Cientista de dados: a profissão eleita como a mais sexy século XXI

Descubra o que é um cientista de dados, o que ele faz, por que essa profissão é a mais sexy do século XXI e quanto ganha por mês esse tipo de profissional

Cientista de dados: a profissão eleita como a mais sexy século XXI
Saiba o que faz e quanto ganha esse profissional

A profissão mais sexy do século XXI é aquela em que o profissional é o mais requisitado pelo mercado, o mais escasso, que oferece uma mão de obra especializada difícil de encontrar e que pode, assim, ditar os seus rendimentos. Saiba o que faz um cientista de dados e por que ele é tão difícil de encontrar.

O que é um cientista de dados?

O cientista de dados é o profissional que consegue, em meio a uma quantidade imensa de dados dispersos, analisá-los e organizá-los de modo a retirar conhecimento daquelas informações que possam gerar negócios, oferecer soluções, melhorias e transformações dentro de uma empresa.

Para entender melhor: a rede Linkedin precisava crescer, e existiam inúmeros fatores que poderiam aumentar as ligações entre os usuários para que a rede expandisse. Foi um cientista de dados que criou a ferramenta “Pessoas que você talvez conheça” selecionando pessoas que se formaram na mesma universidade em uma determinada data, ou que trabalharam na mesma empresa num período em comum. Ou aquele que desenvolveu os “Amigos em comum” do Facebook, opção que faz com que você se conecte a mais pessoas dentro da rede, fazendo com que essa cresça. 

É quem enxerga informações e oportunidades para além do óbvio com os dados que têm na mão, um profissional de alta qualificação e curiosidade para fazer descobertas no mundo do big data. Um cientista de dados trabalha especialmente em empresas ligadas à softwares e tecnologia, mas no futuro, esses profissionais serão contratados por toda e qualquer empresa que precise gerir uma grande quantidade de dados e traduzí-los em soluções.

Por que ele é um profissional tão raro?

MELHORE
O SEU
CV COM 
UM CURSO
SUPERIOR
Comece já!

Encontrar um cientista de dados, atraí-lo para a sua empresa e torná-lo produtivo é uma tarefa muito difícil. Primeiro porque é preciso uma mão de obra altamente qualificada sendo que não existe uma formação superior em análise de dados, o cientista de big data tem formações diversas, podendo ser um engenheiro de computação, um cientista social, um profissional de TI, um estatístico, um jornalista, um geógrafo e muitas outras profissões juntas.

Segundo porque não basta ter uma formação que dê conhecimentos técnicos, a habilidade em analisar, decifrar e encontrar soluções criativas a partir de dados amorfos precisa ser desenvolvida para que ele traga inovações rentáveis dentro da empresa, e não seja apenas um organizador ou “amontoador” de informações, alguém que trace estratégias que tragam possibilidades de sucesso e crescimento.

Afinal, quanto ganha um cientista de dados?

Há um emprego nesta cidade com salário de R$88 mil, mas ninguém quer​

 

Essa é uma informação difícil de precisar pois é uma profissão nova. O nome “cientista de dados” foi cunhado em 2008 e já em 2012 a Gartner, empresa de consultoria em tecnologia, afirmava que o Brasil irá precisar de cerca de 500 mil desses profissionais num futuro próximo. Muitos dos cientistas de dados trabalham hoje com outras alcunhas como engenheiros de Ti, informáticos, estatísticos ou engenheiros da computação, são aqueles que nem os amigos sabem definir direito qual é a profissão, só sabem dizer que têm a profissão do futuro e são muito bem sucedidos. Apesar de jovem, já há milhares de profissionais que trabalham na análise de dados, segundo um levantamento feito em 2015 por Fabio Saad, gerente sênior da consultoria de recrutamento da Robert Half, o salário de um profissional da área varia de R$ 4.000 a R$ 12 mil por mês. E isto é apenas o começo.

Fale inglês e tenha mais sucesso na sua carreira. Faça um teste e melhore o seu nível.

Veja também:

Gostou? Compartilhe!
Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

Receba mais informações como esta!

Receba a nossa newsletter

Ao submeter os seus dados receberá a newsletter, ofertas e publicidade enviado por e-konomista.com.br e pelos nossos Parceiros e aceita os Termos e Condições e a Política de Privacidade. Os dados submetidos serão compartilhados com os nossos Parceiros.

Enviar