As áreas com menor probabilidade de emprego em 2016

Poucos empresários preveem contratação nos primeiros meses do próximo ano. Veja quais as áreas de emprego mais afetadas pela crise no início de 2016.

As áreas com menor probabilidade de emprego em 2016
Veja quais setores terão maior retração do mercado de trabalho no início de 2016

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Após um 2015 repleto de notícias sobre a retração no mercado de trabalho, uma pesquisa realizada recentemente mostra que o cenário para os primeiros meses de 2016 não será muito diferente. Confira quais as áreas serão mais afetas com menor oferta de emprego.

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A empresa ManpowerGroup, líder mundial em soluções inovadoras de gestão e contratação de pessoas, anunciou no útlimo dia 10 de dezembro os resultados de sua pesquisa trimestral sobre a Expectativa de Emprego no Brasil, para o primeiro trimestre de 2016.

E os resultados são muito desanimadores.  Segundo os dados levantados, os empregadores brasileiros preveem um ritmo lento de contratação para o período de Janeiro/Fevereiro/Março de 2016, e o o índice da intenção de contratação apresentado foi o mais baixo  desde que o estudo se iniciou no 4º trimestre de 2009, está previsto para -13%. O índice negativo  não foi nenhuma surpresa para os pesquisadores, já que nas últimas 4 pesquisas trimestrais realizadas pela ManpowerGroup, Brasil apareceu com  consecutivas reduções nas previsões de contratação.

Isso acontece porque:

  • 19% antecipam dos empregadores preveem demissões no período
  • 68% acreditam que vão manter suas equipes intactas
  • 9% esperam aumentar as contratações

E por que isso tem acontecido? Por que a previsão premissista para o próximo ano?

Com inflação alta, a economia brasileira está abalada, portanto acredita-se que o número de investimentos e o crescimento do país serão baixos.  Essas incertezas fazem com que os principais setores da economia prefiram ficar estabilidade (nem abrem novas vagas nem demitem funcionários)  o que é uma notícia positiva para quem já conseguiu segurar o seu emprego até então. “A tendência é achar que o mercado vai se estabilizar da forma como está. As empresas estão em stand-by, na expectativa de alguma retomada para fazer movimentação de aumento de quadro de pessoas”, diz Márcia Almström, diretora de RH e marketing do ManpowerGroup. Mas em alguns setores mais afetados, muita gente ainda corre o risco de ficar desempregado. Veja quais são as áreas que mais irão sofrer no princípio de 2016.

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As aréas com menor oferta de emprego para o início de  2016

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As áreas mais afetadas irão continuar com a tendência já notificada nos últimos 9 meses.

1. Construção

O setor de construção, que já vem sofrendo retrações desde o príncipio de 2015, será o mais afetado nos primeiros meses de 2016. A Expectativa Líquida de Emprego para esse setor será de -32% e o volume de oportunidades de trabalho será o menor desde 2009, quando a pesquisa começou a ser realizada.

2. Transportes e Serviços Públicos

Essas são outras área que vão se manter em declínio na expectativa líquida de emprego. Se agora está difícil conseguir uma vaga no setor de transporte e serviços públicos, o cenário no ano que vem será ainda pior, com redução de 16% do número de vagas disponíveis no mercado.  Esse também é o pior valor desde que a pesquisa começou a fazer a avaliação.

3. Indústria

Vai continuar caindo? Vai. O pessimismo está instalado no setor industrial. Apesar das intenções de contratação terem tido um tímido aumento, de 2%, outras indústrias já prevem grandes demissões, o que deixou a expectativa liquída de emprego em -14%.

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4. Serviços

O setor que mais emprega brasileiros em todo o país começa a registrar taxas negativas, o que é muito preocupante, pois se as demissões se concretizarem e se multiplicarem, muita gente vai ficar sem emprego.  A expectativa líquida de emprego de -11% é a mais fraca desde 2009, algo que não se esperava e se teme para o próximo ano.

5. Agricultura, pesca e mineração

Essas são novas áreas  que começam a apresentar menores índices de inteção de contratação no mercado brasileiro. A expectativa líquida de emprego para o período é de -10%. Além de poucas contratações, algumas áreas, principalmente mineradoras e pescas foram muito afetadas – em decorrência do rompimento da barragem da Vale/Samarco em Mariana, Minas Gerais, no mês de novembro. As consequências nas áreas atingidas derrubaram as intenções de contratação.

Regiões mais afetadas

Todas as regiões preveem redução da expectativa líquida de emprego, mas algumas são mais afetadas que outras. Os empregadores dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro são os maispessimistas: em ambos, as expectativas de admissão para o primeiro trimestredo ano são de -14%. Na Grande São Paulo esse índice chega a -12% e em MinasGerais e Paraná, de -8% e -6%, respectivamente.

Confira todos os resultados da pesquisa realizada pela ManPowerGroup aqui

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Ana Luiza Fernandes Ana Luiza Fernandes

Ana Luiza Fernandes é brasileira, natural de Minas Gerais, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e hoje cursa Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, Portugal. Possui trabalhos na área de Jornalismo Cultural, Fotografia, Documentário e Assessoria de Imprensa e é apaixonada pela profissão desde criança.

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