As cidades mais desenvolvidas do Brasil: veja a lista

Divulgado ao final de 2015, o estudo do Sistema Firjan apontou as cidades mais desenvolvidas do Brasil. Veja quais são elas e o que as torna especiais.

As cidades mais desenvolvidas do Brasil: veja a lista
Conheça as dez cidades mais desenvolvidas do Brasil, de acordo com a Firjan

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Divulgado no final de 2015 com dados de 2013, o estudo do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) apontou as cidades mais desenvolvidas do Brasil com base nos indicadores de Emprego e Renda, Educação e Saúde. Veja quais foram os destaques e os diferenciais que fazem destas as cidades com os melhores índices do país.

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As 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil

Foram avaliados 5.517 municípios, os quais abrigam 99,8% da população. Ficaram fora do índice apenas 5 cidades criadas recentemente, que ainda não possuem dados suficientes para análise, e 48 que não declararam ou possuem informações inconsistentes.

Cerca de 60,3% das cidades analisadas tiveram um desempenho considerado moderado no ranking, onde 431 foram os municípios que possuem um índice de desenvolvimento considerado elevado pelo estudo - ou o equivalente a 7,8% do total analisado -, sendo que, metade está localizado no estado de São Paulo. Conheça as 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil a seguir. Para acessar o ranking por completo, clique aqui

1º. Extrema – Minas Gerais

Com pouco mais de 30 mil habitantes, Extrema foi eleita a cidade mais desenvolvida do Brasil neste último índice, passando da 569ª posição para o topo do pódio devido a uma série de avanços relacionados à Educação e investimentos na Saúde.
Atualmente, mesmo diante da crise financeira mundial, Extrema é capaz de empregar 65,7% de sua população em atividade ativa. No entanto, para manter-se em bons índices de empregabilidade, a educação não pode desacelerar. Sendo assim, Extrema erradicou o abandono escolar do Ensino Fundamental e possui um IDEB médio de 6,1 – enquanto a média do país é de 4,5.

IFDM: 0,9050
Emprego e Renda: 0,8383
Educação: 0,9784
Saúde: 0,8982
Ranking no Estado: 1º

2º São José do Rio Preto – São Paulo

Eleita a segunda melhor cidade para se viver no Brasil pelo terceiro ano consecutivo, São José do Rio Preto também é a melhor do Estado, superando Louveira, que foi líder em São Paulo e a melhor nacional no ano passado. Contabilizando mais de 438 mil habitantes, a cidade universitária e de turismo forte conta com mais de 193 escolas, 157 estabelecimentos de saúde e um intenso apoio à cultura e ao desenvolvimento socioeconômico local. Com relação à Educação, o recente ranking divulgado pelo Firjan aponta o melhor desempenho do município desde o início do estudo, em 2005.

IFDM: 0,9046
Emprego e Renda: 0,7786
Educação: 0,9747
Saúde: 0,9607
Ranking no Estado: 1º

3º Indaiatuba – São Paulo

Em 3º lugar do Brasil, 2º lugar no Estado de São Paulo e 1º lugar da RMC (Região Metropolitana de Campinas), Indaiatuba é a única cidade brasileira a se manter entre os 10 primeiros colocados do IFDM em todos os anos, sendo ela a dona da medalha de ouro no ranking divulgado em 2012. Destacando-se em qualidade de vida, ações ambientais e em campanhas a favor da saúde e da educação, a cidade conta com um IDEB médio de 6,0. Ainda que Emprego e Renda tenham o menor índice do ranking no município, Indaiatuba também apresenta ainda a menor taxa de desemprego da região, com apenas 4,59%. O bom desempenho em empregabilidade se dá também pelo fato da cidade abrigar grandes empresas, as quais são responsáveis por boa parte da geração de empregos.

IFDM: 0,9009
Emprego e Renda: 0,8008
Educação: 0,9776
Saúde: 0,9244
Ranking no Estado: 2º

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4º São Caetano do Sul – São Paulo

Além de já ser detentora do título de melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), São Caetano do Sul avançou 15 posições no novo ranking divulgado pela Firjan.
A evolução do município é apresentada em todos os indicadores do IFDM. Na Educação, saltou de 0,9703 ponto (2012) para 0,9783 (2013). Na Saúde, de 0,9647 ponto (2012) para 0,9674 (2013). No Emprego e Renda, de 0,6963 (2012) ponto para 0,7562 (2013). Nesta última área, subiu 349 posições. Destaque do levantamento para a Educação, com 78,8% de crianças de até cinco anos que frequentam creches e pré-escolas (frente a 44,7% do Brasil como um todo), e para a Saúde, com percentual 87,1% de sete ou mais consultas de pré-natal por nascidos vivos.

IFDM: 0,9006
Emprego e Renda: 0,7562
Educação: 0,9783
Saúde: 0,9674
Ranking no Estado: 3º

5º Vinhedo – São Paulo

Além do quinto lugar em escala nacional, Vinhedo foi eleito o terceiro município mais bem colocado da Região Metropolitana de Campinas (RMC) quanto o assunto é Educação. Com índice médio de 5.0 no Ideb, a cidade confirma sua referência em altos investimentos na educação municipal, grande atração de unidades da rede privada e assegura o acesso ao Ensino Médio apresentando, inclusive, seu melhor desempenho desde o início dos estudos do Sistema Firjan, em 2005. Com relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), Vinhedo ocupa a 13ª posição no ranking nacional e a 5ª do Estado, formado por três indicadores: Longevidade, Educação e Renda, onde o quesito Educação foi o que mais se desenvolveu.

