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Retração da oferta de crédito para financiamento aquece setor de consórcio de carro

Com a queda da oferta de crédito para compra de carro por financiamento, o consórcio de carro passou a ser a alternativa mais viável para quem quer comprar ou trocar de carro. Só no primeiro semestre de 2013, o setor de consórcio de automóveis cresceu mais de 5%.

Venda de cotas de consórcio de carro em alta
  • Setor em crescimento: as vendas de cotas e as contemplações de consórcio de carro aumentaram significativamente nos primeiros meses do ano.

De acordo com dados da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, já são mais de 4,72 milhões o número de participantes de consórcio de carro no Brasil. Só nos seis primeiros meses de 2013, foram vendidas 1,16 milhões de cotas, um crescimento de mais de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. O número de consorciados contemplados também teve um aumento de 1,7%.

 

Apesar do crescimento do setor de consórcio de carro, a venda de automóveis no Brasil tem o seu segundo mês consecutivo de queda. No mês de julho, foram vendidos 324 mil carros, 7,8% a menos do que a quantidade de carros vendidos no mesmo período de 2012 e a previsão é que as vendas continuem em baixa durante o mês de agosto, com queda de 20%.

 

A explicação para o mau desempenho do setor é a retração na oferta de crédito para a venda de veículos financiados. Com a maior dificuldade para obter financiamentos, a venda de cotas de consórcio de carro aumentou. Sem tantas alternativas de crédito, os consumidores acabam recorrendo ao consórcio por ser menos burocrática e mais facilitada, e não sofrer as alterações do mercado com as taxas de juros.

 

Com a menor oferta de crédito, quanto menor o valor do veículo, maior a taxa de juros e o prazo para pagamento. Por isso, atualmente, comprar uma moto financiada é pior negócio do que comprar um caminhão, por exmeplo. A venda de carros leves e populares também fica prejudicada pelas altas taxas de juros. A conclusão é que pelos próximos meses, não compensa investir num financiamento, a não ser que o consumidor tenha um bom dinheiro para dar como entrada ou tente taxas subsidiadas pelos bancos das próprias montadoras, que também não estão a dar muitas possibilidades de crédito neste momento.

 

Para o consumidor que quer comprar ou trocar de carro e que não tem muita pressa, o consórcio de carro continua a ser, pelos próximos meses, a melhor opção

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