Os sinais de que o seu emprego não te prepara para a carreira dos seus sonhos

Flexibilidade demais pode ser um inimigo na hora de optar por uma empresa liberal. O que mais pode mostrar que você está distante da carreira dos seus sonhos?

Os sinais de que o seu emprego não te prepara para a carreira dos seus sonhos
Se você é jovem, ainda dá tempo de perceber isso e cair fora

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Descobrir que está em um trabalho com progresso difícil ou chances remotas de alcançar um cargo de prestígio pode ser difícil para um jovem que tem uma carreira e histórico profissional curtos. Apesar disso, os jovens que conseguem perceber que estão dentro de uma empresa cujo sistema não irá valorizar o seu desempenho, ainda estão em tempo de pular fora do barco e conseguir algo melhor. Isso é o que diz a pesquisa feita por Catherine Tinsley, professora e pesquisadora da Universidade de Georgetown.

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O mercado de trabalho é mais complicado para as mulheres

Segundo Tinsley, o perfil da mulher no mercado de trabalho é geralmente conservador em relação a tomada de decisões que envolvem riscos. Por isso, envolver-se em uma negociação para pedir um aumento, por exemplo, pode ser muito mais difícil às mulheres, que não querem parecer insistentes em uma negociação e por vezes abandonam o desejo de serem aumentadas em troca de conservarem uma boa imagem. Veja, a seguir os 4 pontos cruciais que definem se o seu trabalho vai ou não te levar à carreira dos seus sonhos, com base nas políticas da empresa:

1. Avaliações anuais

Embora pareçam uma medida interna muito interessante, as avaliações anuais acontecem no mesmo período para todos os funcionários. Não é difícil concluir que, nessas reuniões com os gestores, muitos dos funcionários estão pleiteando um aumento ao mesmo tempo. Isso pode ser benéfico a quem tem mais proximidade com os gestores, que terão que decidir a quem conceder o aumento. Por outro lado, quem faz o trabalho com excelência mas não perde tempo com bajulação pode ser prejudicado – e até mesmo esquecido em uma dessas decisões.

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2. Política de salários mal definida

Uma empresa consolidada e comprometida com o bem-estar do funcionário costuma pagar o mesmo para todos os funcionários que exerçam a mesma função. É assim que deveria ser, mas não é o que acontece na vida real.

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Vez ou outra, um funcionário se depara com um colega que faz o mesmo e ganha muito mais. Antes de ficar desapontado, vale, sem ressentimentos, ir perguntar ao chefe o porquê da discrepância de salários. Toda empresa séria deve se comprometer a ser transparente em relação aos salários e mostrar que é somente através da progressão e do desempenho na carreira que podem ser alterados os valores.

3. Contratações externas

“Chance de progressão na carreira”. Isso é o que o funcionário lê quando se candidata a empresa. Passados 5 anos na função de coordenador, percebe que a empresa abriu um processo seletivo para a contratação de um novo gerente. O que há de errado com o seu trabalho que não permitiu a sua contratação? Um bom jeito de perceber se as empresas aproveitam os seus talentos internos é observar também o quanto ela procura por cargos de chefia fora da empresa. De nada adianta as mulheres serem elogiadas por cargos de chefia, dentro de uma companhia, se elas já foram contratadas como gerentes ou diretoras. Isso mostra, acima de tudo, que a companhia não valoriza os próprios talentos – inclusive as mulheres que fazem parte do quadro de funcionários.

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4. Flexibilidade demais

Microsoft, Yahoo, Netflix e algumas outras companhias moderninhas aplicam políticas flexíveis aos funcionários, que permitem a conciliação entre a vida pessoal e profissional. Uma dessas medidas é o home-office. O que o trabalhador deve levar em conta é quando – e como – os funcionários da companhia usam dessa regalia. Se não é preciso aparecer na empresa diariamente, também se diminui o contato com gerentes e gestores e, consequentemente, a possibilidade de ser visto e lembrado. Por isso, lembre-se de que uma política flexível só é flexível não quando a empresa autoriza, mas quando parte dos funcionários faz uso dela sem prejuízos para a carreira. De nada adianta a companhia possuir um caráter liberal, se tem na chefia um funcionário conservador – que se diz liberal.

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Gabriela Ventura Gabriela Ventura

Natural de São Paulo, estudante de Publicidade e Propaganda na USP. Não tem hobbies fixos nem rotina, é apaixonada pelo imprevisto. Foi fazer intercâmbio em Lisboa e... estendeu a estadia por tempo indeterminado.

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