Deportado ou barrado no aeroporto: diferenças e como proceder

Sabia que ser barrado no aeroporto e deportado são situações diferentes? Veja como evitar surpresas desagradáveis na sua próxima viagem internacional.

Deportado ou barrado no aeroporto: diferenças e como proceder
Ser barrado no aeroporto é uma situação mais comum do que se imagina

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Depois de preparar uma viagem cuidadosamente, tudo o que se espera são uns dias de sossego. Mas a tranquilidade pode ser interrompida logo no desembarque. Ser barrado no aeroporto é uma situação até bem comum e que pode acontecer mesmo que você tenha o visto em mãos. Entretanto, apesar de bastante desagradável, isso não significa uma deportação.




 
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Barrado no aeroporto

Ninguém pensa em desembarcar em um país e ser mandado de volta para casa, mas pode acontecer. O melhor é sempre precaver-se para não cair na desconfiança do agente da imigração. Contudo, o processo de entrada acaba por ser bastante subjetivo e em alguns casos, a má sorte é inevitável.

 

Qualquer cidadão estrangeiro pode ser barrado no aeroporto e retido. Isso acontece quando, por algum motivo, a imigração desconfia do objetivo da sua viagem. As suas respostas parecem não coincidir ou as roupas na sua bagagem não condizem com o clima local e duração da estadia, por exemplo. O agente pode alegar ainda que a sua hospedagem não está garantida, caso não tenha comprovativo de reserva. As justificativas podem ser as mais variadas e será aberta uma investigação. Existe a chance ainda da sua entrada ser permitida, mas a expectativa é de você seja inadmitido e enviado para o país de origem.

 


Ser Deportado

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A deportação acaba por ser mais delicada porque, neste caso, a imigração tem provas concretas da sua ilegalidade. Você pode, por exemplo, ter um visto de turista e estar exercendo uma atividade profissional não autorizada. Para tal, você precisa ter entrado no país e essa é uma das diferenças entre ser barrado no aeroporto e deportado: quem foi inadmitido, não chega a cruzar a fronteira. Literalmente, dá meia volta, não leva carimbo no passaporte, nem nada.

 

Outro diferença entre as duas situações é que quem foi barrado no aeroporto, em uma próxima tentativa, não fica impedido de entrar no país. No sistema da imigração, fica uma nota registrando o ocorrido e alguns países podem fazer uma anotação no passaporte do inadimitido. Em casos de deportação, além da notificação clara no documento de viagem, fica-se proibido de entrar no país. Na União Europeia, por exemplo, a restrição de acesso vale para todos os países membros. Nos Estados Unidos, depois de deportado, não se pode entrar pelos próximos 10 anos.

 



Como proceder 

Se você foi barrado no aeroporto, o primeiro passo é manter a calma. Não adianta perder as estribeiras ou apelar para a sensibilidade do agente da imigração. Isso pode, aliás, piorar a situação. Porém, esteja informado sobre os seus direitos e faça com que eles sejam respeitados. Todo brasileiro que fica retido pode:

 

  • Entrar em contato com as entidades consulares. Elas não podem intervir para que a entrada no país seja autorizada, mas devem garantir assistência até o retorno.
     

  • Fazer quantas ligações quiser de um telefone público, desde que se responsabilize pelos custos.
     

  • E deve receber alimentação, água e assistência médica, se for necessário. Caso isso seja negado, dificultado ou haja qualquer constrangimento abusivo, o turista vitimado pode abrir um processo posteriormente.
     

  • Solicitar um tradutor caso não fale muito bem o idioma local e isso impeça a comunicação com os agentes da imigração.
     

  • Esperar uma decisão por no máximo 48 horas. Ficar em suspenso por mais tempo que o necessário configura abuso de autoridade e rende processo também.

 


Na inadmissão, a má notícia é que não há chance de ser reembolsado pela passagem aérea de ida. Na volta, algumas empresas aéreas podem dispensar a taxa de remarcação. O importante é contactá-la assim que possível e comunicar o ocorrido. Cancele também todas as reservas e passeios para não ter um prejuízo financeiro ainda maior.

 

Deportações involuntárias, as mais comuns, e que acontecem quando se é “apanhado” na ilegalidade, significam que não há grande coisa a fazer. O deportado deve aguardar o seu envio de volta para o país de origem.



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Evitando o pior

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Para ficar bem longe de uma deportação, a questão é simples: mantenha-se sempre dentro da legalidade. Por mais que os procedimentos pareçam burocráticos e demorem o seu tempo, é melhor do que correr o risco de ficar impedido de entrar por anos.

 

Quando o assunto é ser barrado no aeroporto, evitar que aconteça acaba por ser mais abstrato. Você poder precaver-se ao máximo e diminuir as chances, mas ainda assim tudo vai depender da interpretação do agente da imigração. Entretanto, o mais importante é ter toda a documentação que comprove os motivos da sua viagem e ligação com o país: reservas de hotel, endereços de onde estará hospedado, passagem de volta, carta da empresa que afirme que você está de férias, até declaração de imposto de renda pode ser útil.

 


Lembre-se também de investigar a cultura local no que diz respeito a vestimentas, acessórios, comportamentos. Muitas vezes “destoar” da multidão faz com que o agente da imigração fique desconfiado e decida pegar no seu pé. Uma mala com conteúdo adequado também é fundamental para não levantar mais suspeitas. Garanta ainda um seguro de saúde, mesmo que seja opcional para o país de destino, e viaje apenas portando um passaporte com validade mínima de 6 meses.

 

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