Melhor um carro novo sem nada ou um usado completo?

Quem pretende comprar um carro deve ter bem claras suas reais necessidades, afinal, há carrões usados completos e luxuosos que custam o mesmo que versões básicas de baixa potência

Melhor um carro novo sem nada ou um usado completo?
É necessário fazer uma cuidadosa avaliação

A aquisição de um veículo depende de uma série de fatores para que seja feita de forma segura e atenda as expectativas do comprador. Antes de mais nada, é fundamental eliminar a ansiedade. Um comprador ansioso ou ansiosa tende a tomar decisões movido por emoções ou sentimentos, e isso é péssimo na hora de comprar qualquer coisa, se for um carro, pode gerar consequências e prejuízos grandiosos.

Uma das dúvidas mais comuns diz respeito ao custo benefício oferecido. Nesse sentido, de fato, em muitos casos, fica difícil fazer a balança pender para um carro zero quilômetro “pelado” ou para um usado completo.

A palavra chave é custo benefício

Tomada a decisão por comprar um carro, é necessário atentar para a faixa de preços para aquisição de um veículo novo. Hoje, o carro zero quilômetro mais barato do Brasil é o Fiat Palio Fire duas portas, um verdadeiro “highlander”, já que hoje é o único carro de passeio novo abaixo da casa dos R$ 30 mil, embora seu preço de R$ 27.590 não esteja muito distante dessa faixa.

Portanto, quem não dispuser de pelo menos R$ 30 mil, a ideia de adquirir um carro zero quilômetro deve ser imediatamente descartada.

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Evidentemente, para quem dispõe de recursos para aquisição de um veículo zero, pode ser interessante pesquisar para verificar se compensa investir num veículo usado com mais opcionais, ou completo, ou em comprar um saído da concessionária com cheirinho de novo.

Para ficar no exemplo do Palio Fire, com os mesmos R$ 29.990 é possível comprar, por exemplo, o imponente sedã Honda Accord LX 2.0 ano 2007 completíssimo a cerca de R$ 27mil. Ou ainda a minivan Renault Grand Scénique Dinamique 2009, a R$ 29.800.

A referência é a tabela FIPE

Como toda preparação que antecede uma compra importante, convém saber quem estipula os preços de veículos usados no Brasil. A referência nesse quesito é a tabela FIPE, que determina os preços dos carros produzidos e comercializados no Brasil, independentemente do ano de fabricação. Isso evita que revendedores “chutem” o preço, muitas vezes fazendo um cliente incauto levar gato por lebre.

Não menos importante, para avaliar se compensa mais um usado completo ou um novo sem nada, é preciso ter em vista as reais necessidades de locomoção e os custos de manutenção do carro a ser adquirido. Um usado completo pode custar muito caro em termos de peças e insumos, enquanto um carro novo simples certamente terá um custo de manutenção mínimo.

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