Carros rebaixados: tudo sobre legalização

Saiba por que os carros rebaixados precisam atender a uma série de exigências dos órgãos de trânsito antes de poder circular.

Carros rebaixados: tudo sobre legalização
Sempre chamam a atenção e despertam a curiosidade

Os carros rebaixados são um verdadeiro símbolo de esportividade, imponência e estilo. Representam atitude e ousadia, uma vez que rebaixar um veículo significa abrir mão de performance, conforto e em certa medida da própria segurança.

Esse tipo de modelo, de fato, é bem mais difícil de conduzir do que um com altura normal em relação ao solo, fora o desafio de guiar um veículo nessa condição num país em que a malha asfáltica é tão precária como o Brasil.

Entretanto, se mesmo consciente dos riscos e dificuldades a serem enfrentadas o motorista não abre mão de rebaixar seu carro, é sinal inequívoco de que é um apaixonado por automóveis modificados, ou tunning, como também são conhecidos. Contudo, antes de rebaixar o carro, algumas orientações precisam ser observadas.

Como ter um carro rebaixado de forma legal

A regra é clara: de acordo com o artigo 98 do CNT, Código Nacional de Trânsito, nenhum veículo pode ser modificado sem que haja expressa autorização do órgão de trânsito e isso inclui os carros rebaixados. Ou seja, o motorista que pretende rebaixar seu carro precisa, antes de mais nada, da permissão da autoridade competente para implementar tais modificações.

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Essa autorização é concedida pelo Denatran, representado pelo Detran em cada estado. É em uma de suas sedes que o motorista precisará comparecer para obter a devida autorização para rebaixar seu veículo. Mas não para por aí. As modificações em carros rebaixados precisam atender aos rigorosos parâmetros de segurança, como por exemplo, respeitar a altura mínima entre faróis e o pavimento, que não pode ser inferior a 48cm. Também é proibido o uso de molas com regulagem de altura e sistemas com rosca a ar.

Cumpridas essas etapas,é hora de obter o Certificado de Segurança Veicular, o CSV, numa Instituição Técnica Licenciada (ITL). Com o CSV em mãos, aí sim, o motorista deverá retornar ao Detran para a emissão do novo documento do carro constando as modificações realizadas.

Para fazer com que um veículo entre para a galeria dos carros rebaixados, há um custo envolvido. Estima-se que com pagamento de taxas ao Detran e Inmetro haja gasto de aproximadamente R$ 600. Somado o custo da mão de obra mecânica, rebaixar um carro pode sair a cerca de R$ 2.000.

Prós e contras de rebaixar carros

Carro rebaixado na cor branca

Se como vantagens os carros rebaixados apresentam o visual mais esportivo e atraente, por outro lado as desvantagens que trazem consigo são bastante consideráveis. Perde-se em conforto, o carro passa a apresentar trepidação, e qualquer passagem por uma irregularidade no pavimento é muito mais sentida. Como se não bastasse, as seguradoras torcem o nariz para os veículos rebaixados, e, quando aceitam fazer uma apólice, cobram preços nada camaradas.

Outra perda que não deve ser ignorada é em relação à segurança. Acidentes com veículos rebaixados geralmente têm consequências mais graves, por isso, todo cuidado é pouco antes de rebaixar um carro, afinal, fica claro que é um tipo de modificação para motoristas experientes.

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Julio Benck Julio Benck

Jornalista em permanente formação, entende que toda profissão tem sua arte e uma beleza característica, é só saber encontrar.

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