagar 2,5 euros (aproximadamente 10 reais) por cada vez que sacar dinheiro. Não vale a pena fazer pequenos saques porque vai pagar a taxa,então tem sempre que tirar grandes valores.

4. Uso de cartões de crédito e débito nacionais

É possível também utilizar o seu cartão de débito e crédito nacional, que você utiliza no dia a dia aqui no Brasil. É a forma mais fácil, só é preciso ir ao banco e habilitar a função internacional do seu cartão e sair usando. Assim, você continua recebendo dinheiro normalmente em sua conta e utilizando o cartão de sempre, mas gastando na moeda local do país.

Quais são as condições?

Para sacar dinheiro no débito do seu cartão você irá pagar a taxa do  IOF 6,38% + 12 reais (taxa de saque do Banco do Brasil, pode variar para outros bancos) + taxa do caixa eletrônico (se houver). Para cada vez que você utilizar o seu cartão, irá pagar também o IOF 6,38% mais a cotação da moeda estrangeira do dia.

Vantagens

É a mais simples de todas, pois não precisa pedir um novo cartão nem depende de outras pessoas transferirem e cambiarem o dinheiro para você. Se o caixa eletrônico do país em que você está não cobrar tarifa para saque, vale a pena, é uma forma rápida de ter dinheiro vivo na mão. Além disso, tem uma boa cotação da moeda estrangeira em relação à moeda comercial.

Desvantagens

Pagar o IOF a cada compra torna a transação mais cara se você for utilizar o cartão várias vezes por dia. Se o caixa eletrônico cobrar taxa de saque, é um problema, assim como o cartão pré-pago. E mais: se houver limite de saques por dia ou o limite de crédito do seu cartão for muito baixo, você pode se ver limitado e só poder ter dinheiro no dia seguinte.

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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