Brasileiros em 40º na fluência em inglês num ranking de 72 países

Os melhores colocados no ranking que avaliou 72 países são aqueles localizados na Europa. 

Brasileiros em 40º na fluência em inglês num ranking de 72 países
Nível de proeficiência de brasileiros em inglês é baixo

Cada vez mais empresas no Brasil procuram por profissionais com fluência em inglês. Uma pesquisa recente realizada com 100 diretores de recursos humanos aponta que 83% deles pretendem fazer contratações nos próximos 12 meses. No entanto, muitos encontram dificuldade para encontrar profissionais com fluência na língua inglesa. De acordo com a Robert Half, especializada em recrutamento e autora da pesquisa, para determinados cargos, como para diretor, o inglês é requisito básico.

“Ter um inglês em um nível avançado, nesse momento, é mais diferencial do que MBA ou ter uma especialização para uma área mais específica”, garante Maria Sartori, gerente de divisão da Robert Halph.

E outra pesquisa, esta feita pela Education First (EF) mostra o nível de proficiência no inglês em vários países. E o Brasil está mal. Ficou no 40º lugar. Os melhores colocados no ranking que avaliou 72 países são aqueles localizados na Europa. A exceção é Singapura, que figura no grupo daqueles com proficiência mais alta, como Holanda, Dinamarca e Suécia.

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A população que possui nível de domínio alto do idioma consegue usar linguagem em diferentes situações sociais, lê textos complexos com facilidade e consegue negociar um contrato com um falante nativo de inglês.

O nível alto de proficiência, o segundo melhor da classificação, pressupõe que o falante seja capaz de fazer uma apresentação no trabalho, compreender programas de TV e ler jornais em inglês. De acordo com o ranking, países como Alemanha, Bélgica e Suíça estão nesse grupo.

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No nível moderado, as pessoas são capazes de participar de reuniões em sua área de especialização, escrever e-mails sobre temas complexos de trabalho e entender letras de música. Nesse grupo estão países como Índia, Itália, França ou República Dominicana.

Os brasileiros fazem parte no nível baixo do ranking, em 40º lugar. Subiu uma posição em relação ao ano passado. De acordo com a EF, no nível baixo, as pessoas conseguem se virar como turista em um país de língua inglesa, conversar com colegas e entender e-mails simples.

No nível mais baixo do ranking estão países como Colômbia, Venezuela e Turquia. Estes são capazes de apresentar-se de maneira simplificada, falar o nome, idade e profissão, entendem sinais básicos e conseguem dar instruções simples em inglês.

Em primeiro lugar do ranking estão Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia. Abaixo do Brasil e no final no ranking da EF ficaram a Arábia Saudita, Camboja, Laos, Líbia e Iraque.

Foto: Reprodução Estudar Inglês online
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Michelle Monte Mor Michelle Monte Mor

Formada em Comunicação Social e em Mídias Digitais. Escreve sobre o setor automotivo desde 2004. Não larga o smartphone e vive conectada às redes sociais. Adora viajar e dirigir.

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