Como comprar o primeiro carro: dicas para não errar

A falta de condições para arcar com os custos de ter um veículo é uma das principais razões que levam motoristas inexperientes a errar na hora de comprar o primeiro carro. 

Como comprar o primeiro carro: dicas para não errar
Saiba o que fazer antes dessa importante aquisição

Comprar o primeiro carro é um passo muito importante na materialização de uma aquisição cujos impactos serão sentidos de forma permanente. Ter um carro representa um custo de manutenção que pode ser diário, ou seja, a partir do momento em que sair da garagem, o motorista deverá estar ciente de que está pagando por isso.

Ignorar esse custo é um dos maiores equívocos cometidos principalmente por jovens que estão adquirindo um veículo pela primeira vez. Na verdade, faz-se necessário avaliar com o máximo de cuidado uma variedade de fatores envolvidos na compra de um carro, tais como valor do financiamento e à vista, se o carro será novo ou usado ou se a modalidade de parcelamento será financiamento ou consórcio.

O que levar em consideração para comprar o primeiro carro

Comprar o primeiro carro é uma escolha que vai impactar o orçamento por um longo período. Portanto, deve-se antes de mais nada certificar-se de que será possível manter não apenas o pagamento de parcelas em dia, como também custos com combustível, seguro, revisões, trocas de peças e componentes, licenciamento anual, estacionamento e outros envolvidos.

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O certo mesmo é colocar na ponta do lápis tudo que deverá ser gasto futuramente, mesmo que não pareça necessário. Se não precisar, significa que aquele dinheiro sobrou, podendo ser guardado para despesas futuras que certamente surgirão.

Para quem pretende comprar o primeiro carro e está na dúvida entre um zero quilômetro ou um usado, pesa bastante a falta de experiência. Veículos novos podem ser mais caros, mas saem da concessionária sem nenhum tipo de desgaste prévio que pode acarretar em problemas mecânicos ignorados pelo novo proprietário, ao contrário de um usado. Embora existam usados com boa procedência, via de regra eles podem vir a apresentar falhas mecânicas com origem no mau uso passado.

Opções de financiamento

Entre as opções de financiamento o consórcio é certamente a que sai mais em conta, já que é feito sem taxas de juros menores (há apenas taxas administrativas), com a desvantagem de a entrega do carro ser feita somente na quitação de todas as parcelas. Já o financiamento é o contrário, pois nele o motorista sai da concessionária com o veículo, privilégio que faz com que as financeiras cobrem juros mais altos.

Em geral, a taxa de juros de um consórcio fica em aproximadamente 0,77% mensais, enquanto no financiamento o índice sobe para 1,54%. Por exemplo, um veículo de R$ 30 mil, pago no prazo de 60 meses sairia no final a R$ 37.575, enquanto pelo financiamento o valor subiria para cerca de R$ 46 mil.

No entanto, comprar o primeiro carro via consórcio pode não ser tão demorado. Todos eles operam com o sistema de leilão, em que os participantes podem antecipar a aquisição do carro mediante um lance. Caso o lance seja aceito, o carro será entregue antes da quitação de todas as parcelas previstas em contrato.

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