IFDM: 0,8994
Emprego e Renda: 0,7837
Educação: 0,9650
Saúde: 0,9495
Ranking no Estado: 

6º Concórdia – Santa Catarina

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Com pouco mais de 72 mil habitantes, Concórdia ganha espaço no top 10 entre as cidades mais desenvolvidas do Brasil. Ainda que o ranking tenha considerado dados coletados em 2013, a cidade continua se destacando no quesito Emprego perante as demais. Em 2015, por exemplo, Concórdia apareceu como o 5º município que mais gerou vagas de trabalho em todo o Estado. Além dos mais de 440 novos postos de trabalho, a cidade também se destaca em Educação, oferecendo oportunidades em ao menos 10 instituições de ensino superior e um Índice de Desenvolvimento da Educação Básica com a média de 5.0 entre os alunos de 8º e 9º ano e de incríveis 6.8 observados entre alunos de 4º e 5º ano em 2013.

IFDM: 0,8933
Emprego e Renda: 0,8325
Educação: 0,9189
Saúde: 0,9286
Ranking no Estado: 

7º Votuporanga – São Paulo

Ainda que ocupando o 99º lugar a nível nacional, Votuporanga apresenta um alto crescimento relacionado à Educação – seu maior índice observado. Na Saúde, sua colocação passa para o 37º lugar e, relativo a Emprego e Renda, está entre os 20 primeiros a nível estadual, chegando ao 19º lugar. Mesmo que a crise financeira tenha fechado 205 vagas de emprego das 663 abertas no ano passado, Votuporanga caminha para trazer novas empresas para a cidade, bem como a infraestrutura necessária para que haja o crescimento econômico e social no município.

IFDM: 0,8914
Emprego e Renda: 0,7828
Educação: 0,9651
Saúde: 0,9264
Ranking no Estado: 5º

8º Paraguaçu Paulista – São Paulo

Um dos maiores destaques, juntamente de Concórdia e da campeã são catarinense, Paraguaçu Paulista encontra-se em alto desenvolvimento no setor empregatício e relacionado a igualdade social, apresentando crescimento superior ao resultado dos cinco anos anteriores. A cidade, com pouco mais de 42 mil habitantes é a terceira melhor de todo o estado de São Paulo em Emprego e Renda e também se encontra entre os índices de alto desenvolvimento relacionados à Educação, mantendo-se na média nacional de acordo com o Ideb e apresentando seu melhor desempenho desde 2005, diante relatórios do Firjan.

IFDM: 0,8907
Emprego e Renda: 0,8069
Educação: 0,9662
Saúde: 0,8989
Ranking no Estado: 

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9º Jundiaí – São Paulo

Com uma média de 5,6 no IOEB (Índice de Oportunidades da Educação Brasileira) de 2015 e uma taxa de alfabetização de 94,99%, essa não é a primeira vez que Jundiaí é destaque quando o assunto é Educação. Em 2013, o município alcançou no IDEB a nota 6,7 referente aos anos iniciais (5º ano) do Ensino Fundamental e, nos anos finais (9º ano), a nota obtida por Jundiaí foi de 4,7, ainda acima da média nacional. Ainda em 2013, seu Índice de Desenvolvimento Humano atingiu 0,822, levando a cidade à 11° melhor posição do Brasil e quarta melhor do Estado. Além da Educação, a cidade que também encontra-se em altas classificações na Saúde, apresentando o melhor índice desde o início do ranking, em 2005.

IFDM: 0,8892
Emprego e Renda: 0,7518
Educação: 0,9658
Saúde: 0,9501
Ranking no Estado: 7º

10º Santos – São Paulo

Com mais de 433 mil habitantes, manter uma cidade deste porte entre as dez cidades mais desenvolvidas do Brasil exige muito planejamento. Sendo assim, mesmo quando índices nacionais apresentam significativo recuo, Santos mantém-se em um patamar diferenciado no contexto da economia nacional, atraindo cada vez mais investimentos. Com a maior participação econômica da região metropolitana da Baixada Santista, Santos abriga o maior porto da América Latina e ocupa a 5ª colocação entre as não capitais mais importantes para a economia brasileira. Diante do índice divulgado pela Firjan, Santos mantem-se em alta referente à Saúde desde o início do projeto, caindo apenas 0.0003 pontos diante do último resultado. Já com relação à Educação, Santos apresentou o melhor desempenho desde 2005.

IFDM: 0,8846
Emprego e Renda: 0,7875
Educação: 0,9402
Saúde: 0,9260
Ranking no Estado: 8º

O índice Firjan das cidades mais desenvolvidas do Brasil

O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal é calculado com base na análise de três indicadores básicos: Emprego e Renda, Saúde e Educação. As notas variam de 0 a 1, onde quanto mais próximo de 1 melhor é o desenvolvimento da cidade, levando em consideração os seguintes critérios em cada grupo:

  • Em Emprego e Renda, o índice considera a geração de empregos formais, a capacidade do município em absorver a mão de obra local, os níveis de desigualdade social, salários médios e a quantidade de renda formal gerada;
  • Já em Educação, são analisadas pela Firjan o número de matrículas na educação infantil, a proporção de estudantes que abandonam o ensino fundamental, a distorção idade-série, o número de professores com ensino superior, a média de aulas diárias e o resultado do IDEB no ensino fundamental;
  • E, por fim, o índice relacionado a Saúde tem como base o número de consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas, óbitos infantis por causas evitáveis e número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB).
 
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Heloísa von Ah Heloísa von Ah

Formada em Comunicação em Computação Gráfica e Design de Games, é apaixonada pela profissão que exerce. Uma aficionada por tecnologia, gatos e cinema underground.

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